O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na categoria empréstimos, o maior credor é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem cerca de R$ 7 bilhões em créditos da Odebrecht. Em seguida, aparece o Banco do Brasil com R$ 4,75 bilhões; e a Caixa, com R$ 4,13 bilhões
Na lista de credores do grupo Odebrecht SA sem garantias reais, - que podem ser obtidas sob a forma de ações e imóveis -, estão bancos públicos e o fundo de investimento do FGTS (FI-FGTS). Essas instituições detêm quase R$ 17 bilhões de dívidas incluídas dentro da recuperação judicial da empresa. Os números foram publicados hoje (19) pelo jornal O Estado de S.Paulo.
Na categoria empréstimos, o maior credor é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem cerca de R$ 7 bilhões em créditos da Odebrecht. Em seguida, aparece o Banco do Brasil com R$ 4,75 bilhões; e a Caixa, com R$ 4,13 bilhões. O crédito do FI-FGTS é de R$ 902 milhões, de acordo com informações obtidas no processo judicial.
Já entre os bancos privados, nomes como Bradesco, Santander e Itaú têm juntos uma dívida a receber de R$ 1,3 bilhão, sem garantias. Por outro lado, eles detém um crédito de R$ 8,4 bilhões, com garantias, especialmente de ações da Braskem. No caso de Bradesco e Itaú, eles possuem o maior montante segurado com os papéis da petroquímica. No ano passado, o valor foi elevado quando ambos fizeram novo aporte de R$ 2,6 bilhões no grupo.
De um total de R$ 14,5 bilhões de dívidas com garantias, como ações da Braskem, e que não entraram na recuperação judicial, os bancos públicos possuem uma fatia de apenas R$ 6 bilhões.
Os números começaram a ser levantados após o pedido de recuperação da companhia ter sido aceito ontem (18) pelo juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, de São Paulo. O processo está sendo considerado o maior da história, já que as estimativas de dívidas do grupo ultrapassam os R$ 98 bilhões.
Como não há garantias em termos de ações e nem de imóveis, os bancos públicos vão para o fim da fila dos credores a receber. Eles ficam na frente apenas dos acionistas, que recebem o valor que está no capital social da companhia, se houver algum.
Leia Também
Mas além da posição desfavorável, os bancos ainda devem ter um desconto grande sobre o valor principal, dependendo das negociações que forem feitas na assembleia.
Apesar dos dados mostrados no processo, o BNDES disse que não está de acordo com as informações. Ao ser questionado pelo jornal, o banco destacou em nota que todas as operações firmadas com a Odebrecht têm garantias reais e pessoais.
“O banco apresentará sua manifestação no âmbito da recuperação judicial de modo a obter o correto reconhecimento do valor, classificação dos seus créditos", afirmou a instituição.
Já a Caixa alertou que a operação é protegida por sigilo bancário, e que, por isso, não iria se manifestar. O BB e os bancos privados não comentaram.
Após conversas com especialistas, o jornal destaca ainda que a prática de conceder crédito sem garantias é comum. Em muitos casos, os bancos avaliam o risco da empresa e, em vez de exigir garantias, incluem nos contratos os chamados covenants, que funcionam como cláusulas com indicadores financeiros que não podem ser descumpridos sob pena de terem o vencimento de dívidas antecipado. O mesmo já ocorreu com Vale e Petrobrás, que têm parte da dívida atrelada apenas a esses mecanismos.
*Com Estadão Conteúdo
Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil
Uma alteração momentânea no ano passado fez a cidade se tornar a primeira capital cerimonial do país no século XXI
O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou dois editais de concurso público voltados a professores e técnicos administrativos
Dados do FGV IBRE revelam a maior insatisfação dos trabalhadores brasileiros
As loterias da Caixa costumam parar somente aos domingos e nos feriados nacionais. Elas terão calendário alterado durante o Carnaval. Confira a seguir.
Lotofácil foi a única loteria a fazer novos milionários na rodada de quinta-feira. Ganhador recorreu à chamada “teimosinha”.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação
O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.
Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.
Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos
Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo