O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investidor institucional ampliou posição vendida em dólar para US$ 31,7 bilhões e estoque comprado em Ibovespa futuro foi acima de 150 mil contratos
Nos três primeiros pregões de 2019, os fundos de investimento tiveram firme atuação no mercado de contratos futuros da B3. No câmbio, os investidores institucionais venderam o equivalente a US$ 5,3 bilhões. Em futuros de Ibovespa, a posição comprada subiu em quase 20 mil contratos.
São essas movimentações na B3 que determinam a formação de preço do dólar e também influenciam o principal índice de ações da bolsa. É lá que comprados, que ganham com a alta do dólar ou da bolsa, e vendidos, que ganham com a queda dos ativos, protegem suas exposições em outros mercados e fazem apostas direcionais nesses mercados.
Na semana passada, o dólar caiu 4%, para a linha de R$ 3,71, enquanto o Ibovespa bateu recordes nominais consecutivos, ganhando 4,5% para a linha dos 91.800 pontos.
Considerando a posição em dólar futuro e cupom cambial (DDI, juro em dólar), os fundos de investimento fecharam a semana com um estoque vendido de US$ 31,770 bilhões, em comparação com US$ 26,5 bilhões no fim de dezembro.
No mercado futuro, se alguém vende outro alguém compra e a principal contraparte dos fundos foram os estrangeiros, que fecharam a semana com posição comprada de US$ 33,273 bilhões. O não residente chegou a fechar o ano vendido em dólar futuro, mas já remontou essa posição. No entanto, ela está menor que a vista ao longo de boa parte da segunda metade de 2018, na casa dos US$ 4 bilhões. O restante da posição comprada do gringo está em cupom cambial.
Os bancos seguem reduzindo sua exposição líquida, apresentando uma posição líquida vendida de US$ 3,3 bilhões, contra US$ 15,5 bilhões em meados de dezembro, por exemplo. Eles estão vendidos em US$ 8,3 bilhões em cupom e comprados em US$ 5 bilhões em dólar futuro. Ao longo da semana passada, no entanto, essa posição comprada em dólar futuro caiu em expressivos US$ 7,4 bilhões.
Leia Também
A avaliação de ganhadores e perdedores nesse mercado é sempre feita em tese, pois não sabemos a que preço as posições foram montadas e se esses agentes possuem exposição ao dólar no mercado à vista e de balcão. Em tese, os bancos teriam tido prejuízo, reduzindo posição comprada com o dólar caindo, enquanto os fundos teriam realizado lucros (compraram dólares e venderam cupom) e os estrangeiros remontaram posição comprada (aproveitando a queda de preço).
No mercado de índice futuro do Ibovespa, principal índice de ações da B3, a troca de posições foi um pouco mais expressiva. Desde meados de outubro temos o não residente vendido e os fundos de investimento comprados.
No pregão de sexta-feira, a posição vendida do gringo era de 160.056 contratos, contra 143.789 no fim de dezembro. Os fundos estavam comprados em 151.013 contratos em comparação com 131.223 contratos em 28 de dezembro.
Uma forma de ler as posições no Ibovespa futuro é como uma proteção (hedge) às oscilações no mercado à vista. Por exemplo. O investidor está comprado em bolsa no mercado à vista e vai proteger essa exposição no mercado futuro vendendo contratos de Ibovespa.
No entanto, o mercado também opera o Ibovespa futuro com um ativo em si. Podendo montar apostas de alta (comprado) ou de queda (vendido) no Ibovespa.
Os convidados do Market Makers desta semana são Axel Blikstad, CFA e fundador da BLP Crypto, e Guilherme Giserman, manager de global equities no Itaú Asset
A fragilidade desses sistemas se deve principalmente por serem projetos muito novos e somarem as fraquezas de duas redes diferentes
Estima-se que cerca de US$ 8 milhões (R$ 41,6 milhões) tenham sido drenados de carteiras Phantom e Slope, além da plataforma Magic Eden
Esse montante está sendo gasto em equipamentos militares, como drones, armas, coletes a prova de balas, suprimentos de guerra, entre outros
Com sede em Miami, a Bit5ive é uma dos pioneiras a apostar no retorno com a mineração de bitcoin; plano é trazer fundo para o Brasil
Os hacks estão ficando cada vez mais comuns ou os métodos para rastreá-los estão cada vez mais sofisticados? Entenda
Mercados repercutem balanços de gigantes das bolsas e PIB da Zona do Euro. Investidores ainda mantém no radar inflação nos EUA e taxa de desemprego no Brasil
Ibovespa acumula alta de pouco mais de 2,5% na semana; repercussão de relatório da Petrobras e desempenho de ações de tecnologia em Wall Street estão no radar
Aperto monetário pelo Banco Central Europeu, fornecimento de gás e crise política na Itália pesam sobre as bolsas internacionais hoje
Hoje, investidores mostram-se animados com os balanços do Wells Fargo e do Citigroup; por aqui, repercussões da PEC Kamikaze devem ficar no radar
Por aqui, investidores ainda assistem à divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas pelo Ministério da Economia
Os números do primeiro trimestre foram pressionados pela onda da variante ômicron, alta sinistralidade e baixo crescimento orgânico, mas analistas seguem confiantes na Hapvida
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Mesmo com a retomada de hoje, as criptomoedas acumulam perdas de mais de dois dígitos nos últimos sete dias
Investidores também digerem inflação na zona do euro e número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA
Os dados internos da blockchain do bitcoin mostram que a maior criptomoeda do mundo permanece no meio de um “cabo de guerra” entre compradores e vendedores
A segunda maior criptomoeda do mundo está em xeque com o aprofundamento do ‘bear market’, de acordo com a análise gráfica
Putin a favor da mineração de criptomoedas, Fed e Joe Biden no radar do bitcoin, Elon Musk e Dogecoin e mais destaques
O plano do presidente americano pesava a mão na taxação de criptomoedas e ativos digitais, no valor de US$ 550 bilhões