🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Antes de ir à praia, passe na BM&F:

Quem nunca passou por esse aperto e agradeceu aos céus por ter aquele dinheiro guardado num fundo de renda fixa para emergências? Aquela aplicação básica em título público ou privado que quebra o maior galho?

19 de março de 2019
11:42 - atualizado às 11:06
Sede da B3 em São Paulo
Sede da B3 em São Paulo - Imagem: Shutterstock

Em dezembro, é batata! Não importa se a mulher do tempo diz que o verão vai ser chuvoso, com raios e trovoadas, as crianças querem ir à praia. Mas esse momento-delícia não sai de graça. A gente paga literalmente um pedágio, além daquele da estrada, claro. Minha esposa não arreda os pés de casa antes do “amigo oculto” e da ceia do Natal, que a minha sogra quer que este ano seja (de novo!) lá em casa. Você acha que estou colocando o carro na frente dos bois porque o Natal está longe? Não estou, não. Já, já é fim de março e estará na hora de planejar as despesas do fim do ano. E como você sabe, a despesa não é pouca. A família é grande. Não do meu lado! Mas tenho um bando de cunhados, cunhadas, sobrinhos e agregados... E tem as férias na praia...

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quem nunca passou por esse aperto e agradeceu aos céus por ter aquele dinheiro guardado num fundo de renda fixa para emergências? Aquela aplicação básica em título público ou privado que quebra o maior galho?

Não sei se você sabe, mas esse dinheiro aí, que até pode parecer pequeno, é protegido por uma engrenagem para lá de sofisticada, que existe em vários países do mundo, e, no Brasil, foi criada há 30 anos: o mercado futuro de juros.

É nesse mercado que se calcula quanto se pode ganhar com uma aplicação financeira ou quanto vai custar o crédito no fim deste ano, do próximo ou em 2030, quando você poderá estar se casando ou à espera da cegonha.

O mercado futuro de juros ou de depósito interfinanceiro (DI), como é mais conhecido, é uma ajuda e tanto para prever despesas, além do retorno de investimentos. É muito útil, mas teve um parto demorado. Nasceu só em 1991, cinco anos depois da estreia da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nem sei se você já tinha nascido. Em 1986, o meu segundo filho, o Júlio, aquele que guarda dinheiro no pote de vidro na cozinha, tinha 1 aninho. Tenho certeza de que a vida dele e também a sua têm sido influenciadas pelos mercados futuros.

Leia Também

Ao longo dos anos, esses mercados que ajudam a antecipar preços foram uma mão na roda para o governo. Eles contribuíram para que muitas medidas anunciadas valessem na prática. Serviram até para que algumas decisões – e a insegurança por elas provocadas – não atrapalhassem demais os brasileiros.

Três décadas se passaram e, hoje, tanto a Bovespa quanto a BM&F são segmentos da B3. A primeira negocia ações no mercado à vista e, a segunda, contratos futuros (também chamados de derivativos) de ativos financeiros ou produtos.

Parece esquisito, mas no mercado futuro é rara a possibilidade de se comprar alguma coisa e levar para casa porque ali se negocia o quanto algo pode custar dentro de alguns meses ou até anos – no futuro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A B3 fica em São Paulo e é tratada como uma Bolsa, embora ela seja mais que isso.

Batizada com 3 “Bs” — B de Brasil, B de Bolsa e B de Balcão —, a B3 é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro no mundo. E atua na criação e administração de sistemas de negociação, compensação, liquidação, depósito e registro para ações, taxa de juro, títulos de empresas, moedas e mercadorias.

A B3 surgiu no formato atual em 2017, após a fusão entre a BM&FBovespa e a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (Cetip). A BM&FBovespa nasceu quase dez anos antes, em 2008, como resultado de outra fusão: a da Bovespa com a BM&F.

O Índice Bovespa, o mais conhecido do mercado acionário brasileiro, ganhou uma cópia quando a BM&F começou a funcionar, em janeiro de 1986. O Ibovespa Futuro — irmão do índice à vista — tornou-se uma estrela. Naquele momento, era visto como um ativo moderno, mas o volume nele movimentado não teve o crescimento exuberante do contrato futuro de DI, que explodiu a partir de 1994, com o Plano Real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os contratos de DI derraparam muitas vezes até engatarem a primeira marcha. Ora batiam de frente com a inflação em sua espiral ascendente, ora desentendiam-se com a moeda nacional, que mudou de identidade mais de uma vez em pouco tempo até ser criado o real (que vale até hoje). Essa aí que você deve ter na carteira... Assim espero!

No Brasil, um país onde o governo era e é o maior tomador de dinheiro de investidores e com um histórico de inflação gigante na maior parte de sua história econômica, o sucesso do contrato de juro era certo. Esse mercado ganhou tração e tornou-se o mais negociado na B3.

Para dar uma ideia da dimensão desse mercado sobre os demais, em um único dia da semana passada a BM&F movimentou um total de 254 bilhões de reais (67 bilhões de dólares). Nesse dia, os contratos de DI responderam por 176 bilhões (46 bilhões de dólares) e o Ibovespa Futuro por 13,7 bilhões de reais (3,6 bilhões de dólares).

O receio de que o mercado futuro de DI possa encolher ou ser de alguma maneira prejudicado porque a inflação brasileira hoje é incomparavelmente menor que a dos anos de 1980 e 1990 é uma bobagem, afirma o administrador de um importante fundo de investimentos com quem conversei na semana passada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Avesso a entrevistas, esse executivo prefere manter o anonimato, mas disse acreditar que a estabilização dos preços tende, inclusive, a aumentar o volume de negócios com juros futuros. Isso aconteceu em outros países que tiveram períodos de inflação alta e que também viveram processos bem-sucedidos de estabilização.

“O mercado de juros é o mais importante do mundo. E os contratos futuros não servem apenas aos aplicadores que querem estimar o quanto vão receber de juro real no vencimento de operações. O futuro de juro serve para que se faça ‘hedge’ de operações de crédito”, lembra  o meu interlocutor.

Não tenha dúvida, portanto, que os mercados futuros continuarão a ter influência sobre sua vida, tenha você a idade que tiver. Outros contratos poderão ser criados, inclusive na BM&F para atender às necessidades do investidor pessoa física.

Essa é a expectativa do meu colega aqui da Empiricus, Luiz Rogé, que é um especialista em renda fixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você deve saber quem é o Rogé. Ele trabalha aqui há muito mais tempo que eu, que comecei dez dias atrás, e é muito respeitado por quem entende (e muito) sobre taxa de juro.

Leia abaixo a sugestão de Luiz Rogé sobre o ativo que pode ser criado pela BM&F.

O minicontrato que falta na prateleira

"A B3 negocia há muitos anos, e com bastante sucesso, o minicontrato futuro de índice Ibovespa, em que cada ponto de oscilação do índice resulta em uma variação de 20 centavos frente a 1 real do contrato padrão. É um contrato voltado para o pequeno investidor pessoa física.

Na mesma linha, a B3 também negocia o minicontrato futuro de dólar, que tem um tamanho de 10 mil dólares, cinco vezes menor do que o contrato padrão de futuro de dólar, que é de 50 mil dólares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dá para notar por esses dois exemplos que a B3 procura adequar o tamanho dos minicontratos futuros, ou o valor em reais de sua oscilação, ao porte da pessoa física para viabilizar a sua entrada no mercado.

Dessa forma, ela consegue dimensionar a capacidade financeira do pequeno investidor (ou especulador) ao seu mercado de seu interesse, tornando possível que ele venha a se utilizar desse mercado da mesma forma que o grande investidor (ou especulador) o faz.

No entanto, acredito que falta para a B3 lançar um ativo muito importante: o de minicontrato de DI, mercado onde se negocia o futuro de taxas de juros.

Atualmente, esse mercado só é acessível aos grandes investidores (bancos, investidores institucionais como fundos de investimento, seguradoras, etc.), dado o tamanho de seu contrato padrão, que é de 100 mil reais de valor de resgate, na data de seu vencimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O contrato futuro de DI funciona como uma “aposta” entre duas pessoas na qual , de um lado, tem uma pessoa que aposta na queda da taxa de juros prefixada, e do outro, existe alguém que aposta no contrário — na alta dos juros até a data de vencimento do contrato.

Importante lembrar que esse é um jogo controlado pela B3, que garante todas as operações. Assim, quem obteve ganhos nas operações realizadas com os futuros recebe o valor que ganhou, e quem sofreu perdas paga o prejuízo sofrido.

Por isso dizem que o “mercado futuro é um jogo de soma zero”, pois o valor ganho por uma pessoa corresponde exatamente à perda sofrida pela outra, a sua contraparte na “aposta”.

Por fim, com os minicontratos de DI seria possível viabilizar para a pessoa física muitos tipos de operações, especulativas ou de proteção (hedge) de suas aplicações. Dessa maneira, a existência desse mercado iria possibilitar, com certeza, uma gestão mais eficiente do patrimônio de renda fixa dessas pessoas."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Retomando

E o Ibovespa, enfim, rompeu a barreira dos 100.000 pontos, atingiu a máxima de 100.038 pontos, mas escorregou e fechou a segunda-feira aos 99.993 pontos. Essa cotação convertida pela taxa de câmbio corresponde a 26.237 pontos e está 41 por cento abaixo do recorde do Ibovespa em dólar, 44.616 pontos, alcançado em 19 de maio de 2008. Em moeda local, o índice estava em 73.438 pontos. No embalo positivo das Bolsas aqui e no exterior, o dólar caiu abaixo de 3,80 reais. Do segmento de juros não se deve esperar volatilidade expressiva porque operadores e analistas já estão em contagem regressiva para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic, nesta quarta-feira, e do Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (Fed) – o Banco Central dos EUA.

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar