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Um modelo de probabilidade utilizado pelo Federal Reserve (Fed) de Nova York passou da linha dos 30%, patamar que antecedeu recessões recentes
A economia americana deve crescer cerca de 2% neste ano e acabou de gerar 224 mil postos de trabalho em junho. Ainda assim, boa parte do noticiário por lá se dedica a avaliar qual a chance de uma recessão acontecer no curto ou médio prazos.
Nesta terça-feira, o que chama atenção é um indicador construído pelo Federal Reserve (Fed) de Nova York, uma das unidades do banco central americano. Utilizando parâmetros do mercado de títulos do Tesouro, os treasuries, a probabilidade de uma recessão nos próximos 12 meses está em 32,87%, leitura não observada desde a crise de 2008/2009.

O modelo tem como base o spread (diferença) entre os títulos de 10 anos e os de três meses. Quando essa relação é negativa, ou seja, o juro de curto prazo está acima do de longo prazo, os sinais de alerta se acendem nos EUA, pois esse tipo de fenômeno precedeu todas os episódios de recessão desde o fim da Segunda Guerra mundial. ( link para o gráfico do NY Fed).
Já tratamos dessa inversão da curva de juros em dezembro do ano passado, quando esse fenômeno aconteceu e trouxe uma onda de apreensão nos EUA. Naquele momento, a preocupação ainda era com o número de elevação de juros que o Fed poderia fazer agora em 2019.
Agora, as discussões no mercado são de quantas quedas serão anunciadas por Jerome Powell e companhia, que estarão reunidos no dia 31 de dezembro. Powell já disse que o Fed atuará para sustentar a expansão da economia americana, que está em crescimento há pouco mais de dez anos, maior período ininterrupto de crescimento já registrado.
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A curva invertida não é causa da recessão, mas um sintoma do que estaria por vir. Uma das possíveis leituras para o fenômeno é que os investidores aumentam a demanda por ativos seguros, como os papéis de 10 anos, antevendo a desaceleração. Isso faz com a preço dos títulos aumentem e suas taxas caiam.
Outra avaliação possível é que curvas invertidas acabam impactando negativamente o mercado de crédito, estrangulando a economia. Dinheiro de curo prazo mais caro que o de longo prazo “mata” a lógica do crédito. Por isso, alguns especialistas ficam mais atentos à persistência da curva invertida por longos períodos de tempo.
O que nos parece certo é que esse será um assunto que vai tomar parte do debate nos EUA e por aqui, em função dos riscos de uma desaceleração forte por lá acabar minando os esforços de retomada da atividade local.
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