O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investimento é o maior já feito pela seguradora no Brasil e a coloca no patamar mais alto do que já teve
A SulAmérica vendeu sua operação de automóveis e os chamados pelo setor de ramos elementares (que protegem o patrimônio, como casas e prédios) para a Allianz Seguros, por R$ 3 bilhões, conforme antecipou a 'Coluna do Broadcast' em junho.
O negócio injeta fôlego na estratégia de crescimento por aquisições da SulAmérica, que priorizou os segmentos de saúde e pessoas. Por outro lado, permite à alemã Allianz dobrar de tamanho no País, em seu maior investimento desde que desembarcou aqui, há 115 anos.
Depois de um "longo namoro", a Allianz concordou em desembolsar R$ 3 bilhões por uma companhia criada exclusivamente para a transação. Ela teria tido R$ 700 milhões de patrimônio e R$ 3,6 bilhões em prêmios (valor das prestações pagas pelos segurados), em 2018.
O presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, diz que ainda é cedo para falar sobre o destino do cheque bilionário que vai receber. "Já vínhamos investindo", disse ao Estadão/Broadcast. "Vamos nos concentrar ainda mais em nossas linhas."
Sem dar detalhes sobre futuras aquisições, Portella diz que o apetite da SulAmérica dependerá de oportunidades que surjam. Adianta, porém, que a companhia não está disposta a "pagar absurdo" por participação de mercado.
Na mira da SulAmérica, de acordo com ele, estão operações nos ramos que a seguradora opera: saúde, odontologia, vida e previdência. Em meio à reforma da Previdência, vida e previdência é uma das áreas mais atraentes porque tende a impulsionar a iniciativa privada. Já em odontologia, a companhia tem feito aquisições estratégicas enquanto que em saúde, as oportunidades são ainda mais específicas, como região e perfil da carteira.
Leia Também
A seguradora negocia neste momento parceria para vender seguro saúde no Itaú Unibanco e também disputa acordo semelhante com a Caixa Econômica Federal. Sobre dar um passo maior sobre ativos da concorrência como, por exemplo, a operação de saúde da rival Porto Seguro, o presidente da SulAmérica prefere não comentar.
No início do ano passado, a SulAmérica resolveu priorizar o segmento de saúde e odontologia. As outras operações foram oferecidas ao mercado. Assim, a carteira de capitalização foi adquirida pela brasileira Icatu, e as áreas automóvel e patrimonial, passaram às mãos da Allianz. Antes, a companhia já tinha se desfeito de seguros de grandes riscos, arrematada pela francesa Axa, a de seguros habitacionais, que foi para a Pan Seguros (seguradora do ex-Panamericano), ambas em 2015. Segundo Portella, a SulAmérica já encerrou a fase de vendas.
Do lado da Allianz, a aquisição das carteiras da SulAmérica dá nova cara à companhia. O total de receita em prêmios das unidades compradas é de R$ 3,6 bilhões, sendo R$ 3,4 bilhões apenas em automóveis e R$ 202 milhões em seguro patrimonial.
Com a aquisição, a Allianz somará R$ 6,9 bilhões em prêmios, dobrando de tamanho no Brasil, sendo R$ 5 bilhões apenas no ramo de automóvel. A companhia subirá algumas posições no ranking de maiores do mercado. A Allianz passa a ser a terceira companhia em ramos patrimoniais e a segunda em automóvel, segundo o presidente da seguradora no Brasil, Eduard Folch. "A decisão de adquirir as carteiras da SulAmérica está em linha com a estratégia da Allianz de fortalecer sua atuação em segmentos promissores de crescimento", diz. "É um grande passo no nosso reposicionamento estratégico no Brasil."
Os R$ 3 bilhões a serem desembolsados pela Allianz virão de um aporte da matriz, na Alemanha. O investimento é o maior já feito pela seguradora no Brasil e a coloca no patamar mais alto do que já teve.
Apesar disso, a seguradora alemã segue aberta para novas oportunidades. "A baixa penetração do seguro no mercado brasileiro no longo prazo mostra capacidade de crescimento do setor no País e justifica uma transação desse tamanho", afirma Folch.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras