O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o presidente do BCE, Mario Draghi, a perspectiva econômica está “piorando mais e mais” na zona do euro
O Banco Central Europeu (BCE) passou nesta quinta-feira, 25, a prever que as taxas de juros permaneçam nos seus níveis presentes ou mais baixos ao menos até o fim do primeiro semestre de 2020. Com isso, a instituição, abriu espaço para um corte de juros mais à frente.
A taxa básica de juros, a de refinanciamento, e a de depósito foram mantidas em 0% e -0,40%, respectivamente. O BCE informou hoje que a perspectiva de médio prazo para a inflação continuar a ficar abaixo da sua meta, o conselho está determinado a agir, em linha com o seu compromisso com a simetria da meta de inflação.
Segundo o presidente do BCE, Mario Draghi, a perspectiva econômica está "piorando mais e mais" na zona do euro. Para ele, os sinais emitidos pelos indicadores econômicos mostram um enfraquecimento no crescimento da economia tanto no segundo trimestre quanto no terceiro.
De acordo com o dirigente, há riscos comerciais e geopolíticos no horizonte, além da possibilidade de o Reino Unido sair da União Europeia (Brexit) sem que haja um pacto entre as duas partes.
De acordo com Draghi, as dinâmicas de crescimento mais suaves e o comércio global tem pesado sobre a zona do euro, enquanto tensões geopolíticas e protecionistas estão "abafando" o sentimento, principalmente no setor industrial.
Para o dirigente, é necessário um "volume significativo" de estímulos na região, enquanto as medidas de inflação subjacente permanecem "generalizadamente mudas" e o repasse dos ganhos do mercado de trabalho para os índices de preços tem sido "mais demorado do que o esperado".
Leia Também
*Com Estadão Conteúdo
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes