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O país tem que abocanhar trilhão ou menos centenas de bilhões desse dinheiro que está à procura de retornos atrativos
Recebi do Instituto Internacional de Finanças (IIF) uma pesquisa feita com grandes investidores institucionais, que seguem preocupados com uma desaceleração na China e efeitos da guerra comercial. No entanto, também é possível verificar uma boa oportunidade para o Brasil, já que eles se mostram dispostos a fazer novos aportes no setor de infraestrutura.
A IIF congrega 450 membros de mais de 70 países, dentre eles há investidores institucionais como fundos de pensão e fundos soberanos, que tomam decisões de investimento com maturação de anos e anos. Eles não são numerosos, mas concentram um volume de recursos relevante. No caso em questão foram ouvidos 17 deles, mas que são responsáveis por mais de US$ 12 trilhões, algo como seis vezes o PIB do Brasil.
Outro resultado interessante da pesquisa é que entre as principais preocupações dessa classe de investidor estão pontos que o Brasil tenta melhorar, justamente para atrair investimentos.
São eles: marco regulatório alinhado às práticas internacionais, um ambiente de negócios mais amigável e um mercado financeiro mais desenvolvido. Além disso, também é demandado um estoque de projetos críveis, o desenvolvimento de mercados secundários e maior proteção aos credores.
Essas demandas todas conversam com o trabalho que vem sendo feito pelos Ministérios da Infraestrutura, Economia e Banco Central (BC).
Na Infraestrutura, os técnicos reavaliam o formato de contratos e, dando sequência a um trabalho iniciado no governo Michel Temer, já conseguem leiloar portos, aeroportos e ferrovias.
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Na Economia, o grande desafio é a reforma da Previdência, mas em paralelo estão sendo desenhadas medidas para melhorar o ambiente de negócios, reduzindo burocracias, e diminuir entraves para o funcionamento do mercado.
O BC de Campos Neto tem uma agenda de democratização, que busca ampliar a capacidade do mercado financeiro em prover recursos para o setor produtivo. Diminuir barreiras de entrada e rever custos de regulação são coisas que estão acontecendo.
Um sinal positivo nesse sentido foi a rápida autorização dada pelo governo para que o Banco Inter tenha até 100% de capital estrangeiro. Pedidos como esse chegavam a ficar anos nas gavetas da Casa Civil.
Além disso, o país prepara uma das maiores rodadas de leilão de petróleo do mundo. O bônus de assinatura do excedente do pré-sal será de R$ 106 bilhões, mas há também ganhos posteriores em investimentos e recolhimento de royalties e impostos.
A pesquisa mostra que as agendas de investidor e investido conversam. A grande questão é o “timing”, o quão rápido o Brasil consegue avançar nessa agenda liberal e de abertura econômica.
Estamos vendo que no que depender do Congresso nada será fácil, então o governo e os Ministérios têm de acelerar as ações que não passam pelo campo político. Como já disse Paulo Guedes, o Brasil tem pressa e não se pode ficar esperando apenas a aprovação da Previdência.
O país tem que abocanhar trilhão ou menos centenas de bilhões desse dinheiro que está e estará à procura de retornos atrativos em um mundo de juro baixo e no qual outros competidores emergentes sofrem crises infindáveis ou já estão no fim de ciclo.
A pesquisa também mostra um melhor no apetite dos grandes investidores por ativos de mercados emergentes em comparação com a sondagem anterior, de 2018. O foco está em ativos denominados em moedas fortes, como emissões externas.
Já o apetite por ações e dívida soberana deve ter crescer moderadamente nos próximos 12 meses, mesmo com esses investidores antecipando uma redução na demanda por ativos de países desenvolvimentos (ações e dívida) em função da crescente preocupação com a qualidade do crédito.
Outro tema em voga entre esses investidores são investimentos com foco ambiental, social e de elevada governança (ESG). Segmento que também tem grande potencial por aqui.
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