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2018-09-22T11:02:06-03:00
Eleições 2018

IBOPE: feito de Haddad coloca sombra sobre Bolsonaro

Candidato do PT subiu 11 pontos e atingiu 19% das intenções de voto; Bolsonaro tem 28%

19 de setembro de 2018
6:54 - atualizado às 11:02
Fernando Haddad
Petista cresceu 11 pontos na corrido, mas Bolsonaro continua à frente na corrida ao Planalto.Imagem: Shutterstock

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, oscilou dois pontos percentuais para cima e chegou a 28% na pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada nesta terça-feira (18). Fernando Haddad (PT) subiu 11 pontos em uma semana e se isolou no segundo lugar, com 19%.

Na sequência, aparece Ciro Gomes (PDT), com os mesmos 11% da semana anterior. Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou dois pontos para baixo, de 9% para 7%, e Marina Silva (Rede) caiu de 9% para 6%. Haddad avançou em todas as regiões, especialmente no Nordeste, onde foi de 13% para 31% das intenções de voto.

'Nem pensar'

O candidato do PSL mantém o maior índice de rejeição, com 42%, praticamente o mesmo índice da semana anterior (41%) - o do petista foi de 23% para 29%.

Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro está tecnicamente empatado com Haddad (40% a 40%), Ciro (39% a 40%) e Alckmin (38% a 38%). Marina é a única que perde do deputado fora da margem de erro.

É útil?

A pesquisa também sondou a tendência de “voto útil” e 43% dos entrevistados disseram que são “baixas” ou “muito baixas” as chances de votar em um candidato que não seja de sua preferência para evitar que outro ganhe.

Depois da facada

Essa é a segunda pesquisa Ibope depois do incidente em que Bolsonaro foi esfaqueado em Juiz de Fora (MG) durante evento de campanha. Desde então, ele subiu de 22% para 28%.

Avanço no Nordeste

Haddad subiu em praticamente todos os estados, mas de forma ainda mais expressiva no Nordeste, onde passou de 13% a 31% e assumiu liderança isolada. Por lá, Ciro e Bolsonaro empatam em segundo lugar, com 17% e 16%, respectivamente.

E no Sudeste, em partes

No Sudeste, o petista subiu de 6% a 15% nas intenções, mas continua atrás de Bolsonaro, que ainda é o favorito, com 29%.

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