O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gestora de investimentos colocou à venda a companhia em maio. O negócio é avaliado em R$ 6 bilhões – valor inclui dívidas
Dois fundos de pensão do Canadá estão entre os investidores que avançaram nas conversas para a compra da empresa de energia do fundo Pátria, a Argo.
A gestora de investimentos colocou à venda a companhia, dona de 1,1 mil quilômetros de linhas de transmissão que cortam os Estados do Maranhão, Piauí e Ceará, em maio. O negócio é avaliado em R$ 6 bilhões. O valor também inclui dívidas.
Segundo o Estadão, os fundos Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) e o Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ) avançaram nessas conversas.
No Brasil, a CPPIB é sócia da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), em parceria com o grupo Votorantim.
A CDPQ fez parte do consórcio que arrematou o gasoduto TAG, que pertencia à Petrobrás, liderado pela francesa Engie, por US$ 8,6 bilhões.
Fontes familiarizadas com o assunto afirmaram que uma eventual oferta do CPPIB pelo negócio não envolveria uma parceria com a Votorantim, uma vez que os negócios do grupo brasileiro estão concentrados em geração, e não em transmissão, principal área de atuação da Argo.
Leia Também
Já o fundo CDPQ poderia formar consórcio com a Engie para disputar o negócio.
A venda da Argo não vai representar a saída do Pátria do setor de energia. A gestora é sócia da CPFL Renováveis, maior empresa de energia renovável da América Latina, e tem participação na LAP - Latin America Power, que atua em energia hídrica e eólica no Chile e no Peru. Além disso, controla a Tecnogera, de soluções temporárias de energia.
Procurado, o Pátria informou, por meio de nota, que não comenta estratégias de investimentos e desinvestimentos. O CPPIB também não quis se pronunciar. O CDPQ não retornou os pedidos de entrevista.
*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios