🔴 INVISTA MELHOR USANDO O CLAUDE: PEGUE INGRESSO PARA A MASTERCLASS E GANHE UM E-BOOK  – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

O Império ruiu

Dívidas sem garantias da Odebrecht com bancos públicos e fundo já somam R$ 17 bilhões

Na categoria empréstimos, o maior credor é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem cerca de R$ 7 bilhões em créditos da Odebrecht. Em seguida, aparece o Banco do Brasil com R$ 4,75 bilhões; e a Caixa, com R$ 4,13 bilhões

Odebrecht - Imagem: Shutterstock

Na lista de credores do grupo Odebrecht SA sem garantias reais, - que podem ser obtidas sob a forma de ações e imóveis -, estão bancos públicos e o fundo de investimento do FGTS (FI-FGTS). Essas instituições detêm quase R$ 17 bilhões de dívidas incluídas dentro da recuperação judicial da empresa. Os números foram publicados hoje (19) pelo jornal O Estado de S.Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na categoria empréstimos, o maior credor é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem cerca de R$ 7 bilhões em créditos da Odebrecht. Em seguida, aparece o Banco do Brasil com R$ 4,75 bilhões; e a Caixa, com R$ 4,13 bilhões. O crédito do FI-FGTS é de R$ 902 milhões, de acordo com informações obtidas no processo judicial.

Já entre os bancos privados, nomes como Bradesco, Santander e Itaú têm juntos uma dívida a receber de R$ 1,3 bilhão, sem garantias. Por outro lado, eles detém um crédito de R$ 8,4 bilhões, com garantias, especialmente de ações da Braskem. No caso de Bradesco e Itaú, eles possuem o maior montante segurado com os papéis da petroquímica. No ano passado, o valor foi elevado quando ambos fizeram novo aporte de R$ 2,6 bilhões no grupo.

De um total de R$ 14,5 bilhões de dívidas com garantias, como ações da Braskem, e que não entraram na recuperação judicial, os bancos públicos possuem uma fatia de apenas R$ 6 bilhões.

Os números começaram a ser levantados após o pedido de recuperação da companhia ter sido aceito ontem (18) pelo juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, de São Paulo. O processo está sendo considerado o maior da história, já que as estimativas de dívidas do grupo ultrapassam os R$ 98 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tchau, garantias

Como não há garantias em termos de ações e nem de imóveis, os bancos públicos vão para o fim da fila dos credores a receber. Eles ficam na frente apenas dos acionistas, que recebem o valor que está no capital social da companhia, se houver algum.

Leia Também

PRÉVIA DO RESULTADO

Receitas em alta e ações de lado: balanço da SpaceX (SPCX) finalmente decolou? Saiba o que esperar

DESTAQUE NA IMPRENSA

Repórteres do Seu Dinheiro são vencedoras do prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças

Mas além da posição desfavorável, os bancos ainda devem ter um desconto grande sobre o valor principal, dependendo das negociações que forem feitas na assembleia.

Apesar dos dados mostrados no processo, o BNDES disse que não está de acordo com as informações. Ao ser questionado pelo jornal, o banco destacou em nota que todas as operações firmadas com a Odebrecht têm garantias reais e pessoais.

“O banco apresentará sua manifestação no âmbito da recuperação judicial de modo a obter o correto reconhecimento do valor, classificação dos seus créditos", afirmou a instituição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a Caixa alertou que a operação é protegida por sigilo bancário, e que, por isso, não iria se manifestar. O BB e os bancos privados não comentaram.

Prática comum

Após conversas com especialistas, o jornal destaca ainda que a prática de conceder crédito sem garantias é comum. Em muitos casos, os bancos avaliam o risco da empresa e, em vez de exigir garantias, incluem nos contratos os chamados covenants, que funcionam como cláusulas com indicadores financeiros que não podem ser descumpridos sob pena de terem o vencimento de dívidas antecipado. O mesmo já ocorreu com Vale e Petrobrás, que têm parte da dívida atrelada apenas a esses mecanismos.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Uma mão segura um despertador tocando, com um calendário ao lado 19 de outubro de 2026 - 6:04
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 19 de outubro de 2026 - 5:02
bolsa famíliaPessoa segura cartão do Bolsa Família, benefício com datas de pagamento previstas para 2026. 18 de outubro de 2026 - 6:48
Carro da Mega-sena encalhado 15 de outubro de 2026 - 7:07
Carteira de trabalho CLT 14 de outubro de 2026 - 22:42
13 de outubro de 2026 - 16:07
Mega-Sena é o carro-chefe das loterias da Caixa. 13 de outubro de 2026 - 7:19
calendário, agenda, economia 12 de outubro de 2026 - 18:00
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Eduardo Bolsonaro 8 de outubro de 2026 - 16:53
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar