🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Esquenta dos mercados

Mercados: ataques ao Fed ampliam focos de risco

Autonomia do Federal Reserve voltou a ser testada durante o Natal, quando o presidente americano, Donald Trump, criticou a instituição

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
26 de dezembro de 2018
8:01 - atualizado às 10:01
As queixas insistentes deixam a sensação de que a economia americana possa estar à beira de um período recessivo - Imagem: Seu Dinheiro

Bom dia, investidor!  Ponto de honra nos Estados Unidos, a autonomia do Federal Reserve voltou a ser testada durante o Natal, quando o presidente americano, Donald Trump lançou seu terceiro ataque em 72h ao banco central do país, repetindo ontem a repórteres que o juro está subindo “muito rápido”, mas que acredita que o Fed “vai se endireitar”. Os comentários pioram rumores de que Trump cogita demitir o presidente da instituição financeira, Jerome Powell e pegam o mercado em momento de alta sensibilidade com o “shutdown” e temor de recessão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há dias, Trump não troca o disco: no sábado, qualificou de "terrível" a política monetária e, na segunda-feira, chamou o Fed de "o único problema da nossa economia", na tentativa de evitar as duas altas do juro contratadas para 2019.

As queixas insistentes, além de criarem um ambiente de insegurança sobre a independência formal do BC americano, deixam a sensação de que a economia americana possa estar à beira de um período recessivo.

Relatos de que o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, conversou no fim de semana com representantes dos seis maiores bancos americanos para garantir liquidez aos mercados também levantaram suspeitas negativas.

Anteontem, quando Nova York funcionou, as bolsas tiveram a pior véspera de Natal da história, na tensão potencializada ainda pela paralisação parcial do governo federal desde sábado, diante do impasse entre Trump e os democratas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente exige US$ 5 bilhões no Orçamento para defesa de fronteira, que incluiria a construção do muro. Mas a oposição se recusa e quer manter os valores nos níveis atuais, em US$ 1,3 bilhão, sem erguer o muro.

Leia Também

A expectativa de um possível desfecho se transfere para amanhã, quando o Senado tem sessão agendada. Mas alguns membros do governo americano não descartam que a falta de solução estenda essa crise para 2019.

É possível que a máquina pública fique parada até 3 de janeiro, quando os democratas assumem o controle da Câmara.

Inferno astral

Os atritos no Congresso, que já custaram o shutdown, combinados à espada da recessão e à relação conturbada entre e o Fed e a Casa Branca, voltaram a trazer um cenário de turbulência aos negócios. Na segunda, o S&P 500 furou suportes e se uniu ao Nasdaq no "bear market", encerrando o mais longo ciclo bull de todos os tempos. O Dow pode ser o próximo da fila, com queda acumulada de 18,77% desde os picos de outubro. O índice da Nyse apresentou a maior queda diária em uma sessão de véspera de Natal desde 1918. Caiu forte (‐2,91%), a 21.792,20 pontos. O S&P 500 recuou 2,71%, a 2.351,10 pontos, e o Nasdaq, ‐2,21%, a 6.192,92 pontos. As bolsas caminham para o pior desempenho para um mês de dezembro desde a Grande Depressão, em 1931.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na corrida pela proteção dos Treasuries, o juro da Note de dez anos caiu para 2,736%, de 2,801%. A espiral de vendas do petróleo, deflagrada pelo pavor da recessão, ajudou a pesar, com o WTI abaixo dos US$ 45. No pior nível em mais de 17 meses, desabou 6,71%, a US$ 42,53. O Brent despencou 6,22%, para US$ 50,47.

No câmbio, o "shutdown" derrubou o dólar contra o iene (110,33/US$) e o euro, que avançou a US$ 1,1420.

Com os investidores vendendo tudo em Wall Street, o Ibovespa reabre hoje devendo um ajuste negativo a NY. Nos palpites de mercado, há quem arrisque “gap” de baixa de 1,5% para a bolsa na abertura, seguido de ondas de volatilidade. Apostas isoladas falam em compras de oportunidade, que desafiem os riscos e ensaiem um rali.

Mas no pregão de anteontem, em NY, foram mal os ADRs brasileiros: Petrobras, ‐2,2%, Vale, ‐2,3%, Itaú, ‐1,4%, e Bradesco, ‐1,6%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A bolsa doméstica não opera desde sexta, quando surpreendeu, descolando do “crash” em NY. Embora tenha fechado abaixo dos 86 mil pontos (85.697), subiu 0,50%, enquanto o mundo caía nos EUA (quedas entre 2% e 3%). Petrobras fechou próxima da estabilidade: PN, +0,28% (R$ 21,55), e ON, +0,08% (R$ 24,18). Vale subiu forte (ON, +2,11%, a R$ 50,86) e os bancos caíram: Bradesco PN, ‐0,76% (R$ 37,71), e Itaú Unibanco PN, ‐0,46% (R$ 34,48).

Hoje tem

Coincidindo com os focos de tensão externa, o BC já chamou para hoje, no retorno do Natal, mais dois leilões de linha para prover liquidez, no total de US$ 2 bilhões, o dobro do volume ofertado na sexta. As ofertas serão às 12h15 (com recompra em 4/5/19) e às 12h35 (recompra em 6/3/19) e podem garantir algum alívio imediato, depois de o dólar ter antecipado o shutdown nos EUA e se aproximado da faixa dos R$ 3,90. Subiu 1,09% no último pregão, para R$ 3,8982, sem que as atuações do BC tivessem dado conta do recado.

Agenda

Com a ameaça de recessão nos EUA no topo das preocupações, os indicadores teem especial atenção. Teremos índice de atividade industrial nacional do Instituto para Gestão do Fornecimento (amanhã) e o de Chicago (sexta). Hoje (13h), o Fed de Richmond divulga o índice regional de atividade de outubro.

Na zona do euro, é destaque na sexta a leitura preliminar de dezembro da inflação ao consumidor (CPI). As principais bolsas europeias (Frankfurt, Paris, Milão, Madri e Lisboa) seguem fechadas hoje para o feriado de Natal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aqui, sai hoje (12h30) o fluxo cambial semanal. Na sexta, é a vez do IGP‐M e desemprego do IBGE de dezembro.

Japão hoje

A bolsa de Tóquio subia quase 1% nas primeiras horas da madrugada, corrigindo o tombo de 5% do pregão anterior, quando o temor de desaceleração econômica mundial assustou feio o sentimento do investidor.

Curtas

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região derrubou na noite de sexta a liminar que suspendia as negociações entre a Boeing e Embraer.

Na Eletrobras, o Plano de Negócios para o período 2019‐2023 projeta investimentos totais de R$ 30,175 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na EDP Energias do Brasil , o conselho aprovou pagamento de JCP próprio de R$ 439 milhões. A companhia informou que foi concluída a venda da EDP PCH e da Santa Fé Energia.

A Eletropaulo celebrou instrumento particular de mútuo financeiro de R$ 420 milhões com Enel Finance.

Na Copel, a Unidade Geradora 1 da Usina Hidrelétrica de Colíder foi liberada pela Aneel para operação em teste. A companhia informou que expirou o acordo de acionistas entre o Estado do Paraná e o BNDES Participações.

A Renova Energia recebeu proposta vinculante da Farallon para equacionamento financeiro de Alto Sertão III.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Taesa obteve licenças para iniciar a construção das linhas de transmissão de Mariana (MG).

Na Bradespar, a diretoria propõe pagamento de JCP de R$ 0,5855 por ação ON e de R$ 0,6440 por ação PN.

O BB informou a renúncia dos diretores de Suprimentos e Infraestrutura e de Gestão de pessoas.

No Pão de Açúcar, o conselho aprovou a venda de parcela da participação acionária detida na Via Varejo. A Via Varejo reconduziu Peter Paul Lorenço Estermann como Diretor Presidente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A BRF não participou do aumento de capital da Minerva e acordo de acionistas foi rescindido.

A Multiplan pagará juros sobre o capital próprio de R$ 0,1177 por ação.

Na Cia. Hering, o conselho de administração aprovou pagamento de JCP de R$ 0,2478 por ação ON.

Na Ecorodovias, o conselho de administração aprovou a 4a emissão de debêntures de R$ 300 milhões.

Na Locamérica, o conselho de administração aprovou o pagamento de JCP de R$ 0,1966 por ação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Sulamérica, o conselho de administração aprovou o pagamento de JCP de R$ 0,4135 por unit.

Na Totvs, o conselho aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio de R$ 0,08 por ação.

SABESP fará aumento de capital de R$ 5 bilhões, mediante capitalização de parte das reservas de lucros.

Na Cosan, afiliados do CVC Fund VII farão aumento de capital primário de até R$ 562 milhões na Cosan Lubes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A JSL aprovou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JSL) no valor bruto de R$ 0,1549 por ação ON.

Na Fibria, o Conselho aprovou a destituição de Marcelo Strufaldi Castelli após combinação com Suzano.

A Viver nomeou Ricardo do Santos para Diretor Presidente e Rogério do Valhe para vice Presidente Financeiro.

 

*Com informações do Bom Dia Mercado, de Rosa Riscala. Para ler o Bom Dia Mercado na íntegra, acesse www.bomdiamercado.com.br

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

APÓS UMA DECISÃO JUDICIAL

Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana

21 de dezembro de 2025 - 11:30

O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo

DESTAQUES DA SEMANA

Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques

20 de dezembro de 2025 - 16:34

Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar