O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Negócios foram firmados em leilão realizado ano passado e envolviam ativos em geração eólica e de transmissão
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou três atos de concentração envolvendo a Eletrobras, dois deles com a Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa) e um com a J. Malucelli Gerenciadora de Projetos e Análise de Riscos, todos sem restrições, conforme despachos publicados no Diário Oficial da União (DOU).
Com a Taesa, a estatal recebeu aval para duas operações. A primeira consiste na aquisição, pela Taesa, de 84,02% da participação acionária detida pela Eletrobras, por meio de sua subsidiária Eletrosul, na Empresa de Transmissão do Alto Uruguai (Etau), que tem atuação nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
A outra operação refere-se à compra, pela Taesa, da totalidade da participação detida pela Eletrobras, por meio da Eletronorte, na Brasnorte, concessionária de transmissão de energia elétrica com atuação no Estado do Mato Grosso.
O terceiro aval dado pelo Cade destina-se à proposta de aquisição, pela J. Malucelli, da totalidade das ações detidas pela Eletrobras nas empresas Rei dos Ventos, Brasventos Eolo e Brasventos Miassaba. A J. Malucelli já possui participação de 51% nas três sociedades e, com a operação, adquirirá os 49% restantes pertencentes à Eletrobras.
Os despachos do Cade confirmam os três negócios que foram fechados pela Eletrobras com as empresas em leilão realizado ano passado para vender participações em ativos de geração eólica e de transmissão.
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis