O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Boa notícia é que mercado de crédito passa por profunda transformação com menor atuação dos bancos públicos e ampliação das instituições privadas
O mercado de crédito apresenta recuperação neste 2018 e deve ter o primeiro crescimento em termos nominais desde 2015. Mas esse ritmo de recuperação ainda é tímido para voltarmos a ver um aumento da relação do estoque de crédito em comparação com o Produto Interno Bruto (PIB).
De fato, a relação crédito PIB fechou outubro em 46,3%, menor leitura desde 2012, considerando os dados acumulados em 12 meses até outubro. Pelo terceiro ano consecutivo a relação crédito PIB vai apresentar queda, algo não visto desde o fim da década de 1990.

Essa fotografia parece desoladora, mas o “filme” exibido pelos dados oficiais traz uma boa notícia: há uma profunda transformação no mercado de crédito brasileiro, que parece ganhar condições de experimentar um novo período de retomada de forma sustentada, sem a atuação direta do governo no crédito.
Os bancos públicos vão experimentar o terceiro ano seguido de retração na sua carteira de crédito, fato também não registrado desde o começo dos anos 2000. Em 12 meses até outubro, a variação estava negativa em 2,2%.
Vale lembrar que no auge das políticas anticíclicas de Guido Mantega e Dilma Rousseff, a expansão da carteira chegou a ser de 40% (2008). Movimento puxado por expansão em mesmo ritmo do crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que agora tem retração de 12% na sua carteira.
Leia Também
Não por acaso os bancos públicos começaram a perder fôlego não por mudanças nas condições de mercado, mas sim por uma reorientação política que começou timidamente com Joaquim Levy no ministério da Fazenda, ganhou fôlego na gestão de Michel Temer e tem tudo para se aprofundar segundo as diretrizes do futuro ministro Paulo Guedes.

Outra forma de enxergar isso é a redução da fatia dos bancos públicos no crédito. Atualmente ela está em 52% do mercado de R$ 3,164 trilhões e caminha para o segundo ano de retração, partindo do ápice de 57% de meados de 2016. Se 2019 repetir essa dinâmica, as instituições privadas vão retomar o protagonismo no crédito.
O espaço vem sendo ocupado, novamente, pelos bancos privados que deixaram de ter mais da metade do crédito no Brasil em meados de 2013. No entanto, essa reconquista de espaço ocorre de forma mais gradual, pois a disposição a emprestar leva em considerações as condições de mercado e da economia como um todo. Algo que deixou de ser relevante no período em que os bancos públicos foram o cavalo de batalha da política anticíclica que culminou na pior recessão da história e em um desarranjo do tecido econômico que ainda levará alguns anos para ser costurado.
Em 12 meses até outubro, a carteira de crédito dos bancos privados (nacionais e estrangeiros) crescia 10,6%, melhor resultado desde o fim de 2012. A retomada é liderada pelo crédito com recursos livres por parte das famílias. O crédito às empresas tem tímida recuperação, tanto pelo quadro econômico, como por um fenômeno que começou a se desenhar em 2017 com a instituição da Taxa de Longo Prazo (TLP) que substituiu a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) nos financiamentos do BNDES.
Resumindo o que alguns estudos do BC e de outras instituições mostraram, a redução do crédito direcionado está sendo suprida não só pelos bancos, mas pelo mercado de capitais. Estamos vendo a antiga teoria do “crowding out” proporcionada pelo crédito público se provando dia após dia.
Nada contra a atuação de bancos públicos no mercado de crédito. A questão é que essa atuação tem de ser feita de forma sustentável e sem gerar prejuízos posteriores a todos nós, contribuintes, que somos chamados carinhosamente de Tesouro, sempre que é necessário deixar impessoal o resultado negativo de políticas que têm benefícios concentrados e custos difusos.
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)
Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
No mesmo dia de Tiradentes, alguns estados também celebram feriados locais
Reajuste do Gás do Povo pode chegar a R$ 10, de acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento
No Touros e Ursos desta semana, André Loes, economista-chefe da Vivest, fala sobre porque essa conta não fecha e o peso desse descolamento nas eleições de 2026
Governo paulista adia de novo a cobrança automática do pedágio eletrônico em rodovias no interior de SP, incluindo a Castello Branco e a Raposo Tavares