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Objetivo da União Europeia é tornar o bloco independente do gás russo antes do fim da década; acordo faz parte do plano
A dependência energética da União Europeia (UE) é um assunto que insiste em orbitar o noticiário relacionado com a guerra deflagrada pela Rússia na Ucrânia.
A invasão do território ucraniano pelo exército russo, que entra agora em seu segundo mês, levou a UE a buscar meios de reduzir a dependência do petróleo e do gás importados da Rússia.
Afinal, a segurança energética impõe um dilema aos europeus. O gás russo atende atualmente a cerca de 40% da demanda do bloco pelo produto.
Ao mesmo tempo em que os europeus precisam do gás, principalmente nos meses mais frios do ano, para a Rússia, a exportação desse derivado do petróleo é um dos principais meios de geração de divisas - e, consequentemente, do financiamento de suas operações militares.
A guerra levou a Alemanha a suspender a inauguração do Nord Stream 2, o segundo ramal de um enorme gasoduto que liga os campos russos a um terminal alemão.
Antes mesmo do conflito, porém, os Estados Unidos já vinham pressionando a Alemanha a não fornecer os alvarás restantes para a operação do Nord Stream 2.
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A Comissão Europeia, braço executivo da UE, anunciou hoje a assinatura de um acordo com os Estados Unidos por meio do qual os norte-americanos ajudarão na busca por parceiros internacionais para assegurar aos países do bloco pelo menos 15 bilhões de metros cúbicos adicionais de gás natural liquefeito (GNL) até o fim do ano.
Entretanto, o acordo com os EUA abrange apenas uma fração da necessidade energética da UE. Em 2020, a Europa consumiu 541 bilhões de metros cúbicos de GNL. O documento também não esclarece quais países proverão a oferta adicional.
A União Europeia também se comprometeu a buscar a meta de assegurar, pelo menos até 2030, demanda para aproximadamente 50 bilhões de metros cúbicos por ano de GNL norte-americano adicionais, sem descuidar das metas de neutralização das emissões de carbono.
A UE quer economizar 170 bilhões de metros cúbicos de gás até 2030 por meio de iniciativas para fomentar a eficiência energética e a ampliação do uso de energia renovável.
O cálculo é que essas ações permitam ao bloco tornar-se independente do gás russo antes o fim da década, mas sem trocar seis por meia dúzia.
O acordo vem à tona durante visita de três dias do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, à Europa.
Em entrevista coletiva concedida em Bruxelas, Biden acusou o governo russo de usar o setor energético para "coagir e manipular seus vizinhos" e de usar os lucros da indústria para "guiar sua máquina de guerra".
Por sua vez, a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, enfatizou a “amizade” entre Europa e Estados Unidos e disse que os objetivos do bloco são “reduzir essa dependência dos combustíveis fósseis russos e nos livrarmos disso”.
*Com informações da BBC e da Associated Press.
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A assinatura, no entanto, não faz o acordo valer imediatamente. Após o evento, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país do Mercosul
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