O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pesquisa da Oxfam Brasil e Datafolha mostra que 77% dos brasileiros acreditam nessa premissa, contra 71% dos entrevistados um ano antes. Visão de estado mínimo tem pouca aderência entre a população.
A visão de que os ricos devem pagar mais impostos e financiar políticas sociais no Brasil ganha força. Segundo uma pesquisa da Oxfam Brasil e Datafolha com dados de 2018, divulgada nesta segunda-feira (8), 77% dos brasileiros acreditam nessa premissa, uma fatia maior dos que os 71% dos entrevistados que concordaram com a mesma questão um ano antes.
A pesquisa ainda mostra que 94% da população acredita que o imposto pago deve beneficiar os mais pobres.
Chamou a atenção dos pesquisadores o alto apoio da população a ideia de que o governo deve atuar na diminuição das desigualdades. 84% concorda que é obrigação dos governos diminuir a diferença entre muito ricos e muito pobres, ante 79% em 2017; e 75% apoia a universalidade do ensino público fundamental e médio. Outros 73% defendem a universalidade para atendimento em postos de saúde e hospitais.
"Fica ainda mais evidente que não passamos por uma “onda liberal” para políticas sociais como desejariam aqueles que defendem o estado mínimo – ao contrário, o brasileiro espera cada vez mais investimento estatal na sociedade para um futuro próspero e mais equitativo", dizem os pesquisadores em documento.
Já as prioridades para o imposto pago receberam, na pesquisa, uma nota de 0 a dez. Combate à corrupção (9,7), investimento público em saúde, maior oferta de emprego e investimento público em educação — 9,6 todos — foram elencadas primeiro.
A pesquisa também mostra que 64% concordam total ou parcialmente que “mulheres ganham menos no mercado de trabalho por serem mulheres”, contra 33% que discordam. Em 2017, a concordância total ou parcial era de 57% e a discordância total ou parcial era de 41%.
Leia Também
Quanto ao racismo, 52% dos brasileiros concordam com a afirmação de que “negros ganham menos no mercado de trabalho pelo fato de serem negros”. Em 2017, as concordâncias somavam 46% contra 50% de discordância.
A pesquisa também perguntou como as pessoas se percebem na distribuição de renda nacional. Os entrevistados tiveram de responder onde se localizam numa escala de 0 a 100, na qual "0" significa “muito pobre” e "100" significa “muito rico”. 85% dos brasileiros se colocam na metade mais pobre (0 a 50).
"Apesar de se tratar de uma oscilação positiva quando comparada aos níveis da primeira pesquisa de 2017 (na qual esse número foi de 88%), ainda é bastante distorcida a percepção da distribuição social", diz o documento divulgado hoje.
Segundo a pesquisa, as maiores variações entre a percepção da própria renda e a realidade ocorreram nas “extremidades”: entre 2017 e 2019, caiu de 41% para 38% o contingente que se coloca entre 0 e 25, e subiu de 1% para 5% aqueles que se colocam entre 76 e 100. No geral, subiu de 12% para 16.
A pesquisa foi feita nacionalmente entre os dias 12 e 18 de fevereiro deste ano.

Confira o calendário de maio do programa Pé‑de‑Meia, que oferece até R$ 9,2 mil para alunos de baixa renda permanecerem na escola
Quem aderir ao programa de renegociação de dívidas com recursos do FGTS não poderá fazer apostas online por um ano
A redução ou isenção de tarifas para o comércio entre os dois blocos econômicos deve abrir espaço para a expansão de exportação brasileira para a Europa; veja o que está em jogo
Segundo o banco, a autoridade monetária segue comprometida com um ciclo de flexibilização, mas agora sob maior cautela, diante da piora do ambiente inflacionário
Gastos e redução das receitas levarão a dívida, já alta, para patamares acima de 120% do PIB norte-americano no ano que vem, muito superior à média de outros países com a classificação AA
Mega-Sena não saía desde o fim de março e por pouco não passou abril em branco. Bolão ganhador da Quina tinha 50 participantes. Loterias entram em recesso no feriado de hoje e voltam amanhã.
Confira as datas, o reajuste do valor em maio e as regras de recebimento do Gás do Povo, programa social que fornece gás de cozinha a famílias de baixa renda.
Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas
Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos
Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros
Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026
O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil
O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças
Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado