O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Oferta no mercado à vista será de até US$ 1 bilhão e marca nova estratégia depois de dois dias de ofertas surpresa
Depois de dois pregões com venda surpresa de dólar no mercado à vista, o Banco Central (BC) mudou a estratégia. Já anunciou, que vai vender até US$ 1 bilhão de dólares na quinta-feira pela manhã.
Vale lembrar que a atuação não se limita apenas a essa oferta. Como o presidente, Roberto Campos Neto, e o diretor Bruno Serra Fernandes, já disseram, o BC atuará sempre que entender que o mercado está disfuncional, descolado dos fundamentos ou com problemas de liquidez.
Ao pré-anunciar sua atuação, o BC perde o elemento surpresa, mas consegue afastar as suspeitas de parte do mercado de que pretende defender uma linha de preço. Tanto ontem, como hoje, os leilões aconteceram com o dólar à vista testando a linha de R$ 4,27. E tanto ontem, como hoje, o dólar manteve a trajetória de alta após as atuações, fechando em máxima histórica nominal de R$ 4,2586, alta de 0,44% - veja nossa cobertura de mercados.
Discutimos as diferentes percepções do mercado sobre as recentes atuais do BC neste texto. Agora vale aguardar qual será a reação do mercado à nova modalidade de atuação. O pregão de amanhã pode ser de liquidez reduzida em função do feriado nos EUA.

Já dissemos que a atuação surpresa, seja à vista, com swaps ou linhas, é a arma mais poderosa que o BC tem para atuar no mercado de câmbio.
Leia Também
Alguns estudos acadêmicos já fizeram a comparação entre atuações anunciadas previamente e as repentinas e o modelo sem aviso e com volumes elevados foi o que se mostrou o mais eficiente em “convencer” o mercado a seguir na mesma direção da intervenção. O que o BC não consegue é reduzir a volatilidade da taxa (working paper 413 “Efeitos das Intervenções Cambiais sobre a Taxa de Câmbio Futura no Brasil” link aqui).
O que o BC faz ao atuar sem aviso prévio é tirar o comprado, aquele que ganha com a alta do dólar, da zona de conforto. Antes de abrir nova posição esse cara vai se questionar, tentar estimar ou montar alguma regra para escapar ou antecipar a atuação do BC (vale para o vendido também em momentos de baixa, ou seja, quando o BC compra).
Um dos riscos da ação previamente anunciada é o mercado entender que terá uma “ração diária”, o que acomoda a atuação de comprados e vendidos. O BC já usou a tal “ração diária” em outras ocasiões, a mais recente foi em junho 2014, com a venda de swaps cambiais, programa que passou de US$ 100 bilhões ofertados ao mercado e que foi alvo de críticas nos anos posteriores.
Também já discutimos detidamente a questão dos fundamentos de mercado nesse texto aqui, mas basicamente temos uma mudança de política econômica. A redução do gasto do governo abriu espaço para o corte da taxa de juros e o real deixou de ser moeda de arbitragem. Deixamos de “exportar taxa de juro” e o dólar deixou de ser "âncora" para o BC manter a inflação na meta.
Além disso, tivemos expressivo volume de empresas trocando dívida externas por interna, também reflexo da queda de juro por aqui. Algo salutar, mas que ampliou a demanda por dólar à vista ao longo do ano.
Mais recentemente, tivemos frustração com leilão do pré-sal, aumento das tensões políticas na América Latina e um período sazonal ruim, pois novembro e dezembro concentram remessas de lucros e dividendos. Ainda nesta semana, o próprio BC surpreendeu o mercado mostrando um rombo maior nas contas externas ao reclassificar a conta de lucros e dividendos.
Os convidados do Market Makers desta semana são Axel Blikstad, CFA e fundador da BLP Crypto, e Guilherme Giserman, manager de global equities no Itaú Asset
A fragilidade desses sistemas se deve principalmente por serem projetos muito novos e somarem as fraquezas de duas redes diferentes
Estima-se que cerca de US$ 8 milhões (R$ 41,6 milhões) tenham sido drenados de carteiras Phantom e Slope, além da plataforma Magic Eden
Esse montante está sendo gasto em equipamentos militares, como drones, armas, coletes a prova de balas, suprimentos de guerra, entre outros
Com sede em Miami, a Bit5ive é uma dos pioneiras a apostar no retorno com a mineração de bitcoin; plano é trazer fundo para o Brasil
Os hacks estão ficando cada vez mais comuns ou os métodos para rastreá-los estão cada vez mais sofisticados? Entenda
Mercados repercutem balanços de gigantes das bolsas e PIB da Zona do Euro. Investidores ainda mantém no radar inflação nos EUA e taxa de desemprego no Brasil
Ibovespa acumula alta de pouco mais de 2,5% na semana; repercussão de relatório da Petrobras e desempenho de ações de tecnologia em Wall Street estão no radar
Aperto monetário pelo Banco Central Europeu, fornecimento de gás e crise política na Itália pesam sobre as bolsas internacionais hoje
Hoje, investidores mostram-se animados com os balanços do Wells Fargo e do Citigroup; por aqui, repercussões da PEC Kamikaze devem ficar no radar
Por aqui, investidores ainda assistem à divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas pelo Ministério da Economia
Os números do primeiro trimestre foram pressionados pela onda da variante ômicron, alta sinistralidade e baixo crescimento orgânico, mas analistas seguem confiantes na Hapvida
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Mesmo com a retomada de hoje, as criptomoedas acumulam perdas de mais de dois dígitos nos últimos sete dias
Investidores também digerem inflação na zona do euro e número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA
Os dados internos da blockchain do bitcoin mostram que a maior criptomoeda do mundo permanece no meio de um “cabo de guerra” entre compradores e vendedores
A segunda maior criptomoeda do mundo está em xeque com o aprofundamento do ‘bear market’, de acordo com a análise gráfica
Putin a favor da mineração de criptomoedas, Fed e Joe Biden no radar do bitcoin, Elon Musk e Dogecoin e mais destaques
O plano do presidente americano pesava a mão na taxação de criptomoedas e ativos digitais, no valor de US$ 550 bilhões