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Índice de Preços ao Consumidor

IPC-S sobe 0,45% na 1ª quadrissemana de março ante 0,35% na anterior, diz FGV

Quatro das oito classes de despesas analisadas registraram aceleração, sendo que a maior contribuição para o avanço do IPC-S foi do grupo Alimentação, que passou de 0,94% para 1,18%

8 de março de 2019
11:37 - atualizado às 15:39
Frutas expostas em supermercado em São Paulo
Frutas expostas em supermercado em São Paulo - Imagem: J.F. Diorio/Estadão Conteúdo

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,45% na primeira quadrissemana de março, conforme divulgou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (8). O resultado ficou 0,10 ponto porcentual acima da taxa da última leitura de fevereiro, de 0,35%.

Nesta apuração, quatro das oito classes de despesas analisadas registraram aceleração, sendo que a maior contribuição para o avanço do IPC-S foi do grupo Alimentação, que passou de 0,94% para 1,18%. Dentro do grupo, o destaque foi o item hortaliças e legumes, cuja taxa subiu de 5,93% para 9,50%.

As outras classes de despesa que registraram acréscimo da última leitura de fevereiro para a primeira medição de março foram Transportes (-0,01% para 0,20%), influenciado por gasolina (-1,71% para -0,79%); Educação, Leitura e Recreação (-0,65% para -0,36%), com contribuição de show musical (-3,17% para -1,26%); e Vestuário (-0,13% para 0,08%), com destaque para roupas femininas (0,28% para 0,44%).

Por outro lado, registraram desaceleração no período os grupos Habitação (0,44% para 0,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,50% para 0,47%) e Despesas Diversas (0,10% para -0,01%). Nestes segmentos, se destacam tarifa de eletricidade residencial (1,33% para 1,00%), medicamentos em geral (0,32% para 0,13%) e alimentos para animais domésticos (-0,28% para -0,85%), respectivamente.

Já o grupo Comunicação registrou variação zero na primeira quadrissemana de março, mesma taxa da medição anterior.

Maiores influências

Entre as principais contribuições individuais de alta, a FGV cita batata inglesa (27,96% para 28,64%), feijão carioca (a despeito da desaceleração de 37,86% para 36,99%), refeições em bares e restaurantes (0,40% para 0,45%), plano e seguro de saúde (que manteve a taxa de 0,63%), além de energia elétrica.

Em contrapartida, as maiores influências de baixa no IPC-S da primeira quadrissemana de março foram passagem aérea (mesmo com a aceleração de -10,42% para -6,46%), excursão e tour (-1,92% para -2,04%) e etanol (apesar do acréscimo na taxa, de -1,61% para -0,62%).

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