🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Crise nos mercados portenhos

O Ibovespa fechou em queda de 2%. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino

Com a ampla vantagem obtida pela chapa de oposição nas prévias das eleições na Argentina, uma espiral de aversão ao risco tomou conta dos mercados do país vizinho — e esse movimento contaminou os ativos brasileiros.

Victor Aguiar
Victor Aguiar
12 de agosto de 2019
10:24 - atualizado às 10:59
Messi Argentina
Influenciado pelo caos nos mercados argentinos, o Ibovespa despencou aos 101 mil pontos; dólar foi a R$ 3,98 - Imagem: Shutterstock

Tudo na Argentina parece estar carregado em dramaticidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A geografia é cheia de superlativos: picos cobertos de neve, cataratas, formações rochosas exóticas, planícies verdes e montanhas áridas se sucedem ao longo dos 2,78 milhões de quilômetros quadrados do território portenho. Há diversas Argentinas no pedaço de terra que vai de Ushuaia a Jujuy.

A música é igualmente teatral — eu não vou me meter a elencar os tangos mais tristes por não ter tanto conhecimento de causa. E, veja só, até o futebol é melodramático: basta olhar para a figura de Lionel Messi, o herói trágico que conquistou o mundo no Barcelona, mas que nunca conseguiu levar a seleção do país à glória.

É claro que, com um histórico desses, o mercado financeiro da Argentina só poderia ter uma reação dramática à surpresa com a prévia das eleições presidenciais no país: o Merval, principal índice acionário portenho, desabou mais de 35% somente nesta segunda-feira; o dólar decolou em relação ao peso argentino — no fim da tarde, a alta era de cerca de 15%.

E o caos que tomou conta dos mercados do país vizinho acabou contaminando as negociações por aqui: o Ibovespa fechou o pregão em forte queda de 2%, aos 101.915,22 pontos, e o dólar à vista terminou em alta de 1,09%, a R$ 3,9834. E olha que os ativos brasileiros se afastaram do momento de maior estresse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na mínima do dia, o Ibovespa chegou a desabar 2,28%, aos 11.621,22 pontos, enquanto o dólar à vista bateu os R$ 4,0127 (+1,83%) — a maior cotação em termos intradiários desde 29 de maio.

Leia Também

É claro que toda essa aversão ao risco nos mercados brasileiros não foi causada apenas pela Argentina: lá fora, o dia foi de cautela em escala global, em meio à falta de alívio no front da guerra comercial entre EUA e China. Mas, por aqui, o pânico visto nos vizinhos serviu para dar uma pitada extra de cautela às negociações.

Drama no Teatro Colón

Na Argentina, a percepção era a de que a disputa entre o atual presidente, Mauricio Macri, e a chapa de oposição liderada por Alberto Fernández e Cristina Kirchner, estava equilibrada. As pesquisas de intenção de voto não mostravam amplas vantagens para nenhum dos dois lados, embora os mercados mostrassem-se otimistas em relação às chances de Macri — tanto que, na sexta-feira, o Merval subiu quase 8%.

No entanto, o resultado das prévias pegou os agentes financeiros de surpresa: não só Fernández saiu vitorioso dessa fase — ele obteve uma vantagem esmagadora, de cerca de 15 pontos — margem que muitos consideram irreversível até as eleições de fato, marcadas para outubro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, sem saber ao certo quais as diretrizes econômicas a serem adotadas pelos opositores, houve um movimento muito intenso de fuga dos ativos portenhos ao longo do dia. O dólar, por exemplo, chegou a disparar mais de 30% logo na abertura das negociações: no pior momento do dia, a moeda americana superou o nível de 60 pesos argentinos.

O dólar recou um pouco em relação às máximas, após o banco central da Argentina elevar a taxa de juros do país a 74%, numa tentativa de estancar o sangramento — neste fim de tarde, a alta era menos intensa, de (apenas!) 15%. Já o Merval manteve-se em queda livre e encerrou perto das mínimas.

E os ativos brasileiros acabaram sendo contagiados pelo caos nos mercados argentinos. Há um certo temor quanto aos possíveis desdobramentos da ascensão da oposição à Casa Rosada, mas economistas e analistas ponderam que, por aqui, a baixa acentuada do Ibovespa e a alta do dólar à vista se devem a um movimento de aversão ao risco em bloco.

Victor Cândido, economista-chefe da Journey Capital, pondera que as incertezas em relação ao cenário na Argentina fazem com que os investidores globais assumam uma postura mais defensiva em relação aos mercados emergentes como um todo, e não só em relação aos ativos portenhos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No ano passado, passamos por um estresse similar com a Argentina e a Turquia", destaca Cândido, lembrando da forte desvalorização cambial verificada nos dois países — ambos emergentes, assim como o Brasil.

Jefferson Luiz Rugik, diretor de câmbio da corretora Correparti, segue linha semelhante. Ele pondera que, por mais que as relações econômicas entre Brasil e Argentina sejam sólidas, a economia do país vizinho é bem menor — o que diminui os temores de um eventual baque a ser gerado para a atividade brasileira.

"Acontece que o Brasil fica na mesma cesta [de ativos] que a Argentina", diz Rugik. "O peso argentino é uma moeda emergente, e essa desvalorização forte de hoje acaba refletindo nas outras moedas com esse perfil".

Guerra cambial?

Além de toda a questão na Argentina, também houve o estresse dos mercados no front da guerra comercial. O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) voltou a desvalorizar o yuan ante o dólar nesta segunda-feira, mantendo elevadas as preocupações dos agentes financeiros quanto a uma guerra cambial entre Pequim e Washington.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em meio ao clima ainda nebuloso entre as duas potências, os mercados mostram-se cada vez mais preocupados em relação a uma desaceleração ainda mais intensa da economia mundial. E, nesse cenário, o Dow Jones (-1,49%), o S&P 500 (-1,23%) e o Nasdaq (-1,20%) também tiveram perdas expressivas.

No mercado de moedas, houve uma fuga coordenada das divisas de países emergentes e exportadores de commodities — o que gerou a desvalorização desses ativos e um fortalecimento do dólar em escala global.

Nesse grupo, estiveram inclusos o peso mexicano, o rublo russo, o peso colombiano, o rand sul-africano e o peso chileno — além, é claro, do peso argentino. O real, assim, seguiu esse contexto mundial.

Por fim, o mercado de commodities é outro que sentiu o peso da aversão ao risco: o minério de ferro caiu 3,2% no porto chinês de Dalian nesta segunda-feira, enquanto o petróleo — tanto o Brent quanto o WTI — ficou da estabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Juros em alta

A curva de juros acompanhou a correção do dólar e fechou em alta, tanto na ponta curta quanto na longa. E isso mesmo após os mais recentes dados de atividade no Brasil mostrarem que a economia local segue fraca, o que abre espaço para novos movimentos de corte na Selic.

Na ponta mais curta, os DIs com vencimento em janeiro de 2021 subiram de 5,38% para 5,40%. No vértice longo, as curvas para janeiro de 2023 avançaram de 6,35% para 6,39%, e as com vencimento em janeiro de 2025 foram de 6,85% para 6,88%.

Por aqui, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apontou queda de 0,13% no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses do ano, um indicativo de que a economia local segue fraca.

Além disso, o boletim Focus voltou a apontar queda nas projeções para o PIB em 2019: agora, os economistas esperam um avanço de 0,81% no indicador, ante uma estimativa de 0,82% na semana passada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aéreas sob pressão

As companhias aéreas Gol e Azul apareceram entre os destaques negativos do Ibovespa nesta segunda-feira, pressionadas pela forte alta do dólar. Vale lembrar que o querosene de aviação, uma das principais componentes da linha de custos dessas empresas, depende da cotação da moeda americana e do petróleo.

Nesse contexto, os papéis PN da Gol (GOLL4) caíram 7,20% e tiveram o pior desempenho do índice. Já Azul PN (AZUL4) teve  perdas menos intensas, de 2,11%.

Blue chips caem

Em meio à forte aversão global ao risco, as chamadas blue chips do Ibovespa — ou seja, as ações de grande liquidez e que costumam concentrar a atuação dos investidores estrangeiros — apareceram todas no campo negativo, o que se traduziu em pressão ao índice.

Nesse grupo, os bancos apresentaram um desempenho particularmente ruim, em especial Itaú Unibanco PN (ITUB4), que caiu 4,14%. As ações do Bradesco também recuaram forte: os papéis PN (BBDC4) tiveram perda de 2,09% e os ONs (BBDC3) desvalorizaram 2,34%. Banco do Brasil ON (BBAS3), por sua vez, fecharam com baixa de 3,39%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as mineradoras e siderúrgicas, Gerdau PN (GGBR4) recuou 2,71%, CSN ON (CSNA3) caiu 0,89% e Usiminas PNA (USIM5) teve perda de 1,73% — Vale ON (VALE3) terminou com queda de 0,73%. Tais papéis são afetados pela forte baixa no minério de ferro e pelas incertezas ligadas à China, grande consumidor global da commodity e de aço.

Por fim, Petrobras PN (PETR4) e Petrobras ON (PETR3) recuam 2,40% e 2,69%, respectivamente, descolando do petróleo, que ficou perto do zero a zero nesta segunda-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar