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Economistas esperam que Pequim revise para baixo a meta de crescimento para 2019 em meio a conflitos com os Estados Unidos

O Politburo, principal órgão decisório do Partido Comunista da China, prometeu manter o crescimento econômico dentro de uma "faixa razoável" no ano que vem, enquanto dá prosseguimento aos esforços do governo para estabilizar o emprego, o comércio e os investimentos.
As autoridades têm de encontrar um equilíbrio entre estabilizar o crescimento econômico, promover reformas, reestruturar a economia, melhorar a qualidade de vida das pessoas e se precaver contra riscos, segundo relatou a agência de notícias estatal Xinhua nesta quinta-feira, citando minutas de uma reunião capitaneada pelo presidente Xi Jinping.
Na ocasião, oficiais de alto escalão do Partido Comunista foram instados a aumentar sua vigilância contra mudanças doméstica e internacionalmente e ter fé na perspectiva econômica.
Economistas esperam amplamente que Pequim revise para baixo a meta de crescimento para 2019 em meio a conflitos com os Estados Unidos. A economia chinesa cresceu 6,7% nos primeiros nove meses do ano, dentro da linha para realizar uma taxa de expansão de 6,5% no ano cheio
A China atraiu US$ 13,6 bilhões em investimento estrangeiro direto (IED) em novembro, 27,6% menos do que em igual mês do ano passado, segundo dados publicados hoje pelo Ministério de Comércio do país. Em outubro, o IED havia aumentado 7,3% na comparação anual. No acumulado de janeiro e novembro, o total de IED que ingressou na China foi de US$ 121,3 bilhões, volume 1,1% maior do que no mesmo intervalo de 2017.
Pequim também disse hoje que sua última rodada de negociações comerciais com os Estados Unidos "progride sem solavancos". Num próximo passo, os americanos são bem-vindos para visitar a China para mais discussões e Pequim também está aberta a enviar delegações para os EUA, afirmou Gao Feng, porta-voz do Ministério do Comércio, em coletiva de imprensa rotineira.
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Os gigantes iniciaram a mais recente rodada de conversas na última terça-feira, 11, com uma ligação telefônica envolvendo o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, o Secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, e o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer. Na ocasião, os dois lados trocaram visões para o estabelecimento de um cronograma e de um mapa para dar continuidade ao diálogo, informou o ministério.
*Com Estadão Conteúdo
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