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Eu já passei por isso, imagino que você também. Entrei no site da minha corretora para buscar um fundo de investimentos e fiquei perdida. É muita opção para escolher e fica difícil separar o joio do trigo. Confesso que até já desisti de aplicar em fundos por uma súbita indecisão sobre qual deles comprar.
Foi pensando nisso que pedi para o Vinícius Pinheiro fazer um pente fino do que tem disponível nas corretoras e te passar uma boa pedida todo bimestre.

O Vini olhou os números, conversou com gestores e encontrou um bom investimento para você. É um fundo de crédito privado, que compra dívidas de empresas. Essa aplicação pode ser uma boa para quem quer incrementar seus ganhos na renda fixa nesses tempos de juros baixos.
A vantagem de fazer o investimento via fundos é a diversificação. Com uma aplicação mínima de R$ 5 mil, por exemplo, você leva uma cesta de 150 papéis de diferentes empresas. Assim, o seu risco de perder dinheiro caso uma delas não pague a conta fica muito menor.
A escolha do Vinícius considera o histórico da gestora, que atua há 16 anos com crédito privado. Nesse segmento, é muito importante verificar quem é o gestor. O cara precisa ser bom para escolher títulos de empresas com solvência e evitar furadas.
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Esse fundo não perdeu a linha nem mesmo durante a última recessão, quando uma chuva de empresas pediram recuperação judicial. Todo ano ele rendeu mais do que o CDI. Consulte aqui a indicação do Vinícius.
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As conversas em torno de um acordo comercial preliminar entre Estados Unidos e China levantam mais dúvidas no mercado financeiro. Rumores de que a negociação pode estar mais fria do que se espera e que um consenso só seja atingido em 2020 deixam os investidores de mau humor.
A Casa Branca chegou a desmentir a possibilidade de adiamento, o que trouxe um pouco de alívio para as bolsas em Nova York, que fecharam em leve baixa ontem, tendência vista também nos índices futuros desta quinta-feira. Na Ásia, as bolsas fecharam no vermelho. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Um grande negócio da China vai bem. O gigante de comércio eletrônico Alibaba decidiu fazer mais uma oferta de ações e, desta vez, optou pela bolsa de Hong Kong. Não é a primeira oferta bilionária do grupo: em 2014 a companhia do excêntrico Jack Ma protagonizou o maior IPO da história em Wall Street ao levar mais de US$ 20 bilhões. Mas a oferta da vez foi um pouco mais “modesta”, como você confere nesta matéria.
Às vésperas da Black Friday, o Magazine Luiza não para. Depois de levantar R$ 4,3 bilhões em uma oferta de ações no início deste mês, a varejista anunciou uma parceria com a Marisa. A companhia vai vender eletrônicos dentro de 300 lojas da rede de moda feminina. Saiba mais.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, aproveitou sua participação em audiência no Congresso ontem para esclarecer um ponto do seu discurso do dia anterior no Senado. Ele disse que se a alta do dólar contaminar as expectativas de inflação, o BC vai agir nos juros. Esse esclarecimento é um balde de água fria em quem esperava uma atuação mais forte do BC nos leilões de dólar para segurar o câmbio. O Eduardo Campos traz mais detalhes sobre a estratégia de Campos Neto.

Enquanto os investidores esperam a volta dos estrangeiros para a bolsa de valores, tem gringo querendo investir uma bolada na economia real. Carlos Slim Domit, por exemplo, quer investir R$ 30 bilhões em 3 anos no Brasil. O empresário, filho de um dos homens mais ricos do mundo, se reuniu ontem com o presidente Jair Bolsonaro. Slim está de olho no leilão da tecnologia 5G que acontece no ano que vem e adiantou alguns detalhes do projeto de investimento. Confira.
Em Brasília, avançou o projeto que pode fazer com que o ex-presidente Lula volte para a prisão. A CCJ da Câmara aprovou a proposta que abre caminho para prender condenados após a segunda instância. Os parlamentares tentam reverter a decisão do STF por meio de uma PEC que modificaria dois artigos da Constituição. Entenda o caso.
| Indicadores - FGV divulga o Monitor do PIB de setembro - Ministério da Economia divulga dados do CagedBancos Centrais - BCE divulga ata da sua mais recente reunião de política monetária CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
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