O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Candidato do PT votou hoje em escola no bairro de Moema, Zona Sul de São Paulo, onde houve princípio de confusão com apoiadores de Bolsonaro
Pouco depois de votar da Brazilian International School no bairro de Moema, Zona Sul de São Paulo, o candidato do PT, Fernando Haddad, deu rápida entrevista coletiva na qual disse que o que está em jogo hoje no Brasil são as liberdades individuais, a democracia e a própria nação.
"A nação está em risco, a democracia está em risco e as liberdades individuais estão em risco", disse Haddad.
Na porta da escola, moradores dos prédios vizinhos gritavam o nome de Jair Bolsonaro (PSL) e batiam panelas enquanto apoiadores do petista carregavam rosas e sombrinhas coloridas e em coreografia cantavam "alerta, desperta, ainda cabe sonhar", trecho do espetáculo "Cantata para um bastidor de utopias" do grupo Cia do Tijolo, baseado na vida do poeta espanhol Federico Garcia Lorca, assassinado em 1936 por forças franquistas durante a Guerra Civil espanhola.
A manifestação organizada pelo movimento Arte pela Democracia fazia as vezes de segurança de Haddad. Houve um início de confusão quando um apoiador de Bolsonaro vestindo camisa amarela provocou os petistas com palavrões e acusações de corrupção. Ele foi expulso pelos manifestantes, entre eles o ex-prefeito de Carapicuíba, Sergio Ribeiro. A Polícia Militar, que fazia a segurança do local, separou os grupos e a confusão acabou.
Antes de votar, Haddad participou de um café da manhã com lideranças do PT de São Paulo em um hotel na região da Avenida Paulista, onde também concedeu uma rápida entrevista na qual tentou demonstrar otimismo e agradeceu às pessoas que espontaneamente foram às ruas nos últimos dias para tentar virar votos em favor do petista.
Questionado sobre a posição de Ciro Gomes (PDT) de não declarar voto no segundo turno, Haddad destacou outros apoios recebidos de personalidades importantes como o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa e do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sem citá-los nominalmente, e deu uma alfinetada em Ciro.
Leia Também
"Vamos olhar para os brasileiros que num momento difícil da vida nacional tiveram uma postura de honradez defendendo a democracia", disse o candidato do PT.
Depois de votar, Haddad foi para casa, no Planalto Paulista, onde deve ficar até as 17h, quando volta ao hotel na região da Avenida Paulista para acompanhar a apuração.
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos