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As bolsas sofreram na última semana após a inflação ter vindo acima do esperado nos EUA, e por aqui o presidente do BC indicou que uma alta residual na Selic é possível. Os mercados cantaram vitória antes do tempo?
Depois da divulgação do índice de preços ao consumidor, a expectativa é que o banco central dos EUA mantenha o pé no acelerador do aperto monetário
O tão aguardado discurso do chefão do maior banco central do mundo aconteceu depois da divulgação de dados que mostraram que a inflação perdeu força nos EUA e, ainda assim, os investidores não gostaram do que ouviram; entenda por quê
Foi em Jackson Hole que Jerome Powell previu erroneamente que a inflação nos Estados Unidos seria um fenômeno transitório
O simpósio de Jackson Hole deve trazer sinalizações importantes por parte do Federal Reserve (Fed) quanto ao futuro dos juros no país
Wall Street seguiu operando em queda depois da divulgação do documento, que deixou em aberto os próximos passos que o banco central norte-americano pode adotar
A ata da última reunião do Fed é o principal dado da agenda econômica; a inflação ao consumidor (CPI) na Europa também é destaque
O mercado de trabalho norte-americano adicionou 528.000 novas vagas em julho, superando facilmente uma estimativa da Dow Jones de um aumento de 258.000; a taxa de desemprego fica abaixo do previsto e cai para 3,5%
Lawrence Summers esteve presente na Expert XP 2022, onde fez duras críticas ao Fed e à política monetária dos Estados Unidos.
O banco central norte-americano elevou pela segunda vez seguida a taxa de juro em 0,75 ponto percentual, mas calibre do aumento não assustou os investidores em Wall Street
O banco central norte-americano anunciou a segunda alta de 0,75 ponto percentual seguida da taxa de juro, mas o mercado não se assustou com o calibre do aperto; entenda o que ajudou as bolsas a subirem
Com o aumento desta quarta-feira (27), a taxa básica pulou para a faixa entre 2,25% e 2,50% ao ano; entenda por que essa elevação mexe com seus investimentos
O Federal Reserve (Fed) se vê entre a cruz e a espada: subir juros de um jeito agressivo e afetar a economia, ou deixar a inflação alta?
Especialista lista três motivos que levaram a descompressão das cotações — e ainda avisa que movimento pode não durar muito
Inflação nos EUA segue no nível mais alto em mais de 40 anos e deve forçar o Fed a uma ação ainda mais agressiva na tentativa de deter a alta dos preços
Confira ainda algumas dicas do que o investidor que aposta em petroleiras pode fazer nessa situação, segundo especialistas do setor
Na reunião de junho, o banco central norte-americano elevou a taxa de juro em 0,75 ponto percentual, o maior aumento desde 1994, na tentativa de conter uma inflação que não dá tréguas; será que vem mais por aí?
Em maio, o índice de preços ao consumidor norte-americano (CPI, na sigla em inglês) subiu 1% em base mensal e 8,6% em termos anuais, no maior avanço desde 1981
O temor de que o Fed decida elevar os juros americanos em um ritmo mais elevado chegou a levar o Ibovespa abaixo dos 102 mil pontos.
Não espere moleza na Super Quarta pré-feriado; o mundo deve continuar a viver a tensão de uma realidade de mais inflação e juros mais altos