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Mourão empurra (ainda) mais o prazo para governo apresentar a reforma da Previdência

Presidente em exercício também negou que o caso envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro atrapalhe a negociação da reforma no Congresso

21 de janeiro de 2019
19:56 - atualizado às 13:59
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Mourão voltou a propor o fim do pagamento integral de pensão por morte de integrantes das Forças Armadas - Imagem: Shutterstock

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou que a proposta de reforma da Previdência deverá ser apresentada pelo governo só depois das eleições da Câmara e do Senado. Ele ainda negou que o caso envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, atrapalhe a negociação da proposta no Congresso Nacional. "Isso não influi na negociação da reforma, não tem influência."

Nesta segunda-feira, 21, Mourão defendeu um período de transição para aumentar de 30 para 35 anos o tempo mínimo de serviço para que militares se aposentem. Além disso, ele voltou a propor o fim do pagamento integral de pensão por morte de integrantes das Forças Armadas. Ele negou que haja resistência a esses temas. "São assuntos que estão sendo discutidos. Militar não resiste, militar é tranquilo, são os mais fáceis", declarou.

Caso de Flávio

Ao deixar o Palácio do Jaburu no primeiro dia como presidente em exercício, Hamilton Mourão voltou a falar que o caso envolvendo as movimentações financeiras do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, não afeta o governo.

"O governo não. Pode preocupar o presidente como pai em relação ao filho, todos nós nos preocupamos com nossos filhos, que talvez é isso aí, apesar de ele não ter me dito nada a respeito", disse, ao ser questionado se o silêncio do presidente sobre o caso de Flávio Bolsonaro preocuparia.

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Além disso, Mourão negou que a polêmica influencie o governo na negociação da reforma da Previdência no Congresso.

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