🔴 CONHEÇA A ESTRATÉGIA DO ‘MELHOR TRADER DO MUNDO’ – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Recuperação

Ibovespa fecha em alta e volta aos 96 mil pontos, puxado pelo exterior

Dados animadores da economia chinesa trouxeram otimismo aos mercados globais. Esse ambiente, somado à calmaria em Brasília, deu forças ao Ibovespa e tirou pressão do dólar à vista

Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Ibovespa teve terceira alta consecutiva e o dólar caiu ao nível de R$ 3,87Imagem: Seu Dinheiro

Os mercados brasileiros tiveram uma segunda-feira bastante tranquila. O Ibovespa operou em alta desde o início do dia, sem passar por maiores instabilidades, e o dólar à vista recuou mais de 1%, também sem enfrentar grandes  turbulências.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não, não é pegadinha de primeiro de abril.

As fortes emoções da semana passada continuam frescas na memória do mercado: o noticiário político frenético, os embates entre governo e Congresso, o receio de uma recessão econômica global... tudo isso continua no radar. Mas, hoje — por coincidência, o dia da mentira —, essas preocupações deram uma folga.

Como resultado, o Ibovespa fechou em alta de 0,67%, aos 96.054,45 pontos, marcando a terceira sessão consecutiva no campo positivo — é a primeira vez desde 21 de março que o principal índice da bolsa brasileira termina o pregão na faixa dos 96 mil pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o dólar? A moeda americana também teve um dia de alívio, terminando o dia em queda de 1,06%, aos R$ 3,8746. Na mínima, chegou a tocar os R$ 3,8649 (-1,3%)

Leia Também

NEM TODA SURPRESA É BOA

‘Você só descobre quem está nadando pelado quando a maré baixa’: o significado da frase de Warren Buffett no mundo dos investimentos

MARKET MAKERS — CRIPTOVERSO

Mercado de DeFis caiu mais do que as criptomoedas, mas este especialista vê oportunidade de mais de US$ 15 trilhões daqui para frente; entenda

Lá fora, otimismo

Grande parte dessa calmaria se deve à China: o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria do país — um indicador importante da atividade industrial — subiu de 49,9 em fevereiro a 50,8 em março. O resultado surpreendeu os analistas, que previam ligeira queda, a 49,8.

O dado animou os mercados e aumentou a confiança de que as medidas adotadas pelo governo chinês para aquecer a economia local estejam surtindo efeito. E os sinais de reação da indústria da China diminuíram as preocupações — ao menos, por hoje — em relação ao desaquecimento da economia global.

"Os números da China contrariaram o que vinha saindo nas últimas semanas", disse um operador. "Esses dados animaram o mercado e puxaram o minério de ferro para cima — e isso ajudou a Vale e as siderúrgicas por aqui".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As bolsas globais respiraram aliviadas: o Dow Jones subiu 1,27%, o S&P 500 avançou 1,15% e o Nasdaq teve alta de 1,29%. Na Europa, o Stoxx 600 teve ganho de 1,21% e, na Ásia, a maioria dos mercados acionários fechou o dia no campo positivo.

Esse alívio também foi sentido nos mercados globais de câmbio: com o estresse menor, houve uma corrida por ativos de risco, como as moedas emergentes, que ganharam força em relação ao dólar — e o Real aproveitou a festa.

Aqui dentro, calmaria

Por aqui, a segunda-feira foi marcada por uma relativa falta de novidades no front político. Por enquanto, segue a trégua entre governo e Congresso — e, sem focos de preocupação vindos do noticiário local, o mercado pode acompanhar o tom mais positivo do exterior.

No entanto, analistas ainda recomendam cautela em relação ao cenário político, ressaltando que a tramitação da reforma da Previdência ainda irá percorrer um longo caminho no Congresso — assim, novos períodos de turbulência não estão descartados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Ainda vamos ter muita volatilidade pela frente", diz um operador, ressaltando que eventuais notícias indicando desentendimentos entre governo e Congresso podem reverter a trégua vista hoje. "Mas, enquanto não acontece nada, o mercado surfa a onda do exterior".

Pedro Paulo Silveira, economista da Nova Futura, lembra que o ministro da Economia, Paulo Guedes, comparecerá à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara na próxima quarta-feira para falar sobre a reforma da Previdência, e a perspectiva de diálogo entre o ministro e os deputados traz alguma confiança ao mercado.

"O mercado havia colocado um desconto elevado na semana passada, em meio à crise, e agora está corrigindo", diz Silveira. Ele ressalta, no entanto, que o tema da Previdência segue inspirando cautela. "Enquanto ela não for aprovada, vai demandar muita atenção".

Nessa mistura de otimismo externo e calmaria local, as curvas de juros acompanharam o dólar e fecharam em baixa, com destaque para a ponta longa. Os DIs com vencimento em janeiro de 2023, por exemplo, recuaram de 8,24% para 8,13%, e os para janeiro de 2025 caíram de 8,75% para 8,65%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na ponta curta, as curvas de juros com vencimento em janeiro de 2020 tiveram queda de 6,52% para 6,495%, e os DIs para janeiro de 2021 foram de 7,14% para 7,05%.

Vale e siderúrgicas comemoram

As empresas de mineração e siderurgia foram só sorrisos nesta segunda-feira, em meio às notícias de aquecimento da atividade industrial da China — o país asiático é um dos maiores consumidores de minério de ferro e aço do mundo.

E, na esteira do otimismo, o preço do minério teve novo dia de alta firme, subindo 2,17% no porto chinês de Qingdao.

Esses fatores, somados, criaram as condições ideais para uma sessão de ganhos do setor de mineração e siderurgia na bolsa. As ações PN da Gerdau subiram 6,21% e lideraram os ganhos do Ibovespa nesta segunda-feira — os papéis PN da Metalúrgica Gerdau (+6,19%), ON da CSN (+4,12%) e ON da Vale (+3,28%) apareceram logo em seguida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eletrobras e Cade

As ações da Eletrobras também apareceram entre os destaques positivos da sessão — os papéis PNB subiram 2,61% e os ON tiveram alta de 1,53%. Mais cedo, o Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade) aprovou a aquisição, pela Alupar, da participação de 49% da Eletrobras na Transmissora Matogrossense de Energia (TME).

Sabesp esfria

O secretário de Fazenda e Planejamento de São Paulo, Henrique Meirelles, afirmou hoje que o governo estadual não acredita ser viável que a venda ou capitalização da Sabesp seja concluída ainda neste ano. E os papéis da empresa de saneamento reagiram rapidamente às declarações.

Mais cedo, as ações ON da Sabesp chegaram a subir 3,45%, mas, após a fala de Meirelles, perderam rapidamente a força, chegando a tocar o campo negativo — ao fim da sessão, fecharam em alta de 0,38%.

Kroton vai mal

As ações ordinárias da Kroton tiveram mais um dia de perdas no Ibovespa, terminando em queda de 2,36%, o pior desempenho do índice nesta segunda-feira. No pregão anterior, os papéis já haviam recuado 2,84%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última sexta-feira, a gigante do setor de educação reportou lucro líquido de R$ 269,3 milhões no quarto trimestre de 2018, uma queda de 31,1% na base anual. Os resultados não consideram os números referentes à operação da Somos Educação.

 

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar