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Negócios seguem de lado à espera da decisão da autoridade monetária dos EUA
Investidores de todo o mundo mantêm hoje um pé atrás antes de assumir posições mais arriscadas enquanto observam os sinais que antecedem a decisão de política monetária do Federal Reserve Bank dos Estados Unidos, que será anunciada apenas amanhã à tarde.
Assim como aconteceu ontem, os negócios no Ibovespa, no mercado de câmbio e nos contratos de juros futuros devem ser marcados pela cautela, com movimentos pontuais e muita atenção a sinais de como o Fed se manifestará diante dos sinais de desaceleração econômica nos Estados Unidos.
Desde a semana passada, quando o Banco Central Europeu (BCE) optou pela manutenção de sua política monetária, todas as atenções do mercado em relação a um iminente alívio monetário voltaram-se para o Fed.
Na madrugada de hoje, o Banco do Japão (BoJ) confirmou a manutenção de sua política monetária de juro negativo nos mesmos patamares de antes e sinalizou a intenção de seguir assim pelo menos até a virada do primeiro para o segundo trimestre do ano que vem.
A maioria dos agentes do mercado dá como certo o início, amanhã, do primeiro ciclo de corte de juros pelo Fed em dez anos. A dúvida é se o corte na taxa de juro de referência será de 0,25 ponto porcentual (pp) ou se os diretores da entidade cederão às pressões públicas do presidente norte-americano, Donald Trump, por um corte maior.
Dadas a cautela e a resistência da diretoria do Fed à hostilidade e aos interesses de Trump, a maioria dos players do mercado aposta em um corte de 0,25 pp. Antes da abertura dos mercados, os dados sobre renda e consumo pessoal nos EUA ajudará os investidores a terem mais clareza sobre a postura do Fed.
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Por aqui, os investidores têm um motivo a mais para manter a cautela, já que seguem à espera da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), cuja decisão sobre a taxa Selic será conhecida apenas algumas horas depois do posicionamento do Fed.
A expectativa é de que o Copom leve a Selic a um novo piso histórico, uma vez que um corte de pelo menos 0,25 pp na taxa Selic já está precificado. Na manhã de hoje, uma esperada desaceleração do IGP-M deve surgir como um argumento a mais para a ação do Banco Central.
Desde março do ano passado, a taxa de juro de referência no Brasil encontra-se em 6,5% ao ano. No decorrer dos próximos meses, porém, a Selic deve cair ainda mais. Os contratos de juros futuros projetam cortes mais acentuados na taxa de referência até o fim do ano.
Sem o poder de acelerar os relógios para o Fed e para o Copom, os investidores monitoram a temporada de balanços em busca de outros drivers para os negócios. O resultado da Embraer no segundo trimestre deste ano será divulgado antes da abertura do Ibovespa, enquanto os balanços da CSN, da Renner e da TIM são esperados para depois do fechamento. No exterior, o resultado trimestral da Apple pode mexer com Wall Street.
Enquanto isso, a expectativa com a retomada das negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, hoje em Xangai, disseminou um otimismo moderado nos mercados asiáticos de ações, que fecharam quase todos em alta. No entanto, a perspectiva de um acordo bilateral no curto prazo é baixa.
Na Europa, as principais bolsas de valores operam em queda, enquanto a libra esterlina derretia, em meio a temores de um Brexit mais brusco agora que o governo do Reino Unido está nas mãos de Boris Johnson, que na semana passada sucedeu Theresa May em meio às dificuldades para uma saída negociada da União Europeia.
Enquanto isso, os índices futuros de Nova York apontam para uma abertura em queda em Wall Street.
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