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Amado e odiado por diferentes grupos, o investidor é o tipo de figura que, ao longo do tempo, adquiriu ares míticos; confira o que Soros já “previu” ao longo do tempo — e o que ele acertou
Ainda não existe máquina do tempo. Ou vivemos num ponto da linha do tempo em que essa ferramenta não foi inventada. Dá para se contentar com ficção, com as teorias da ciência e com comparações de falas do passado que gurus fizeram.
Já falamos aqui do Warren Buffett, que palpitou sobre criptomoedas, ‘terra-planistas’ e a própria morte. Mas se eu te disser que o polêmico George Soros teve suas ideias do passado comparadas com o presente?
Amado e odiado por diferentes grupos, o investidor é o tipo de figura que, ao longo do tempo, adquiriu ares míticos. Ele acumulou uma fortuna de US$ 40 bilhões e aplicou muito do seu dinheiro em projetos de defesa dos direitos humanos.
O nome dele hoje é sinônimo de teorias da conspiração e seus movimentos despertam a atenção do mercado. Um dos exemplos mais recente da atuação do filantropo está por aqui, no Brasil. Sua firma de investimentos, a Soros Fund Management Llc, mais que dobrou sua participação na Oi.
Soros já fez uma série de previsões sobre assuntos diversos envolvendo a política e a economia. Para ter uma ideia mais consistente desses palpites do bilionário, a o site Business Insider examinou algumas dessas e seus resultados. Confira.
Soros previu uma vitória importante para os democratas nas eleições de 2018. "Eu dou crédito ao presidente Trump por motivar seus principais apoiadores de maneira brilhante. Mas, para cada apoio, ele criou um grande número de opositores que são igualmente motivados", disse o investidor no Fórum Econômico Mundial.
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O que aconteceu: os democratas recuperaram o controle da Câmara de Representantes. A integrante da oposição Nancy Pelosi voltou a ser presidente da Câmara, mas os republicanos mantiveram o controle do Senado. Soros também previu que Trump não seria reeleito em 2020.

Soros disse que criptomoedas eram bolhas e ridicularizou o bitcoin. "A criptomoeda é um equívoco. É uma bolha típica, algo que é sempre baseado em algum tipo de mal-entendido", disse o bilionário. “É uma especulação".
O que aconteceu: O bitcoin despencou 70% em dezembro de 2018 e, desde então, recuperou um pouco seu valor. Conforme contou a Bruna Furlani nesta matéria, existe um fenômeno conhecido como halving, que explica as oscilações da criptomoeda.
Quando o criador da moeda Satoshi Nakamoto escreveu o protocolo do bitcoin, ele estipulou que a recompensa pela mineração da moeda diminuiria lentamente ao longo dos anos para controlar o suprimento do ativo. Com isso, a cada quatro anos, o processo de recompensa dado aos mineradores de bitcoin reduz pela metade.
Como a última vez que isso ocorreu foi em 2016, a próxima será no ano que vem. E isso costuma impactar diretamente na cotação do ativo.

O bilionário lembrou que Facebook e o Google controlam boa parte da receita na internet, mas que o discurso oficial das companhias de que elas são meras distribuidoras de informação não deveria livrá-las de regulamentações mais rigorosas.
O que aconteceu: Facebook e Google estão sob forte pressão por questões de privacidade. A rede social de Mark Zuckerberg, nos últimos tempos, sofreu ataques do Congresso norte-americano pelo modo como foi usada durante as eleições presidenciais de 2016. As ações da empresa caíram quase 44% desde julho de 2018, antes de se recuperarem em 2019. A empresa encerrou o primeiro trimestre deste ano numa posição muito melhor do que a esperada pelos investidores.

Soros disse, em 2016, que a China vivia uma situação semelhante aos EUA pré-crise financeira de 2007-08. Ou seja, o que esperava aquele País seria uma situação de forte recessão.
O que aconteceu: a economia da China desacelerou em 2018 e 2019. Mas não parece haver sinais de uma crise como aquela que abalou os Estados Unidos na década passada.
O País, no entanto, vive momentos de tensão, justamente com os Estados Unidos, por conta da guerra comercial. O presidente do Estados Unidos, Donald Trump, chegou a dizer recentemente que está “muito feliz” com o conflito com os chineses e que a economia da China não irá superar a norte-americana enquanto ele estiver no comando.

George Soros disse o regime do Irã duraria muito. À época em que ele falou isso o país era governado por Mahmoud Ahmadinejad, um político bastante religioso que fazia vários ataques ao governo norte-americano.
O que aconteceu: o presidente de Mahmoud Ahmadinejad foi tirado do cargo nas eleições de 2012, quando o reformista Hassan Rouhani assumiu a presidência. Mas não foi uma mudança total de regime, já que o Ayatollah Khamenei, no cargo desde 1989, manteve seu papel de líder supremo.

* Com informações do site Business Insider
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