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2019-05-07T19:33:00-03:00
Victor Aguiar
Victor Aguiar
Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa e UBS Escola de Negócios. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência CMA, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico.
Fusões e aquisições

Em transação bilionária, Arco Educação acerta a compra do Sistema Positivo de Ensino

A Arco Educação irá desembolsar R$ 1,65 bilhão, pegando metade desta quantia já no fechamento da operação. O objetivo do grupo cearense é ganhar escala, ampliando seu alcance para mais de um milhão de estudantes

7 de maio de 2019
19:31 - atualizado às 19:33

As empresas cearenses estão abrindo a carteira nesta terça-feira. E a compradora, desta vez, é a Arco Educação: no fim da tarde, a companhia anunciou a compra do Sistema Positivo de Ensino, por R$ 1,65 bilhão.

A operação tem importância estratégica para aumentar a escala da Arco: atualmente, a empresa atende pouco mais de 500 mil alunos e ceca de 1.400 escolas privadas no país. Com a incorporação do Sistema Positivo, a Arco vai mais que dobrar de tamanho, chegando a 1,2 milhões de estudantes em 4.800 instituições parceiras.

A compra será realizada em dinheiro, com R$ 825 milhões sendo desembolsados no fechamento da transação — os 50% restantes serão pagos até 2024. A operação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e por órgãos regulatórios.

Também nesta terça-feira, outra empresa do Ceará movimentou o setor de fusões e aquisições: a Hapvida, que acertou a compra do Grupo São Francisco, por R$ 5 bilhões.

A Arco Educação abriu seu capital na Nasdaq em setembro do ano passado — as ações fecharam o pregão de hoje em leve alta de 0,1%, a US$ 31,33, e encontram-se próximas da máxima histórica, de US$ 33,93, registrada em 16 de abril. Com a cotação atual, os papéis da empresa acumulam ganho de 33,3% desde o IPO.

Em 2018, a Arco teve receita líquida de R$ 380,9 milhões, alta de 55,9% em relação ao ano anterior. As despesas operacionais, contudo, tiveram alta expressiva — como resultado, a empresa teve prejuízo líquido de R$ 82,9 milhões no ano passado, ante lucro de R$ 43,6 milhões em 2017.

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