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Responsável pela gestão de R$ 40 bilhões, Rogério Xavier é conhecido tanto por ser um dos mais brilhantes gestores de fundos do mercado brasileiro como por não ter papas na língua. Por isso mesmo acordei cedo para conferir a participação dele em um evento promovido pela XP Investimentos.
A reportagem completa sobre a fala de Xavier você confere amanhã no Seu Dinheiro. Mas adianto para você aqui na newsletter uma provocação lançada por ele a ninguém menos que o presidente do Banco Central.
Para o gestor da SPX, Roberto Campos Neto sofreu da chamada “síndrome de novo presidente do BC”. Já ouviu falar? Trata-se de uma necessidade de os ocupantes recentes do cargo mostrarem ao mercado que são “durões” – ou “hawk” (falcão) no jargão do mercado.
Xavier disse que essa pode ser a explicação para a taxa básica de juros demorar tanto a cair mesmo com a inflação abaixo da meta. Na visão dele, um “erro claríssimo” do Banco Central.
Enquanto o gestor da SPX falava em São Paulo, Campos Neto participava de uma sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O discurso do dirigente passou a ser ainda mais aguardado depois que o dólar atingiu a máxima histórica de R$ 4,205 nesta segunda-feira.
Ainda que a inflação nem de longe preocupe, a alta da moeda norte-americana poderia levar Campos Neto a reassumir o discurso “durão” e sinalizar um possível freio ao processo de queda da Selic.
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O Eduardo Campos foi até o Senado acompanhar de perto a sabatina e conta para você o que o presidente do BC disse sobre a valorização recente do dólar.
Os investidores passaram a terça-feira no clássico ditado “um olho no peixe e o outro no gato”. O peixe era o comportamento do câmbio após o recorde batido ontem. Já o gato estava em se (e como) o BC atuaria para conter a escalada do dólar. Como nada de concreto aconteceu, a moeda norte-americana até ameaçou atingir novas marcas, mas perdeu força ao longo do dia. Por falar em falta de força, o Ibovespa teve mais um dia de queda, como conta o Victor Aguiar na nossa cobertura de mercados.
Principal índice de ações da bolsa, o Ibovespa vai mudar a sua escalação logo no início de 2020, como é de praxe – e os analistas já estão atentos. Antes mesmo da divulgação da primeira prévia da nova carteira, o BTG Pactual fez as contas e revelou suas apostas de quais ações devem sair e quais vão entrar no índice. Já adianto que entre as novidades tem uma operadora de planos de saúde e um grupo de seguros. Veja quem são as novatas nesta matéria.
Uma das perguntas mais recorrentes dos leitores do Seu Dinheiro é se as ações do Magazine Luiza ainda têm fôlego para subir depois da fantástica disparada de mais de 18.000% desde o fim de 2015. Para os analistas do Goldman Sachs, a resposta é sim. O banco iniciou a cobertura do Magalu com recomendação de compra. Na conta do otimismo estão as recentes transformações de negócios da empresa e os números invejáveis que ela entrega. A Bruna Furlani traz para você qual o potencial de valorização dos papéis, pelas contas do Goldman.
Investir em debêntures equivale a fazer um empréstimo. E como todo empréstimo, conta com o tal risco de crédito. Ou seja, de a empresa que emitiu os papéis não honrar o compromisso. Foi o que aconteceu com a Rodovias do Tietê. A concessionária atraiu milhares de investidores com uma emissão de debêntures de infraestrutura, que contam com isenção de imposto de renda. Mas acabou enfrentando dificuldades financeiras e deixou de pagar os investidores. A Julia Wiltgen conta mais detalhes sobre o caso e os próximos passos nesta matéria.
Quem tem conta no Nubank deve ter reparado que a NuConta passou por mudanças. A fintech está migrando a forma de depósito dos clientes: o dinheiro que antes ficava em títulos públicos passará para os Recibos de Depósito Bancário (RDB). Na prática, a rentabilidade segue a mesma (100% do CDI), mas a garantia dos depósitos mudou. Saiba o que isso significa e como você pode voltar com a versão original da NuConta.
O consumo da maconha continua ilegal no Brasil, mas em alguns estados nos Estados Unidos você pode sair às ruas livremente e acender um cigarro de cannabis. Não estou aqui fazendo nenhuma apologia à substância, mas o fato é que a legalização, seja para o uso recreativo ou medicinal, criou uma indústria bilionária lá fora. E o mercado financeiro, claro, não podia ficar fora dessa. Depois de anunciar o lançamento do primeiro fundo brasileiro que investe em maconha legal no exterior, a gestora Vitreo criou um novo produto, agora disponível a qualquer investidor. Confira as condições do fundo nesta matéria.
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