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Vencedores nessa disputa serão empresas que tiverem base de clientes para apresentar outros produtos, diz presidente da Cielo, que avalia ter banco próprio
Até onde vai a guerra de preços no mercado de maquininhas de cartão? O presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, não sabe dizer, mas deixou claro que não vai hastear bandeira branca aos concorrentes.
"Quem define o preço é o mercado, mas temos bastante apetite para continuar nesse jogo", afirmou Caffarelli, em uma entrevista coletiva na sede da empresa de maquininhas controlada pelo Banco do Brasil e Bradesco.
O presidente da Cielo disse que os vencedores nessa disputa serão as empresas que tiverem base de clientes para apresentar outros produtos aos clientes.
Por isso a companhia decidiu mudar a estratégia e dar foco ao aumento na participação de mercado, em detrimento das margens de lucro.
Os dois lados dessa moeda aparecem bem nos resultados do segundo trimestre. A Cielo registrou lucro líquido de R$ 431,2 milhões, queda de 33,3% em relação ao mesmo período do ano passado e mais uma vez abaixo das projeções do mercado.
Do lado operacional, porém, a empresa mostrou reação, com aumento de 9% no volume de transações realizadas com as maquininhas. A base de clientes também cresceu e chegou a 1,4 milhão, um avanço de 4,6% em três meses e de 14,4% em relação ao segundo trimestre de 2018.
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"Os números demonstram que a nossa estratégia focada na participação de mercado foi acertada. Isso não quer dizer q estamos satisfeitos, mas estamos no caminho certo", afirmou Caffarelli.
Líder de mercado, a Cielo voltou a ganhar participação no primeiro trimestre deste ano, com um aumento de 1 ponto percentual, segundo Caffarelli. A expectativa é que essa tendência se repita no segundo trimestre, mas ele não disse que ainda não há como afirmar porque os números dos concorrentes ainda não saíram.
O mercado parece ter comprado o discurso, pelo menos hoje. As ações da Cielo disparou e fechou em alta de 12,89% hoje na B3. Confira também nossa cobertura atualizada de mercados.
Na linha de novos produtos que passaram a ser oferecidos aos clientes, o presidente da Cielo destacou o "Receba Mais". Trata-se de um financiamento concedido com base nas projeções de vendas futuras das lojas, o chamado "crédito fumaça".
O projeto piloto começou em junho, com a concessão de R$ 40 milhões. "Essa pode ser uma nova avenida de geração de resultado", afirmou Caffarelli.
O "crédito fumaça" já existe hoje, mas é concedido principalmente por bancos. Ou seja, a Cielo vai competir com as instituições financeiras nessa linha.
Os recursos para a concessão de financiamentos na linha "Receba Mais" hoje vêm de duas fontes: do Bradesco, um dos controladores da Cielo, e de um fundo de recebíveis (conhecido pela sigla FIDC).
Caffarelli não descarta o uso de recursos de outros bancos no futuro ou até mesmo criar um banco próprio para ter um "funding" mais estável para as operações, na linha do que fizeram outras empresas de maquininhas. Mas disse que essa é uma discussão para o futuro.
Sobre os possíveis planos dos bancos controladores de fechar o capital da Cielo depois da forte queda das ações, Caffarelli negou mais uma vez que haja qualquer discussão nesse sentido.
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