Em busca do próximo Nubank
Ontem à noite eu renovei meu plano no estúdio onde faço aulas de pole dance. Usei meu cartão do Nubank para pagar pelo novo pacote numa maquininha da Stone. Depois da aula, peguei um 99 para voltar para casa, pois já era tarde. Há cerca de uma década, quando eu era uma jovem jornalista recém-formada […]

Ontem à noite eu renovei meu plano no estúdio onde faço aulas de pole dance. Usei meu cartão do Nubank para pagar pelo novo pacote numa maquininha da Stone. Depois da aula, peguei um 99 para voltar para casa, pois já era tarde.
Há cerca de uma década, quando eu era uma jovem jornalista recém-formada que acabava de se mudar para São Paulo, nenhuma dessas empresas existia oficialmente, e o pole dance ainda não era moda.
Hoje, elas estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas, eu virei fã do roxinho e quase todas as minhas amigas praticam ou já praticaram pole dance ou algum outro tipo de acrobacia aérea.
Essas startups foram impulsionadas pelos recursos de investidores que viram, lá atrás, a oportunidade de obter fartos retornos financeiros não só com a promessa de um bom negócio, mas principalmente de uma mudança completa nos paradigmas dos mercados onde essas empresas atuam. A tal da “disrupção”, palavra que também não era muito usada alguns anos atrás.
Agora, esses investidores de alto risco estão com o cofrinho cheio novamente, em busca da nova leva de empresas inovadoras brasileiras que possam vir a se tornar “unicórnios”, startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão.
O Vinícius Pinheiro apurou que alguns fundos de venture capital (capital de risco) andaram levantando uma boa grana junto a investidores brasileiros e estrangeiros para essa nova temporada de caça aos unicórnios.
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São fundos bastante restritos aos investidores com mais bala na agulha, mas esse movimento pode levar essas empresas a abrir o capital na bolsa no futuro, tornando-se acessíveis a mais gente.
O Vini conta, nesta matéria, quais são esses fundos e quanto eles já têm na carteira para tentar encontrar o novo Nubank.

Exclusivo Premium: uma ação para ganhar com o aumento da população e do dólar
Vamos passar do investimento restrito em novas tecnologias ao investimento que você pode fazer agora em um dos segmentos econômicos mais antigos da humanidade. Hoje, nosso colunista Alexandre Mastrocinque sugere uma ação para você proteger a sua carteira dos soluços do câmbio e ainda lucrar com o crescimento da população mundial. Confira o raio-x que o Alê preparou sobre essa empresa que tem um baita histórico.
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A Bula do Mercado: em dia de PIB, Argentina é destaque
Em dia de divulgação de dados do PIB por aqui e nos Estados Unidos, a vizinha Argentina rouba a atenção dos investidores. A decisão do governo do país de declarar moratória deve trazer instabilidade ao real, podendo acionar novo leilão de venda de dólares à vista.
Em linhas gerais, o presidente Mauricio Macri decidiu postergar o pagamento aos credores externos e iniciou tratativas com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para renegociar parte da dívida. A renegociação será concluída pelo próximo governo, que assume em dezembro.
Por ora, o sinal positivo que prevalece nas bolsas internacionais pode aliviar parte da pressão esperada para o dia no mercado local. Os índices futuros em Nova York avançam firme, o que embala a abertura do pregão europeu, mas a sessão foi mista na Ásia, com leves oscilações negativas em Tóquio e Xangai, mas ganhos em Hong Kong.
Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,94%, aos 98.193,53 pontos. O dólar à vista subiu 0,01%, a R$ 4,1580. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Praticamente parada
O IBGE divulgou há pouco que o PIB avançou 0,4% no segundo trimestre, na comparação com os três meses anteriores, na série com ajuste sazonal. Depois de um recuo de 0,2% no primeiro tri, o indicador mostra uma recuperação lenta da economia brasileira, aquém da expectativa que o mercado tinha lá no início do ano. Ainda assim, o número superou as expectativas mais recentes. A Bruna Furlani traz os detalhes.
Avanço do Leão sobre as letras
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua equipe estudam acabar com a isenção de Imposto de Renda para aplicações em LCI e LCA - aqueles investimentos em renda fixa que financiam atividades do agronegócio e do setor imobiliário. Segundo o Estadão, num momento de grande dificuldade fiscal, a avaliação do governo é de que não cabe mais uma diferenciação tributária entre as aplicações. Saiba mais.
Um grande abraço e ótima quinta-feira!
Agenda
Indicadores
- IBGE divulga PIB do Brasil no 2º trimestre
- FGV divulga IGP-M de agosto
- Tesouro Nacional divulga resultado primário do governo central em julho
- França e Estados Unidos divulgam PIB do 2º trimestre
- Alemanha divulga taxa de desemprego e inflação no país em agosto
- Estados Unidos publicam dados semanais de emprego e resultado de julho de sua balança comercial
Política
- CMN faz reunião em Brasília
- Comissão especial da Câmara discute PL da Previdência dos militares
REESTRUTURAÇÃO
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