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A transferência do lucro do Banco Central para o Tesouro Nacional e a contratação de empréstimos com organismos internacionais ajudarão a manter o “colchão de liquidez” do órgão, uma reserva de recursos utilizada na gestão da dívida pública
Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 3,787 bilhões. Os dados refletem, em grande parte, os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo de moeda estrangeira
Os dados são influenciados pelos efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo cambial.
O Tesouro já queimou uma parte do seu caixa com o aumento dos gastos do governo para combater a pandemia e com as condições menos favoráveis para o País emitir títulos e se financiar.
Pelos cálculos do Banco Central, o IDP de abril indicaria entrada de US$ 1,500 bilhão.
No início de maio, o BC cortou a Selic em 0,75 ponto porcentual, de 3,75% para 3,00% ao ano. O próximo encontro do Copom está marcado para junho
O desafio, de acordo com o diretor Fábio Kanczuk, é equilibrar o “trade-off” entre o patamar de juros e os efeitos do câmbio na economia.
Nas últimas semanas, o projeto de lei sobre a autonomia do BC voltou a ser citado por líderes de partidos e pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como uma das prioridades da Casa
O mercado de câmbio brasileiro funcionará na quarta-feira, 20, e na quinta-feira, 21, inclusive para fins de contagem para liquidação de transações
No mercado, economistas destacam que os números de inadimplência vão começar a piorar a partir de agora.
Modalidade foi acionada por 61,678 mil empresas e beneficiou mais de um milhão de trabalhadores
Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 4,096 bilhões
Em apenas dois meses desde a declaração de pandemia pelo novo coronavírus, o BC colocou na rua mais R$ 52 bilhões em cédulas, o que levou o dinheiro em circulação no País à marca de R$ 311,5 bilhões
Corte de juros de 0,75 ponto percentual na última reunião do Copom seguiu regime de metas de inflação, mas risco fiscal exige “delicadeza” do BC, segundo a economista-chefe do banco e ex-secretária do Tesouro Nacional
Este é o maior volume de depósitos líquidos em um único mês em toda a série histórica do BC, iniciada em janeiro de 1995
Para Luiz Fernando Figueiredo, BC se preocupa com a questão política só na dimensão em que isso tem impacto nas reformas fiscais
O ex-secretário do Tesouro e diretor do ASA Bank, Carlos Kawall, crê que o BC cortará a Selic em mais 0,75 ponto na próxima reunião do Copom e que a taxa de juros poderá continuar caindo no futuro
O corte de 0,75 ponto percentual renova a mínima histórica dos juros no país e leva a taxa real – descontada a inflação projetada – para níveis muito próximos de zero
Após o prejuízo de R$ 31,259 bilhões com as operações de swap cambial em março, o Banco Central registrou perda de R$ 8,340 bilhões em abril com sua posição pelo critério caixa
No mesmo período de 2019, o resultado do fluxo cambial havia sido positivo em US$ 2,819 bilhões. Resultado está ligado diretamente ao covid-19