O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a entidade, expansão será de 1,2% este ano, bem abaixo da projeção apresentada apenas seis meses atrás, de 2,6%; Para 2020, a instituição também diminuiu sua estimativa de crescimento do comércio
Por causa da escalada das tensões comerciais e a desaceleração da economia global, a Organização Mundial do Comércio (OMC) apresentou hoje o que chamou de um "corte drástico" em sua projeção para o crescimento das transações globais de 2019.
Segundo a entidade que tem sede em Genebra, a expansão será de 1,2% este ano, bem abaixo da projeção apresentada apenas seis meses atrás, de 2,6%. Para 2020, a instituição também diminuiu sua estimativa de crescimento do comércio, de 3%, em abril, para 2,7% agora.
Os economistas da Organização alertam que os riscos negativos permanecem altos e que a projeção para o próximo ano depende de um retorno às relações comerciais "mais normais".
O prognóstico da entidade é a de que o Produto Interno Bruto (PIB) global suba 2,3% em 2020, mesmo patamar em relação à perspectiva para este ano. Mas abaixo das taxas de 2,6% projetadas em abril para os dois períodos - considerando câmbio de mercado. A expectativa para 2020 leva em conta a diminuição do imbróglio sino-americano.
"Os conflitos comerciais representam o maior risco negativo para a previsão, mas choques macroeconômicos e volatilidade financeira também são gatilhos em potencial para uma desaceleração mais acentuada", escreveram os técnicos em documento divulgado esta manhã.
A OMC também ressaltou que indicadores relacionados ao comércio sinalizam uma trajetória preocupante para o comércio mundial, com base nas ordens de exportação globais e na incerteza da política econômica. O crescimento das exportações e importações, constatou a Organização, diminuiu em todas as regiões e em todos os níveis de desenvolvimento no primeiro semestre de 2019.
Leia Também
“As perspectivas sombrias para o comércio são desencorajadoras, mas não inesperadas. Além de seus efeitos diretos, os conflitos comerciais aumentam a incerteza, o que está levando algumas empresas a adiar os investimentos para aumentar a produtividade, essenciais para elevar o padrão de vida", disse o diretor-geral da OMC, o brasileiro Roberto Azevêdo, no documento que apresenta as expectativas.
"A criação de empregos também pode ser dificultada, pois as empresas empregam menos trabalhadores para produzirem bens e serviços para exportação", continuou.
A resolução de desavenças comerciais permitiria aos membros da OMC evitar tais custos, segundo o diretor-geral. "O sistema comercial multilateral continua sendo o fórum global mais importante para resolver as diferenças e fornecer soluções para os desafios da economia global do século XXI. Os membros devem trabalhar juntos em um espírito de cooperação para reformar a OMC e torná-la ainda mais forte e eficaz."
A desaceleração esperada para o crescimento econômico se deve ao aumento das tensões comerciais, conforme o relatório, mas também reflete fatores cíclicos e estruturais específicos de cada país, incluindo a mudança da postura da política monetária nas economias desenvolvidas e a incerteza relacionada ao Brexit, como é chamada a saída do Reino Unido da União Europeia (UE). "Os riscos macroeconômicos estão firmemente inclinados para o lado negativo", resumiu o documento.
A Organização explicou que, devido ao alto grau de incerteza associado às previsões de comércio nas condições atuais, a taxa de crescimento estimada para o comércio mundial em 2019 está dentro de um intervalo de 0,5% a 1,6%.
A entidade chegou a considerar que a expansão do comércio pode cair abaixo desse intervalo se as tensões comerciais continuarem a aumentar, ou superá-lo se começarem a diminuir. A faixa de valores prováveis é ainda mais ampla para 2020, variando de 1,7% a 3,7%, com melhores resultados também dependendo de uma diminuição das tensões comerciais.
Os riscos para a previsão da OMC, reforçou o relatório, estão fortemente pendendo para o lado negativo e dominados pela política comercial. Rodadas adicionais de tarifas e retaliação poderiam, assim, produzir um ciclo destrutivo. A mudança das políticas monetária e fiscal também pode desestabilizar os mercados financeiros voláteis.
Uma desaceleração mais acentuada da economia global pode produzir uma desaceleração ainda maior no comércio. E, finalmente, um Brexit sem acordo pode ter um impacto regional significativo, principalmente para a Europa.
Gastos e redução das receitas levarão a dívida, já alta, para patamares acima de 120% do PIB norte-americano no ano que vem, muito superior à média de outros países com a classificação AA
Mega-Sena não saía desde o fim de março e por pouco não passou abril em branco. Bolão ganhador da Quina tinha 50 participantes. Loterias entram em recesso no feriado de hoje e voltam amanhã.
Confira as datas, o reajuste do valor em maio e as regras de recebimento do Gás do Povo, programa social que fornece gás de cozinha a famílias de baixa renda.
Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas
Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos
Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros
Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026
O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil
O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças
Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado
Colegiado evitou antecipar os próximos passos e disse que Selic alta por período prolongado surtiu efeito para a contração da atividade econômica
Álbum da Copa de 2026 será a edição mais cara; economista dá dicas de como prepara o bolso para a coleção
O banco conta com uma carteira de R$ 406 bilhões no agronegócio e espera ver uma estabilidade em 2026
Adidas ganhou a corrida nas pistas e obteve um impulso nas ações no rescaldo da Maratona de Londres