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Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Eleições 2018

Bolsonaro parte em vantagem, diz cientista político Adriano Gianturco

Para especialista, candidato do PSL tem armas fortíssimas para atacar Haddad

7 de outubro de 2018
21:54 - atualizado às 22:16
haddad-bolsonaro
Fernando Haddad e Jair Bolsonaro - Imagem: Flickr/Fotos Públicas

Fazendo uma conta rápida, o coordenador do curso de Relações Internacionais do IBMEC e professor de Ciência Política, Adriano Gianturco, avalia que mesmo que somarmos os votos de Fernando Haddad, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin não se chega aos votos obtidos por Bolsonaro.

Uma ponderação é a incerteza com relação às abstenções e como isso vai se refletir no voto. Mas Gianturco afirma que Bolsonaro parte em vantagem. Com relação às alianças, fatia relevante do chamado Centrão já migrou para o candidato do PLS.

O caso do PSDB é um pouco mais complicado, mas para o especialista, o partido deve rachar e partir para o apoio a Bolsonaro usando a agenda econômica liberal como discurso.

Em eventuais debates, Gianturco acredita que Bolsonaro tem duas armas fortíssimas para atacar Haddad. Que o candidato é um fantoche do Lula e que o PT gestou a segunda maior crise econômica da história do país.

“Se houver debates ele vai destruir facilmente o Haddad na percepção da população”, acredita. “Se ele não falar besteira, ele ganha.”

Ainda de acordo com Gianturco, o establishment ainda não entendeu como tratar Bolsonaro. Os ataques chamando o candidato de “nazista”, “fascista” ou “ameaça à democracia” não ecoam na população, que sabe que isso é uma mentira. “Chamar de nazista chega a ser ridículo e gera antipatia em quem faz essa coisa”, explica.

Outro ponto relevante é a conquista do eleitor mediano, pois os extremos já estão definidos. Para o especialista, que é autor do livro “A Ciência da Política”, o candidato que ganha é aquele que converge para o centro, buscando esse eleitor que não necessariamente é um "moderado".

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