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Com o movimento, a rede global de companhias aéreas não terá mais empresas brasileiras entre seus membros
A Star Alliance informou que a Avianca Brasil deixará formalmente a aliança de companhias aéreas a partir de 1º de setembro. Com isso, a rede global não terá mais empresas brasileiras entre seus membros.
Apesar da saída da Avianca Brasil, a Star Alliance afirma que ainda manterá uma rede competitiva na região, já que onze de suas 27 associadas oferecem operações diretas de e para o Brasil: Air Canada, Avianca S.A., Air China, Copa Airlines, Ethiopian Airlines, Lufthansa, SWISS, South African Airways, TAP Air Portugal, Turkish Airlines e United. Conforme a aliança, esse grupo de aéreas opera 588 voos semanais de 11 pontos domésticos no Brasil para 17 hubs da Star Alliance.
Em comunicado, o CEO da rede global, Jeffrey Goh, disse lamentar a situação da Avianca Brasil, que teve suas operações suspensas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no fim de maio. Goh também ressaltou que a saída da brasileira não afetará a participação da colombiana Avianca Airlines, "valioso membro que continua a contribuir significativamente para a Aliança na América do Sul".
Entre as maiores companhias aéreas brasileiras, a Latam Brasil passa a ser a única a integrar alianças mundiais. O Grupo Latam faz parte da oneworld, que tem 13 membros - incluindo a American Airlines e o grupo IAG (British Airways e Iberia), com os quais a Latam negocia acordos comerciais. A Gol é parceira da Delta e da Air France/KLM, que são as principais companhias da Skyteam. Já a Azul chegou a negociar uma adesão à Star Alliance em 2015, antes do ingresso da Avianca Brasil, mas as conversas não avançaram na ocasião.
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