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Uma ideia ruim acabou sendo explicada da maneira errada para um jornal com um pouco mais de credibilidade e peso-real rendeu uma confusão enorme
Será impressionante se promessa de zerar o déficit fiscal já no primeiro ano do governo Lula for cumprida, mas o próprio governo considera isso improvável
Tragédia de domingo teve pouco poder de determinar efeitos imediatos sobre os ativos, mas seus desdobramentos políticos serão importantes nos próximos meses
Fugindo um pouco do contexto geopolítico, separei o que é, para mim, o conjunto dos três principais riscos que podem ser mapeados para 2023
Apesar da tensão do mercado, Copom deve manter a taxa Selic inalterada; com isso, a atenção se volta para as possíveis interpretações do comunicado
Protestos se espalharam por várias cidades chinesas pedindo o fim da política de covid zero, que tortura o país há mais de dois anos, prejudicando a atividade econômica e o bem-estar das famílias chinesas
O mercado financeiro não é uma entidade com sentimentos ou ideologia, mas uma ferramenta de alocação de recursos
Os americanos vão às urnas nesta terça-feira para construir os próximos dois anos e o mercado pode atravessar momentos de volatilidade no curto prazo
O time de transição, a equipe econômica e o cálculo político de Lula são os pontos de atenção do mercado para as próximas semanas
Os resultados das gigantes da tecnologia terão grande influência no resto da semana. No Brasil, após o sell-off de ontem, que corrigiu parte da alta da semana passada, voltamos a conviver com volatilidade eleitoral
Se por aqui o ciclo de alta de juros já terminou, em outros países ela está apenas começando – e isso é bom para os ativos brasileiros nos médio e longo prazos
Em caso de estresse no período pós-eleição, vale a pena pensar em como se proteger durante a semana. Além disso, saindo da veia eleitoral, os investidores também acompanham o clima incerto internacional e a coletânea de dados locais
O dia não começou bem na Europa e nos EUA, com investidores permanecendo cautelosos com as perspectivas ainda pessimistas para as taxas de juros
A temporada de resultados segue aquecida. Depois de um início não tão ruim com os bancos, os ventos parecem começar a se inverter, com muita preocupação com uma recessão em 2023
Ainda que haja um clima mais otimista nos últimos pregões, é bom lembrar que o rali atual pode mudar em breve, à medida que os bancos centrais aumentam as taxas de juros para combater a inflação mais alta em várias décadas
Por aqui, enquanto esperamos alguns dados prévios de inflação (mais secundários), temos espaço para repercutir o bom relatório operacional divulgado pela Vale na noite de ontem
Enquanto Xi Jinping caminha para seu terceiro mandato, a China entra na terceira década do século em uma posição curiosa
No exterior, teremos uma semana movimentada da temporada de resultados, que contará com nomes como Bank of America, Johnson & Johnson, Procter & Gamble e Netflix
Dados de inflação nos EUA levantam preocupações sobre mais aumentos agressivos das taxas pelo Fed. No Reino Unido, o provável abandono por completo do “mini-orçamento” do governo proporciona maior otimismo
O Brasil acompanha a cautela internacional, digerindo hoje os dados de inflação de setembro, que podem gerar movimento de aversão ao risco