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Mesmo com guerra tarifária

China promete manter crescimento econômico dentro de ‘faixa razoável’ em 2019

Economistas esperam que Pequim revise para baixo a meta de crescimento para 2019 em meio a conflitos com os Estados Unidos

Distrito financeiro de Pequim, na ChinaImagem: shutterstock

O Politburo, principal órgão decisório do Partido Comunista da China, prometeu manter o crescimento econômico dentro de uma "faixa razoável" no ano que vem, enquanto dá prosseguimento aos esforços do governo para estabilizar o emprego, o comércio e os investimentos.

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As autoridades têm de encontrar um equilíbrio entre estabilizar o crescimento econômico, promover reformas, reestruturar a economia, melhorar a qualidade de vida das pessoas e se precaver contra riscos, segundo relatou a agência de notícias estatal Xinhua nesta quinta-feira, citando minutas de uma reunião capitaneada pelo presidente Xi Jinping.

Na ocasião, oficiais de alto escalão do Partido Comunista foram instados a aumentar sua vigilância contra mudanças doméstica e internacionalmente e ter fé na perspectiva econômica.

Economistas esperam amplamente que Pequim revise para baixo a meta de crescimento para 2019 em meio a conflitos com os Estados Unidos. A economia chinesa cresceu 6,7% nos primeiros nove meses do ano, dentro da linha para realizar uma taxa de expansão de 6,5% no ano cheio

Em queda

A China atraiu US$ 13,6 bilhões em investimento estrangeiro direto (IED) em novembro, 27,6% menos do que em igual mês do ano passado, segundo dados publicados hoje pelo Ministério de Comércio do país. Em outubro, o IED havia aumentado 7,3% na comparação anual. No acumulado de janeiro e novembro, o total de IED que ingressou na China foi de US$ 121,3 bilhões, volume 1,1% maior do que no mesmo intervalo de 2017.

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Pós G-20

Pequim também disse hoje que sua última rodada de negociações comerciais com os Estados Unidos "progride sem solavancos". Num próximo passo, os americanos são bem-vindos para visitar a China para mais discussões e Pequim também está aberta a enviar delegações para os EUA, afirmou Gao Feng, porta-voz do Ministério do Comércio, em coletiva de imprensa rotineira.

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*Com Estadão Conteúdo

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