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Para Renato Ejnisman, diretor gerente do Bradesco, quando reformas como a da Previdência e a Tributária passarem, Pais poderá focar em ‘agenda do futuro’: produtividade, redução de entraves e inserção do Brasil na agenda mundial
Além de US$ 2 bilhões em ativos e 10 mil clientes endinheirados, o BAC Florida Bank tem uma missão maior dentro do Bradesco: consolidar o braço internacional do banco. Feita no mês passado por R$ 2 bilhões, a aquisição visa, por um lado, atender aos brasileiros que procuram investimentos fora do País. Do outro, ser um ímã para estrangeiros que desejam investir no mercado latino-americano.
“O Brasil já chegou a representar entre 15% e 16% dos investimentos de fundos em mercados emergentes”, diz Renato Ejnisman, diretor gerente do Bradesco, ao Estadão/Broadcast. “Hoje, esse número está por volta de 9%, 10%, sendo que já foi 6%: há um espaço grande para crescer.” O Bradesco, conforme Ejnisman, segue aberto a oportunidades, mas não “sairá comprando bancos de varejo fora do Brasil”. Leia a entrevista, a seguir:
Qual a expectativa para a aprovação da compra do BAC?
Deve demorar entre seis e nove meses, o prazo típico. Conhecemos muito bem o banco durante o processo de aquisição e estamos super animados. É um potencial enorme para o
Bradesco.
Por quê?
Do lado do private (clientes com grandes patrimônios), temos potencial enorme de melhorar a entrega. Dobramos o número de pessoas em Luxemburgo e, agora, com o BAC em Miami. Na área dos clientes corporativos, o Bradesco ganha uma base nova, inclusive, na América Central. O banco terá mais produtos e um custo mais competitivo para operações nos Estados Unidos.
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Quantos CPFs de estrangeiros virão com o BAC?
São cerca de dez mil no total. Parte da nossa estratégia é manter e crescer a atividade do BAC. Hoje, é um banco que serve pessoas de alta renda de diversos países como México, Argentina, Estados Unidos e algumas pessoas da América Central. Não queremos parar.
Em um cenário de queda dos juros, o BAC faz diferença?
É o principal ganho. Em um cenário de juros baixos e de reforma da Previdência, o investidor, que já busca multimercados, ações, crédito privado e títulos, vai demandar diversificação geográfica e até de moeda. Estamos, no fundo, nos preparando para essa onda. Por tabela, também poderemos oferecer para investidores estrangeiros oportunidades no Brasil e na América Latina.
O investidor brasileiro no exterior é diversificação ou fuga?
Se imaginarmos um Brasil que dá certo, teremos mais investidor diversificando do que saindo por falta de opção. Mas é fato: tem gente que saiu do Brasil. A opção de diversificação é a que olhamos mais firme.
O investidor global vem só a partir de 2020?
Só no ano que vem. Estamos vendo uma agenda de passado, Previdência e questões tributárias. Quando passarmos a ver agenda de futuro, que é produtividade, redução de entraves e o Brasil inserido na agenda mundial, teremos crescimento maior e o investidor global.
As plataformas de investimento e os agentes autônomos já incomodam no público de alta renda e no private?
Podemos olhar como ameaça ou oportunidade. O mercado hoje apresenta muito mais oportunidades. Por exemplo, começamos a oferecer fundos da nossa gestora, a Bram, também através das plataformas.
Há uma crítica de que o Bradesco não aproveitou o potencial da Ágora, que seria a XP de antigamente. O banco está recuperando o tempo perdido?
Já transformamos nossas corretoras, inclusive a Ágora, em um lugar no qual os clientes podem comprar e vender ações, mas falar também de renda fixa, fundos e toda a gama de produtos de investimento. Temos vantagem porque possuímos muito mais pontos de contato com o cliente e capacidade de entender suas necessidades. Se formos inteligentes para transformar essa informação em benefício ao cliente, teremos muito a oferecer.
O Bradesco comprou o HSBC para reforçar o segmento de alta renda e private. O BAC foi nessa direção. O que falta?
Conseguimos prover uma experiência para o alta renda e o private muito melhor do que tínhamos. Agora, temos trabalho constante de melhoria, entender o cliente e ter capacidade de interagir com ele.
Não adianta só ter o cliente e ele comprar produtos das plataformas de investimento?
Por exemplo, mas não são somente as plataformas. A concorrência está mudando e vai mudar mais. Hoje, em determinado momento vamos concorrer com fintech, bigtech e em outros com uma empresa de patinete com carteira digital.
Falta reforço no exterior?
O banco está aberto a oportunidades que façam sentido, mas não vamos sair comprando bancos de varejo fora do Brasil. Podemos ter alguma necessidade específica em algum segmento.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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