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Resultado ficou um pouco abaixo da média de expectativa de analistas ouvidos pelo Broadcast, do Estadão, que estimavam uma taxa de 11,90%

A taxa de desocupação no Brasil aumentou para 12% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 12,7 milhões de pessoas.
Esse é o maior número desempregados registrados desde agosto de 2018. No trimestre encerrado em dezembro, a taxa de desocupação foi de 11,6%, atingindo 12,2 milhões.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quarta-feira, 27 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou um pouco abaixo da média de expectativa de analistas ouvidos pelo Broadcast, do Estadão, que estimavam uma taxa de 11,90%. O intervalo ia de 11,60% a 12,10%.
Em igual período de 2018, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,2%. No trimestre até dezembro, o resultado ficou em 11,6%.
Os dados do IBGE mostraram ainda que o setor de construção cortou 42 mil postos de trabalho no período de um ano.
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A indústria demitiu outros 200 mil trabalhadores no trimestre encerrado em janeiro de 2019 em relação ao trimestre até janeiro do ano anterior. Também houve corte de vagas nos serviços domésticos, com 118 mil trabalhadores a menos em um ano; na agricultura, com menos 72 mil empregos; e no comércio, -104 mil trabalhadores.
Na direção oposta, a atividade de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas registrou um crescimento de 229 mil vagas em um ano.
Também houve aumento no contingente de trabalhadores de alojamento e alimentação (+241 mil empregados), outros serviços (+155 mil pessoas), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+540 mil vagas) e transporte, armazenagem e correio (+201 mil vagas).
*Com Estadão Conteúdo.
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