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Segundo maior banco estrangeiro do Brasil, atrás somente do Santander Brasil, o Citi mira três segmentos para crescer em solo verde e amarelo
Um ano após começar a operar com uma nova estrutura no Brasil, depois de se desfazer do negócio de varejo no País para o Itaú Unibanco, o Citi traçou um plano para ocupar mais espaço no mercado financeiro local como um banco de atacado.
Seu objetivo é crescer 40% nos próximos anos, consolidando a filial como a quinta maior do grupo no mundo, atrás somente de unidades regionais, localizadas nos Estados Unidos (duas), Hong Kong e Cingapura, segundo o presidente do Citi no Brasil, Marcelo Marangon.
"Temos espaço grande para ocupar no atacado. No ano passado, reforçamos nosso time de banco de investimento. Dos dez lançamentos de ações este ano, participamos em seis", destaca o executivo, em entrevista ao Broadcast, na sede do banco, em São Paulo.
Segundo maior banco estrangeiro do Brasil, atrás somente do Santander Brasil, o Citi mira três segmentos para crescer em solo verde e amarelo: grandes empresas (corporate), médias (middle market) e clientes mais ricos (private).
Junto aos pesos pesados da economia brasileira, o banco viu seus ativos diminuírem no primeiro semestre por conta da baixa atividade econômica, greve dos caminhoneiros, postergação de planos de investimento e substituição de empréstimo bancário por operações de mercado de capitais. Já as áreas de middle market e private tiveram boas notícias ao longo de 2018. Em ambas, os negócios cresceram no patamar de dois dígitos.
Do lado do crédito, o Citi prevê, assim como o setor bancário, aceleração do crescimento no próximo ano em meio à retomada das linhas corporativas.
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Com uma carteira com exposição a Brasil de US$ 13 bilhões, o Citi espera elevar este saldo entre 7% e 9% em 2019. Neste ano, a expansão foi de 6%. "Já temos capital alocado e liquidez suficiente para crescer neste ritmo", enfatiza Marangon.
O cenário mais otimista para o crédito tem como pano de fundo um ambiente mais saudável para emprestar no Brasil, com o pior momento de inadimplência das grandes empresas superado, conforme ele.
O executivo não dá detalhes, mas o nome do Citi não foi visto em grandes reestruturações de dívidas como as da Oi, JBS e Odebrecht. Embora o banco 'ganhe' por estar de fora, também deixa de computar receitas com a recuperação dessas companhias, que estão vendendo ativos e buscando novos caminhos para voltar a crescer no Brasil.
"Temos uma disciplina de crédito muito forte e conseguimos antecipar a grande maioria das reestruturações", diz Marangon, sem dar mais detalhes.
*Com Estadão Conteúdo
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