🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Rua Augusta: Um lugar fecundo para rios de dinheiro

Não é simplesmente porque a teoria sobre finanças seja inútil, no sentido de inócua, sem efeito, sem capacidade de nos dar vantagens sobre os demais. É porque ela pode ser deletéria, funcionando como um mapa errado

1 de outubro de 2018
11:45 - atualizado às 14:53

“Põe só um dedinho de Martini. Carrega no conhaque. Eu não gosto muito doce.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou:

“Coloca mais uma rodela de limão, parceria? Deixa só duas pedras de gelo. O ácido já corta o excesso do bitter.”

Assim abríamos os trabalhos. Começávamos no Ibotirama, na Augusta com Fernando de Albuquerque. Descíamos parando de bar em bar. O pedágio era uma maria-mole e um Campari por estação, não necessariamente nessa mesma ordem.

Com as devidas paradas no Ecléticos, no Bar d'A Lôca e no Bar do Bahia, mais baixos na altitude, mais altos no teor etílico, passávamos para outra categoria. Para manter o ritmo, tínhamos de escolher entre o Grant’s e o White Horse — ambos devidamente importados: made in Paraguai, claro. “Quero o Cavalo Branco. Me dá menos dor de cabeça. Capricha no chorinho.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao ver a série Rua Augusta, lembrei de tudo isso e de quando conheci o Facundo Guerra, numa das várias idas ao Vegas. Ele já era empreendedor, reizinho da noite paulistana. Eu era apenas um flâneur, ouvindo Barão Vermelho dentro da própria cabeça em meio à música eletrônica do ambiente: “Mais uma dose, é claro que eu tô afim”.

Leia Também

Equipe de revezamento

Ao longo da vida, sempre estudei mais do que meus pares. Desde a infância, eu saía da escola, ia para o treino de futebol e depois não parava de ler. Foi assim até o colegial, depois na faculdade e no mestrado. Tinha as melhores notas do São Luís e da FGV — na USP, junto com outros dois caras, o Antônio e o Ricardo, formávamos uma espécie de equipe de revezamento para esse posto. Não me importava o rótulo. Estudava porque gostava e porque pensava que seria útil depois — que idiota!

Tendo virado mestre, queria manter-me ligado à academia. Era um jeito de continuar estudando. “Deve haver alguma verdade por aí, uma espécie de quinta essência ainda não descoberta, não é possível!”

No lixo

Virei professor universitário. Dei aulas de Microeconomia, Macroeconomia, Valuation, Teoria das Decisões Financeiras, Finanças Internacionais, Opções Reais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sabe o que eu fiz com tudo isso que estudei? Absolutamente nada. “Os livros na estante nada dizem de importante.” Eu poderia ter jogado tudo isso fora. Os livros ainda estão lá, ocupando um dos quartos de hóspede — numa dessas sincronicidades, como se a vida enviasse sinais de sua desutilidade, derrubaram todas as prateleiras do escritório por excesso de peso. Uma antiga amiga de infância arquiteta está ajudando a arrumar.

O período em que mais aprendi na vida sobre investimentos e empreendedorismo foi quando perambulei como um flâneur na Augusta e quando joguei futebol no Clube do Mé, hoje Parque do Povo, aqui do lado do Itaim. Naqueles sábados de manhã, não tinha conversinha: era tiro, porrada e bomba, literalmente. Lembro de uma das discussões mais quentes em que o lateral-esquerdo do outro time correu na mochila e sacou um 38; deu dois tiros para cima e gritou: “Foi falta ou não foi falta nesta porra?!”.

Regra clara

A regra é clara: falta. Quem vai discutir?

O que eu quero dizer com tudo isso? Que o mundo pertence aos praticantes. Vale para qualquer coisa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Noutro dia, conversava com uma das minhas autoras favoritas. Ela me disse que estava chateada porque seu mais novo livro passara por uma revisão e edição muito profunda, com alterações de frases e parágrafos que, em alguma medida, alteravam o significado exato da composição original.

Embora triste, ela achava aquilo razoável. Afinal, era uma grande editora, que devia saber o que estava fazendo. Apenas consenti. Tenho tentado ficar mais calado. Converso apenas comigo mesmo e, olha, mesmo assim dá umas brigas… Só fiquei pensando nas alterações que a grande revisora/editora faria nos textos do Machado de Assis (ou qualquer outro grande escritor): “Olha, Seu Machado, sabe como é, por questão de padronização de estilo e linguagem, acho melhor refazer todo esse parágrafo”.

Quantos livros a tal revisora vendeu na vida? Sempre penso no Buffett: “Wall Street é o único lugar do mundo onde as pessoas que andam de Rolls-Royce pegam conselhos com quem anda de metrô”

Mapa errado

Eu queria deixar um pouco mais clara a natureza da minha preocupação. Não é simplesmente porque a teoria sobre finanças seja inútil, no sentido de inócua, sem efeito, sem capacidade de nos dar vantagens sobre os demais. É porque ela pode ser deletéria, funcionando como um mapa errado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Deixe-me dar um exemplo, pegando emprestadas algumas palavras de Peter Lynch, um dos maiores gestores de ações de todos os tempos:

“Alguns se atribuem o rótulo de investidores de longo prazo, mas apenas até a próxima grande queda (ou pequeno ganho), ponto no qual eles rapidamente se tornam investidores de curto prazo e vendem suas ações, com grandes perdas ou com pequenos lucros ocasionais. É muito fácil entrar em pânico nesse negócio volátil. Desde que comecei a administrar o fundo Magellan, o fundo caiu de 10 a 35 por cento durante oito episódios pessimistas e, apenas em 1987, o fundo crescera 40 por cento em agosto e caiu 11 por cento até dezembro. Terminamos o ano com um ganho de 1 por cento, preservando, dessa forma, meu histórico de nunca ter tido um ano em baixa — devo bater na madeira por isso.”

Há lições valiosas aqui, reconheço. A importância do longo prazo e o apego às próprias convicções, para não se desesperar num momento de baixa. Mas tem algo perigosíssimo também, que, aliás, é muito mais geral do que o parágrafo particular sugere a princípio.

Técnica Buffett

Os investidores de ações no Brasil são, em geral, treinados nas técnicas propostas por Warren Buffett e sua trupe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso me traz uma dúvida importante, por vezes negligenciada: será que esse arcabouço analítico também serve para o Brasil? Ou Buffett seria apenas uma aplicação das leis darwinistas, representando um animal mais bem adaptado ao ambiente dos mercados norte-americanos? Um gnu perfeitamente adaptado ao Serengeti africano resistiria à Amazônia tropical?

Para começar, pense no seguinte: o investimento em ações nos EUA é algo indubitavelmente bem-sucedido no longo prazo. Você pode rodar várias janelas temporais diferentes, cortar de um jeito, de outro, vai chegar mais ou menos no mesmo resultado: os índices de ações pagam alguma coisa entre 3 e 5 por cento ao ano, na média, mais do que a renda fixa no longo prazo. Em linha com a prescrição da teoria, a Bolsa paga mais do que a renda fixa — mais risco, mais retorno, tudo certo.

No Brasil, não é necessariamente assim. Os estudos sobre o tal “prêmio de risco de mercado” (o excesso de retorno da Bolsa sobre a renda fixa) são inconclusivos (eu mesmo rodei, com péssimos resultados para renda variável, infelizmente). Em vários casos, ele inclusive dá negativo. Ou seja, apesar de mais arriscada, a Bolsa não necessariamente rende mais do que a renda fixa no longo prazo.

Em termos práticos, se você comprar a média da Bolsa norte-americana e carregar isso por bastante tempo, é bastante provável que saia dali com um retorno favorável. Para o Brasil, existe zero garantia disso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Longo prazo

Breve parêntese sobre isso: o que é longo prazo hoje em dia? No mundo da exponencialidade, da inteligência artificial e da disrupção, as coisas mudam do conhaque para o vinho, do Vegas pro Vega Sicília, de súbito. As empresas hoje líderes de mercado são solapadas por uma inovação fora da curva. Até outro dia, BRF, Cielo e Ambev eram casos incontestáveis de qualidade, demonstrações inequívocas de “sólido crescimento dos lucros por ação no longo prazo”. Magazine Luiza ia quebrar até outro dia.

No longo prazo, nós não vamos mais morrer. Se a turma da Singularity estiver certa, interromperemos a degeneração celular e trataremos o envelhecimento como uma doença qualquer. Curando-a, podemos nos tornar imortais. É a morte da morte.

Em paralelo, nosso cérebro estará plugado num exo-córtex, um supercomputador externo que nos dará uma capacidade quase infinita de processamento, armazenamento e combinação de informação.

Chegaremos a um ser singular, que nem conseguimos saber hoje como será. Como antever o que é o longo prazo assim? É simplesmente uma maluquice, dado que não sabemos nem sequer o que vai acontecer em 2019? Digressão rápida adicional: fico pensando o que ocorreria se o Facebook decidisse dar crédito e criar seu próprio meio de pagamento…

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Value investing

O value investing clássico prescreve a realização sistemática da pergunta: “Quais serão as empresas dos próximos 30 anos?”. Nós não conseguimos enxergar um palmo à nossa frente…

Voltando ao planeta Terra, mais especificamente para as diferenças entre seus hemisférios norte e sul, como replicar as técnicas buffettianas se, por lá, a alavancagem e o uso do caixa de seguradoras/resseguradoras são ferramentas fundamentais para gerar excesso de retorno? No Brasil, todos aqueles que se alavancaram, seja como empresários ou investidores, quebraram em algum momento do tempo. Não é uma opinião, é um fato objetivo.

Qual a melhor forma de aprender a jogar futebol? Jogando futebol. Não me parece muito surpreendente.

Qual a melhor forma de aprender a investir? Investindo. Todo investidor pode entrar em qualquer mercado, sem mitos ou barreiras. Pode ser Tesouro Direto, fundos imobiliários, ações, opções, criptomoedas. Comece com pouco, sinta o terreno, coloque um dinheiro que topa perder. Sinta a dor do processo. Ela é fundamental para fazê-lo crescer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Três recomendações essenciais na caminhada:

1. A primeira deveria ser óbvia: não se alavanque. Principalmente se você começar acertando ou estiver em boa fase, será tomado por arrogância e excesso de confiança. Na sala Taleb aqui na Empiricus, temos um quadro do mito de Anteu (sim, é real). Mantenha sempre os pés no chão. Você provavelmente deu certo. Não caia em tentação. O canto da sereia tentará atrai-lo para o termo e para a alavancagem. Resista. São caminhos para perdição. Mantenha-se fiel a seu plano de longo prazo.

2. Diversifique. Não tente ser o malandro que sabe mais do que os outros sobre uma determinada grande tacada que mudará para sempre seu destino. “Tudo que você precisa para se tornar um milionário é ter um bilhão de dólares e uma informação privilegiada.” Na balada, no Clube do Mé ou no mercado financeiro, sempre tem alguém mais esperto que você. Malandro que quer ser malandro demais se atrapalha.

3. Lembre-se sempre de que a inteligência e a autocrítica são gêmeas siamesas. Belisque-se sobre suas próprias convicções a todo momento. Tenha humildade epistemológica e no trato com os outros, mesmo quando discordarem de você — o mundo dá muitas voltas e se você distratar seu assessor de investimento hoje com alguma grosseria fora de propósito, isso pode se voltar contra si. No final do dia, todos sabem muito pouco. Eu, você, a dona Graça, o Stuhlberger, o Buffett — cada um está fazendo seu melhor, tentando viver num ambiente bem complexo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Portfólio

Tento ouvir os sinais da rua, as posições de quem realmente ganha dinheiro em Bolsa. Eu penso que um portfólio formado por alguma coisa como 50 por cento em renda fixa, com boa posição ali na parte intermediária da curva nos títulos indexados, acompanhado de um bom naco de Bolsa (pode ser BOVA11 mesmo) e fundos imobiliários (BRCR11 e VISC11 entre as preferências), serve bem. Tudo claro com uma proteção em dólar. Se você vive na rua, não vai querer transitar desprotegido, não é mesmo?

Para mim, esse portfólio diversificado vale para qualquer que seja o presidente. Se você tolera a volatilidade, no final, não tem como dar muito errado, sabe? Analisando bem o perfil dos candidatos e as mais recentes manifestações de cada um, entramos em outubro com o esboço de algo curioso: numa eleição dita polarizada entre dois extremos, podemos terminar, metafórica e ideologicamente, com o mesmo ministro da Fazenda. A ideologia brasileira talvez seja, no final do dia, a mesma do capital, que é a de não ter ideologia alguma. Entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, a resposta de Macunaíma não escaparia ao: “Ai, que preguiça”.

Mercados

Mercados iniciam a segunda-feira demonstrando ganhos modestos, na esteira do comportamento das Bolsas no exterior, onde tivemos o fechamento de acordo entre EUA e Canadá no âmbito do Nafta.

Internamente, pesquisas do final de semana não fazem muito preço. Mercado parece, ao menos na margem, reduzir o nível de preocupação com Haddad, a partir de seu flerte, ainda modesto, com o centro e com as especulações de um ministro da Fazenda ortodoxo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agenda econômica é relativamente fraca, com IPC-S e relatório Focus.

Ibovespa Futuro abre em alta de 0,2 por cento, dólar e juros futuros caem.

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MAIS UMA OFENSIVA

Novo alvo, novo tarifaço: Trump anuncia taxas de 25% contra países que negociam com o Irã, inclusive o Brasil

13 de janeiro de 2026 - 10:11

Brasil vende commodities agrícolas como milho, soja e açúcar para o país no Oriente Médio, mas participação do Irã na balança comercial não é grande

MAIS VENDIDO PELO 5º ANO CONSECUTIVO

Carro de R$ 150 mil lidera vendas em 2025 com 142 mil unidades — número maior que a população de 95% das cidades do Brasil

13 de janeiro de 2026 - 10:09

Fiat Strada lidera o ranking como carro mais vendido pelo quinto ano seguido; volume em 2025 supera a população da maioria dos municípios brasileiros

SÓ DEU ELA

Lotofácil: 6 apostadores avançam na corrida rumo ao primeiro milhão, mas nem todos partem do mesmo ponto

13 de janeiro de 2026 - 6:59

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.

COBRANÇA DE IMPOSTOS

Reforma tributária: o que muda para pequenas empresas do Simples Nacional

12 de janeiro de 2026 - 14:55

A regra é voltada à tributação sobre consumo e altera a forma como bens e serviços são taxados no Brasil

NA ELITE PELA PRIMEIRA VEZ

Estádio de estreante do Paulistão tem gramado de Copa do Mundo, já recebeu jogo de Messi e vai ter primeira partida noturna em 31 anos

12 de janeiro de 2026 - 12:00

Gigante da Vila Industrial, estádio do Primavera, ganhou novo gramado Tahoma 31, utilizado em competições internacionais e previsto para a Copa do Mundo de 2026

(MAIS UMA) QUEDA DE BRAÇO

Intimação contra Powell chega ao Fed, que enxerga nova ofensiva de Trump; bolsa cai em Nova York

12 de janeiro de 2026 - 10:15

Com as obras na sede da instituição ultrapassando o orçamento previsto, Trump encontrou um novo motivo para fazer investidas contra Powell

ACUMULOU!

Uma nova chance de ser milionário: Mega-Sena acumula e vai pagar R$ 20 milhões 

11 de janeiro de 2026 - 9:23

Segundo a Caixa, o próximo sorteio acontece na terça-feira, dia 13 de janeiro, e quem vencer pode levar essa bolada para casa

LOTERIAS

Não é só a Mega-Sena: Loterias sorteiam R$ 23 milhões neste sábado

10 de janeiro de 2026 - 14:00

Com Mega-Sena, Lotofácil e Quina acumuladas, loterias colocam R$ 23 milhões em jogo neste sábado (10)

COMÉRCIO INTERNACIONAL

Maior área de livre-comércio do mundo: entenda em 13 pontos o acordo entre Mercosul e União Europeia

10 de janeiro de 2026 - 12:35

Após décadas de negociação, acordo Mercosul–UE é destrinchado em 13 pontos-chave que detalham cortes de tarifas, regras ambientais, cotas agrícolas e os próximos passos até a entrada em vigor

ILHADA

Capital com o metro quadrado mais caro do Brasil não é São Paulo nem Rio de Janeiro

10 de janeiro de 2026 - 11:00

Dados do FipeZap mostram que Vitória lidera entre as capitais em preço médio de venda; história, geografia limitada e qualidade de vida ajudam a explicar o fenômeno  

NOVOS MERCADOS

Maior concorrência e oportunidade de exportação: os possíveis impactos do acordo Mercosul–UE para PMEs brasileiras

9 de janeiro de 2026 - 16:47

Pequenas e médias empresas ganham acesso ao mercado europeu, mas também precisarão lidar com maior concorrência em solo nacional

SEM MULTAS

Começa a valer hoje a renovação automática da CNH para bons motoristas; veja como funciona

9 de janeiro de 2026 - 15:54

Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações

INFLAÇÃO E JUROS

IPCA de dezembro deixa gosto amargo na boca: corte da Selic em janeiro sai da prateleira e março finca lugar na mesa 

9 de janeiro de 2026 - 13:10

Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026

DE OLHO NO CONTRIBUINTE

Lula sanciona Lei do Devedor Contumaz, mas barra cinco pontos do texto; veja o que mudou

9 de janeiro de 2026 - 11:39

As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações

A RENDA FIXA É POP

Busca por isenção de IR drenou recursos dos fundos de ações e multimercados em 2025, apesar dos seus bons retornos

9 de janeiro de 2026 - 7:37

Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil 3582 brilha sozinha e faz 2 novos milionários; Mega-Sena e outras loterias acumulam

9 de janeiro de 2026 - 7:14

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.

PRESSÃO DIGITAL

Caso Master: avalanche de críticas ao Banco Central entra na mira da PF e levanta suspeita de pressão coordenada

8 de janeiro de 2026 - 17:06

Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master

PRESTAÇÕES REDUZIDAS

Pequenas empresas podem parcelar dívidas com desconto e condições facilitadas até 30 de janeiro; veja como

8 de janeiro de 2026 - 15:01

Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor

CASO MASTER

Quase 75% dos empréstimos consignados do Banco Master agora estão na mira do INSS

8 de janeiro de 2026 - 12:47

Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro

PÉ NA ESTRADA

Portugal passa a aceitar a CNH brasileira; veja quais outros países aceitam o documento

8 de janeiro de 2026 - 12:37

Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar