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Índice de pessoas que desaprovam a maneira do presidente governar oscilou de 50% em setembro para 53% este mês
Mais da metade dos brasileiros desaprova a maneira do presidente Jair Bolsonaro governar o País, mostra pesquisa feita pelo Ibope e divulgada nesta sexta-feira, 20, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice de pessoas que desaprovam a maneira de Bolsonaro governar oscilou de 50% em setembro para 53% este mês.
A aprovação, por sua vez, passou de 44% para 41% no mesmo período. Na série histórica do Ibope, esta é a quarta pesquisa em que o porcentual de entrevistados que desaprovam o governo Bolsonaro é marginalmente maior do que a quantidade de pessoas que aprovam a gestão.
Desde janeiro, a aprovação do governo vem caindo na série do Ibope: era de 67% em janeiro e caiu 26 pontos. A desaprovação, por outro lado, subiu 32 pontos: foi de 21% para 53%.
Segundo o levantamento, a parcela da população que considera o governo Jair Bolsonaro ótimo ou bom oscilou de 31% para 29%, em relação à edição de setembro. O porcentual dos brasileiros que avalia a atual administração como ruim ou péssima oscilou de 34% para 38%, no comparativo. As variações ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa.
Em outro quesito do levantamento, 56% dos entrevistados dizem não confiar no presidente Jair Bolsonaro. O índice era de 55% em setembro. Já os que confiam caíram de 42% para 41% entre um trimestre e outro.
Embora em queda, a segurança pública segue como a área de governo mais bem avaliada pela população, sendo aprovada por 50% dos brasileiros, ante índice de 51% em setembro, e desaprovada por 47%.
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Em seguida, a educação é aprovada por 45% dos brasileiros, no trimestre anterior o índice era de 44%. No terceiro lugar, o combate ao desemprego conta com 41% de aprovação entre a população, um aumento de 5 pontos porcentuais em relação à pesquisa de setembro.
Ainda de acordo com a pesquisa, a parcela da população que considera que os próximos anos de mandato serão ótimos ou bons caiu para 34%, ante 37%. O porcentual dos que acham que serão anos ruins ou péssimos ficou em 32%, ante 31%. Para 28% dos ouvidos, os próximos três anos serão regulares - em setembro esse número era de 29%.
O Ibope ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios entre 5 e 8 de dezembro. O levantamento anterior havia sido realizado de 19 a 22 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para cima e para baixo.
*Com Estadão Conteúdo.
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