O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em sua primeira reunião, Roberto Campos Neto passa uma mensagem clara de que a avaliação sobre a economia brasileira, depois de choques recentes, demandará tempo e não será concluída no curto prazo
O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, comandou sua primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e chegou transmitindo uma mensagem clara: a Selic, atualmente fixada em 6,5% ao ano, vai ficar estacionada onde está por bom tempo. Mesmo com a economia em ritmo aquém do esperado, um balanço de risco simétrico e projeções e expectativas ancoradas ao redor das metas.
O comunicado da decisão desta quarta-feira joga um balde de água fria em parte do mercado que acreditava em redução da Selic ainda em 2019, a depender da agenda de reformas, e também deve acentuar as discussões de parte do mercado e da academia de que haveria sim espaço para redução, mesmo sem reforma da Previdência.
Se a Selic não cai, também não sobe, o que não deixa de ser boa notícia para os ativos de risco, como bolsa de valores e Fundos Imobiliários.
Esse inconteste aceno de estabilidade está no seguinte parágrafo:
“O Comitê julga importante observar o comportamento da economia brasileira ao longo do tempo, com menor grau de incerteza e livre dos efeitos dos diversos choques a que foi submetida no ano passado. O Copom considera que esta avaliação demanda tempo e não deverá ser concluída a curto prazo.”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A ata pode trazer melhores avaliações, mas esse tipo de mensagem reforça a indicação já dada que de que a retomada da atividade depende da redução do nível de incerteza e que a política monetária já está suficientemente estimulativa. Entre os choques, podemos citar greve dos caminhoneiros, eleições e período de instabilidade que assolou economias emergentes.
Leia Também
Pode ser que a estratégia do BC seja esperar para não ter de subir a Selic justamente quando a economia engrenar um ritmo mais forte de crescimento após a possível aprovação da reforma da Previdência e outros ajustes.
Antes de apresentar essa conclusão de que nada acontece no curto prazo, o Copom reconhece que a atividade apresenta ritmo “aquém do esperado”, mas que a economia “segue em processo de recuperação gradual”.
Também há uma mudança com relação ao balanço de risco para a inflação, que está simétrico, ou seja, os riscos de alta e de baixa estão equilibrados. Por um lado, a atividade fraca pode manter o IPCA abaixo da meta. De outro lado, uma frustração com as reformas pode colocar os preços para cima, risco que se intensifica em caso de piora externa.
No lado as projeções, no cenário com Selic em 6,5% e câmbio constante de R$ 3,85, a inflação fecha o ano em torno de 4,1% (contra 3,9% da reunião anterior) e fica em 4% para 2020. As metas são de 4,25% para este ano e de 4% para o próximo.
O comunicado também reitera mensagem que vinha sendo dada por Ilan Goldfajn e que já tinha sido repetida por Campos Neto e suas últimas falas públicas:
“O Copom avalia que cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária, inclusive diante de cenários voláteis, têm sido úteis na perseguição de seu objetivo precípuo de manter a trajetória da inflação em direção às metas.”
Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã
Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil
Uma alteração momentânea no ano passado fez a cidade se tornar a primeira capital cerimonial do país no século XXI
O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou dois editais de concurso público voltados a professores e técnicos administrativos
Dados do FGV IBRE revelam a maior insatisfação dos trabalhadores brasileiros
As loterias da Caixa costumam parar somente aos domingos e nos feriados nacionais. Elas terão calendário alterado durante o Carnaval. Confira a seguir.
Lotofácil foi a única loteria a fazer novos milionários na rodada de quinta-feira. Ganhador recorreu à chamada “teimosinha”.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação
O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.
Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.
Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos