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Em uma semana decisiva para a política monetária nacional e internacional, os investidores também precisam lidar com mais instabilidades em Brasília
Mediana das projeções para o IPCA de 2021 subiram pela décima semana consecutiva, para 4,60%, segundo Relatório Focus
Em uma semana decisiva para a política monetária nacional e internacional, o governo terá de lidar com o balanço do ministro da Saúde
Ex-economista-chefe do UBS, atualmente estrategista-chefe da WHG, Volpon destaca que recuperação da economia depende principalmente de Brasília
A mediana das previsões para a taxa básica de juros neste ano subiu de 3,25% para 3,50% ao ano, de acordo com o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central
Aceleração da inflação e riscos do lado fiscal levam analistas a estimarem que primeira alta virá antes que o esperado
Retirada do instrumento pode vir acompanhada de uma sinalização de que seu fim não tem relação mecânica com o começo do ciclo de aperto monetário
Sócio fundador da Mauá Capital diz que economia deve se recuperar e a Bolsa terá bom desempenho em 2021, desde que não haja descuido do lado fiscal
Condições para indicar que juros permanecerão baixos começam a ceder, mas isso não significa um aumento da Selic
Índice marca alta de 2,16%, se ajustando a dois dias seguidos de alta no exterior — na segunda-feira (2), os mercados locais permaneceram fechados pelo feriado de Finados. Siderúrgicas brilham com reajuste do preço do aço e pesos-pesados também sobem forte. Dólar avança
Projeções já constavam do comunicado emitido pelo Copom na última quarta-feira, quando Selic foi mantida em 2% ao ano
Emparedado pelo repique da inflação e pelo aumento do risco fiscal, o BC foi inflexível e sustentou o “forward guidance”, a sinalização de que a Selic permanecerá baixa por um longo período
Testemunhos do presidente do Fed perante a Câmara e o Senado dos EUA e coletiva de Campos Neto tendem a inspirar cautela entre os investidores
Inflação ainda pesa pouco para a decisão do Copom, mas preocupação fiscal põe em dúvida intenção da autoridade monetária de deixar juros baixos por bastante tempo
Agenda da semana parece indisposta a proporcionar alguma folga aos investidores, sugerindo volatilidade tanto nos mercados de ações quanto no de câmbio
Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez
Atividade econômica fraca e inflação baixa, em grande parte causadas pela pandemia, devem levar o Copom a mais uma vez cortar a taxa básica de juros; dados futuros vão guiar novas decisões
Na semana passada, o colegiado do BC reduziu a Selic pela oitava vez consecutiva, em 0,75 ponto porcentual, de 3,00% para 2,25% ao ano
O Itaú aponta que o comitê condiciona os próximos passos de política monetária à evolução da pandemia do novo coronavírus e à redução da incerteza fiscal, além das perspectivas de inflação.
Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras de renda fixa agora que o Banco Central cortou a Selic mais uma vez