🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Dólar recua a R$ 3,99

O Ibovespa fez uma pausa na busca pelos recordes e fechou em leve baixa

O mercado acompanhou de perto a apresentação do plano elaborado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Mas, com a percepção de que dificilmente algo será votado neste ano, o Ibovespa fechou em leve baixa

Victor Aguiar
Victor Aguiar
5 de novembro de 2019
10:42 - atualizado às 10:50
Pausa nos mercados
Imagem: Shutterstock

Uma certa expectativa tomava conta dos agentes financeiros nesta terça-feira (5). Os olhos estavam voltados a Brasília: seria apresentado hoje o plano econômico elaborado pelo ministro Paulo Guedes, e o mercado estava ansioso para saber os detalhes da proposta. Nesse cenário, será que o Ibovespa buscaria mais um recorde?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O início da sessão foi promissor: o índice começou o pregão em alta e, nos primeiros minutos, tocou os 109.342,86 pontos (+0,52%). Só que a animação durou pouco: ainda durante a manhã, o Ibovespa começou a perder força, virando ao campo negativo — e permanecendo por lá durante quase toda a terça-feira.

Ao fim do dia, o Ibovespa até conseguiu se afastar das mínimas, fechando em leve baixa de 0,06%, aos 108.719,02 pontos. O índice brasileiro, assim, não acompanhou as bolsas americanas: o Dow Jones (+0,11%), o S&P 500 (-0,10%) e o Nasdaq (+0,02%) passaram o dia perto da estabilidade.

O dólar à vista, por outro lado, apresentou um comportamento bastante tranquilo: a moeda americana fechou em queda de 0,43%, a R$ 3,9939, destoando das demais divisas de países emergentes, que apresentaram um desempenho mais fraco na sessão de hoje.

Conforme o planejado, Guedes apresentou o novo pacote de reformas — e o plano foi bem recebido pelo mercado. Sendo assim, por que o Ibovespa preferiu interromper a sequência de altas, ao invés de dar um fast forward no ritmo dos ganhos?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo está relacionado ao cronograma de tramitação dessas iniciativas — e ao próprio fôlego da bolsa brasileira, uma vez que, nas últimas semanas, o mercado acionário brasileiro vem num ritmo bastante intenso de valorização.

Leia Também

Planos para o futuro

No front doméstico, as atenções dos investidores voltaram-se a Brasília: o ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou hoje o Plano Mais Brasil, novo pacote de reformas elaborado pelo governo — a ideia é que Estados e municípios recebam mais de R$ 400 bilhões ao longo de 15 anos.

Além disso, o governo estima que, além dessa quantia, também será possível gerar até R$ 50 bilhões em investimentos a partir de medidas da PEC Emergencial — outros R$ 220 bilhões alocados em fundos públicos serão usados para abater juros da dívida pública.

Mas, por mais que o mercado tenha comemorado o anúncio, há pouca perspectiva quanto à eventual votação de algum dos pontos do pacote ainda neste ano pelos parlamentares — a leitura é a de que, após a reforma da Previdência, há certa fadiga para conduzir outros debates dessa natureza.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, o otimismo dos agentes financeiros se deve mais à sinalização de que o governo está disposto a continuar tocando a pauta de reformas econômicas do que à expectativa quanto a algum avanço concreto no curto prazo. Desta maneira, o mercado acaba assumindo uma postura mais cautelosa.

"A bolsa andou bem nos últimos dias, então é normal que tenhamos uma realização dos lucros recentes", diz Luis Sales, analista da Guide Investimentos.

No exterior, a guerra comercial entre EUA e China continua concentrando as atenções dos investidores globais. Dando continuidade aos movimentos de ontem, os governos americano e chinês fizeram novas sinalizações quanto a uma postura menos belicosa, mostrando-se abertos a fazerem concessões tarifárias.

A intenção é criar as bases necessárias para a assinatura da "primeira fase" de um acordo comercial, ainda neste mês. Nesse cenário, as indicações de que tanto Pequim quanto Washington não têm interesse em uma nova escalada nos atritos ajuda a aliviar as tensões dos mercados globais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Mas esse assunto já está um pouco desgastado", diz Sales. "Esse alívio maior [na guerra comercial] já esteve na pauta de ontem e deu uma animada nas negociações, mas é preciso algo mais concreto para alavancar o mercado daqui para frente".

Mas e o dólar?

Dito tudo isso: por que o dólar à vista fechou em queda?

Para Cleber Alessie, operador da H. Commcor, a moeda americana passa por um movimento técnico nesta terça-feira, com o mercado se ajustando ao tom mais cauteloso assumido pelo Copom na ata da última reunião de política monetária — na ocasião, a Selic foi cortada para o novo piso histórico de 5% ao ano.

"O BC está preocupado em colocar um freio nessas apostas de queda muito intensa na Selic", diz Alessie, destacando que, apesar de o Copom deixar claro que há espaço para mais cortes na taxa de juros, a autoridade monetária está preocupada em acalmar as expectativas do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, a perspectiva de cortes não muito prolongados na Selic leva ao entendimento de que o diferencial de juros — ou seja, a margem entre as taxas dos Estados Unidos e do Brasil — não continuará se estreitando por muito tempo. Vale lembrar que, desde o início do ciclo de redução na Selic, esse diferencial caiu em 0,75 ponto.

Esse é um fator importante para o dólar porque, com essa margem mais estreita, diminui o apelo para a entrada de recursos estrangeiros por parte dos investidores que estavam atrás de rendimentos polpudos, gerados pelas taxas de juros mais altas do Brasil.

Resumindo: a sinalização mais cautelosa do Copom fez as curvas de juros fecharem em alta e, com a perspectiva de redução no diferencial, o dólar à vista encontrou espaço para cair — o mercado de câmbio local, assim, conseguiu ir na contramão do exterior.

Nesse cenário, os DIs para janeiro de 2021 subiram de 4,48% para 4,49%, e os com vencimento em janeiro de 2023 avançaram de 5,42% para 5,47%. Na ponta longa, as curvas para janeiro de 2025 foram de 5,99% para 6,02%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bancos sobem, Petrobras cai

As ações PN do Itaú Unibanco (ITUB4) fecharam  em alta de 1,73% e apareceram entre os destaques positivos do Ibovespa nesta terça-feira, após a instituição reportar um lucro líquido recorrente de R$ 7,156 bilhões no terceiro trimestre este ano, cifra 10,9% maior que a registrada no mesmo período do ano passado.

Além disso, o Itaú fechou o trimestre com uma rentabilidade de 23,5%, superando o Santander Brasil e o Bradesco — em linhas gerais, o balanço do banco foi bem recebido por analistas.

Os resultados do Itaú impulsionaram as ações do setor bancário como um todo, que vinham apresentando desempenhos negativos nos últimos dias. Banco do Brasil ON (BBAS3) subiu 0,63%, Bradesco PN (BBDC4) teve alta de 1,35% e as units do Santander Brasil avançaram 1,46%.

Por outro lado, os papéis da Petrobras recuaram e trouxeram pressão ao Ibovespa — as ações PN (PETR4) caíram 2,34% e as ONs (PETR3) tiveram perdas de 1,27%, com o mercado assumindo uma postura mais cautelosa antes do leilão do excedente da cessão onerosa, previsto para amanhã (6).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda na ponta negativa, destaque para JBS ON (JBSS3), com perdas de 3,87% — o pior desempenho do índice. Mais cedo, o procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu a rescisão do acordo de delação premiada de alguns ex-executivos da empresa, entre eles Joesley e Wesley Batista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar