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Lote máximo era de até US$ 550 milhões, também foi colocado igual volume de swap reverso. Os US$ 350 milhões restantes foram rolados com swaps tradicionais
No primeiro leilão à vista de dólar feito desde fevereiro de 2009, o Banco Central (BC) aceitou propostas por US$ 200 milhões de um lote total que poderia ir até US$ 550 milhões. A ideia é fazer a troca dos swaps por moeda à vista.
Uma avaliação inicial pode sugerir que a demanda por dólar físico está baixa no mercado. No entanto, não sabemos a abertura de propostas feitas pelo mercado, que pode ter sugerido um preço que o BC simplesmente não aceitou. Teremos operações dessas até o dia 29 de agosto.
O dólar comercial operava na linha de R$ 4,02 às 9h30, no momento no anúncio ao leilão. Por volta das 10 horas, a moeda era negociada a 4,0246, queda de 0,66%.
Em conjunto com esse leilão, o BC fez a colocação de swaps reversos, que equivalem à compra de dólar no mercado futuro. Mas essas duas operações conversam com uma terceira, que foi feita por volta das 11h30, compreendo a oferta de swaps tradicionais, que equivalem à venda de dólar futuro.
O volume da oferta de swaps para rolagem do vencimento de outubro foi de 7 mil contratos, ou US$ 350 milhões, e foi integralmente colocada. Esse número é resultado da oferta que vinha sendo feita de 11 mil contratos por dia, descontados dos swaps reversos já colocados. Grosso modo, cada swap reverso “cancela” um swap tradicional. Assim, há a troca da posição de swaps por dólar de verdade.
Quer entender o funcionamento de cada instrumento? Veja as matérias abaixo.
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