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O Ibovespa teve mais um dia de recuperação: puxado pelo bom desempenho das bolsas globais, o índice brasileiro fechou em alta e retomou o nível dos 116 mil pontos. O dólar à vista também respirou aliviado e retornou ao patamar de R$ 4,23
Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez
A menor aversão ao risco em relação ao coronavírus volta a dar forças aos mercados acionários, impulsionando o Ibovespa de volta aos 117 mil pontos. Por aqui, as ações do Bradesco avançam após o balanço trimestral da instituição
O Ibovespa fechou em alta de 0,81% e, com isso, já acumula ganhos de 1,58% na semana, aproveitando o bom humor visto nas bolsas globais desde ontem. O dólar à vista, por outro lado, fechou em alta e voltou ao nível de R$4,25
Nem mesmo os resultados mais fracos da produção industrial no país são capazes de desanimar os investidores nesta manhã
Maioria das instituições prevê que a Selic cairá de 4,5% para 4,25% ao ano na reunião que começa hoje e que este será o último corte do atual ciclo
O Ibovespa ignorou as fortes baixas nas bolsas da China e fechou em alta, recuperando os 114 mil pontos com um movimento de ajuste técnico após as perdas recentes. O dólar também teve um dia tranquilo, recuando 0,84%
Recuperação ocorre após uma sequência de dias bastante negativos para o Ibovespa e as bolsas americanas – na semana passada, o índice brasileiro amargou perdas de mais de 4%
Pressionado pelos diversos fatores de risco surgidos no exterior, o dólar à vista disparou quase 7% em janeiro e chegou a um novo recorde em termos nominais. O Ibovespa também encerrou o mês sob pressão: caiu 1,63% e voltou aos 113 mil pontos
O pessimismo com os indicadores da Europa e o receio dos impactos da disseminação do coronavírus elevam a aversão ao risco nos mercados e empurram o dólar à níveis inéditos. O Ibovespa também sente o baque e cai mais de 1,5%
O surto de coronavírus trouxe enorme cautela aos investidores no início do diae levou o Ibovespa às mínimas do ano. Mas, no fim da sessão, o voto de confiança dado pela OMS à China animou os mercados e fez o índice virar ao campo positivo
Um novo salto no número de mortos e infectados pelo coronavírus traz enorme cautela aos mercados globais, derrubando o Ibovespa às mínimas do ano e pressionando ainda mais o dólar
A manutenção dos juros dos EUA no patamar de 1,50% a 1,75% foi pouco repercutida pelo Ibovespa, que fechou em queda firme e voltou ao nível dos 115 mil pontos — o dólar subiu a R$ 4,22
No comunicado, o banco ressaltou que a atual política monetária é “apropriada para suportar a expansão econômica, condições mais fortes do mercado de trabalho e o retorno da inflação para perto da meta de 2%”
Após amargar perdas de mais de 3% na segunda-feira, o Ibovespa teve um dia de alívio e encerrou com ganhos firmes, acompanhando o tom de maior calmaria no exterior. O coronavírus, no entanto, segue trazendo cautela às negociações
O Ibovespa ensaia uma recuperação após as perdas massivas da sessão passada, apesar de o noticiário referente ao coronavírus continuar inspirando cautela
A disseminação do coronavírus elevou a aversão ao risco nos mercados financeiros, derrubando o Ibovespa e fazendo o dólar romper a marca de R$ 4,20. Apenas cinco ações do índice subiram, incluindo Raia Drogasil
A disseminação do coronavírus eleva a aversão ao risco nos mercados financeiros, derrubando o Ibovespa e fazendo o dólar romper a marca de R$ 4,20. Todas as ações do índice operam em queda, em especial as ligadas ao setor de commodities, como Vale, Petrobras e siderúrgicas
Segundo a publicação do Banco Central, a Selic deve terminar o ano a 4,25% – ante 4,50% da semana passada. A projeção para o IPCA passou de 3,56% para 3,47%
O coronavírus trouxe cautela aos mercados, mas não desencadeou uma onda de pessimismo. Como resultado, o Ibovespa ficou praticamente zerado na semana — a nova doença neutralizou o otimismo estrutural visto na bolsa nos últimos dias