O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Novas regras incorporam protocolos de compras públicas e investimentos

Brasil e Chile concluíram na última sexta-feira, 19, as negociações para um acordo de livre-comércio, que deverá ser assinado ainda este ano.
O avanço é visto como uma estratégia do país para aprofundar relações com países da Aliança do Pacífico, do qual também fazem parte México, Colômbia e Costa Rica. O Chile é o segundo principal parceiro comercial do Brasil na região. No ano passado, a soma de exportações e importações chegou a US$ 8,5 bilhões.
“O novo acordo contribuirá para impulsionar os fluxos de comércio e investimentos entre Brasil e Chile, nos setores tanto de bens quanto de serviços”, diz nota divulgada pelo Itamaraty.
Mercosul e Chile já tinham um acordo de complementação econômica desde 1996. Com base nele, as tarifas de importação no comércio bilateral já foram reduzidas a zero. No entanto, como o acordo era antigo, havia necessidade de atualizá-lo, segundo explicou em conversa recente com o Estado o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge.
A nova negociação também incorpora dois acordos assinados recentemente, que foram negociados de forma isolada. O primeiro é o protocolo de compras públicas, que garante às empresas do Brasil a possibilidade de vender determinados itens às administrações públicas do Chile em igualdade de condições com as empresas locais, e vice-versa.
O segundo é o Protocolo de Investimentos em Instituições Financeiras. Ele firma um compromisso em resolver problemas que os bancos possam ter, sem precisar recorrer à mediação internacional. O objetivo é aumentar a segurança jurídica. Bancos brasileiros têm forte presença no Chile. Por sua vez, o País é o principal destino dos investimentos chilenos na região, com estoque de US$ 31 bilhões.
Leia Também
As negociações desse acordo começaram há apenas seis meses, com a visita ao Brasil do presidente do Chile, Sebastián Piñera. Foram quatro rodadas de entendimentos.
O acordo com o Chile faz parte do que o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, chama de retomada da vocação econômica do Mercosul.
*Com Estadão Conteúdo
SEMPRE ELA
LONDRES BRASILEIRA
ATENÇÃO TURISTA!
PESSIMISMO NO RADAR
FUNDO COM LIMITES
EM BUSCA DE DINHEIRO
EDUCAÇÃO NO BRASIL
CERVEJA DE GRAÇA
TEMPO DE COPA
ACUMULOU
RENDA EXTRA
RECADO DURO
BOMBOU NO SD
GUIA DOS VESTIBULANDOS
A PREÇO DE ÁGUA?
BONANÇA FICOU PRA TRÁS
MAIS VALIOSAS
OS MAIORES SALÁRIOS
OS EFEITOS DA MEDIDA