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2019-04-04T13:46:31-03:00
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Eleições 2018

A Moody’s acha que o próximo governo (seja qual for) não vai ser nada fácil

Novo presidente tem pela frente um grande obstáculo chamado Congresso Nacional

20 de setembro de 2018
17:34 - atualizado às 13:46
Crise no Brasil
Para a Moody's, aqueles que acreditam numa ampla reforma da Previdência já podem começar a tirar o cavalinho da chuva - Imagem: Shutterstock

Se fosse fácil se chamava férias e não governo. A Moody's alertou nesta quinta-feira, 20, que, independentemente de quem vença as eleições presidenciais no Brasil, dada a perspectiva política polarizada, o novo presidente enfrentará desafios para estabelecer uma relação de trabalho com o Congresso que o permita governar efetivamente.

Na prática, isso quer dizer que aqueles que acreditam numa ampla reforma da Previdência já podem começar a tirar o cavalinho da chuva. A Moody's prevê uma reforma mais modesta e a alteração do teto de gastos no próximo governo.

Sem desespero

Antes que você comece a tomar medidas desesperadas, vai um alívio. Apesar dos tempos difíceis, a agência de classificação de risco espera que uma relação de trabalho com o Congresso leve à aprovação de uma reforma da Previdência, consolidação fiscal e aumento da confiança do investidor.

A agência pondera ainda que, no caso de o novo governo não conseguir retomar as reformas, haverá uma dinâmica fiscal adversa, e a volatilidade do mercado financeiro e a diminuição da confiança dos investidores influenciarão a recuperação econômica do Brasil.

Já em um cenário de continuidade desses ajustes, a Moody's espera uma recuperação gradual do crescimento do crédito, ativos e lucratividade estáveis.

*Com Estadão Conteúdo.

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