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2019-09-23T19:53:54-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances O Roteirista, Abandonado e Os Jogadores
Namoro fica sério

Banco do Brasil avança em associação com o UBS em banco de investimentos e corretora

Acordo prevê que o banco suíço deve ser o acionista majoritário, com 50,01% do capital da nova empresa que deve ser formada com ativos do Banco do Brasil e do UBS

23 de setembro de 2019
19:53
Agência do Banco do Brasil
Brasília - Agência do Banco do Brasil - Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O namoro entre Banco do Brasil e o UBS para uma associação nas atividades de banco de investimentos e de corretora de valores ficou sério. O BB anunciou que firmou memorando de entendimentos de caráter não vinculante para uma parceria estratégica com o banco suíço.

Caso o acordo seja fechado, Banco do Brasil e UBS pretendem oferecer em conjunto serviços de banco de investimentos no Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. A operação será viabilizada em uma parceria que teria acesso à base de relacionamento do BB no país e às estruturas globais de execução e distribuição do UBS.

O UBS deve ser o acionista majoritário da parceria, com 50,01% do capital da nova empresa, que seria estabelecida pela contribuição de ativos do BB e do UBS. O comunicado do Banco do Brasil não informa se haverá algum pagamento de valores de alguma das partes.

A atividade de banco de investimentos realiza negócios como fusões e aquisições e coordenação de operações no mercado de capitais, como ofertas de ações e debêntures.

As conversas entre o Banco do Brasil e o UBS não vêm de hoje. Um negócio entre os bancos já havia sido fechado na gestão anterior, sob o comando do então presidente Paulo Caffarelli. No entanto, a conclusão ficou pendente por conta do processo eleitoral que culminou na troca de governo e, consequentemente, no comando dos bancos públicos.

O BB já havia informado no início do mês sobre as negociações, depois que a notícia foi divulgada pela imprensa.

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