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Em meio ao imbróglio envolvendo supostas pressões exercidas por Trump sobre o presidente da Ucrânia para prejudicar o senador democrata Joe Biden, a Câmara dos Representantes dos EUA abriu um processo de impeachment contra o republicano
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode estar em maus lençóis. Há pouco, a presidente da Câmara dos Representantes do país, Nancy Pelosi, anunciou a abertura de um processo de impeachment contra o republicano, afirmando que ações tomadas pelo chefe da Casa Branca "violaram a Constituição".
Como pano de fundo para o pedido, aparecem as supostas pressões exercidas por Trump sobre o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Em julho, o governo americano cortou uma verba de cerca de US$ 400 milhões que seria repassada à atual administração ucraniana.
Pouco tempo depois, num telefonema em julho, o presidente dos EUA teria tentado convencer Zelensky a abrir uma investigação contra um dos filhos do senador democrata Joe Biden, um dos potencial rivais de Trump nas próximas eleições presidenciais.
O argumento de Trump é o de que no passado, quando era vice-presidente de Barack Obama, Joe Biden teria se empenhado numa campanha para a demissão do promotor-geral da Ucrânia, Viktor Shokin. Na mesma época, o filho do então vice-presidente americano, Hunter Biden, trabalhava numa empresa ucraniana de gás natural — assim, caberia algum tipo de investigação contra a família do político.
Desta maneira, lideranças do partido Democrata argumentam que o corte de verba direcionada à Ucrânia foi usado como "moeda de troca": caso o presidente ucraniano aceitasse o pedido de Trump para investigar os familiares de Biden, os recursos seriam restabelecidos; caso não, a cifra continuaria congelada.
E, em meio a todo esse imbróglio, a presidente da Câmara dos Representantes — órgão semelhante à Câmara dos Deputados no Brasil — abriu um processo de impeachment contra Trump. Vale lembrar que Pelosi também faz parte do partido Democrata e sempre manifestou oposição ao republicano.
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Tune in as I speak live from the U.S. Capitol. https://t.co/j6UMq4TC5u
— Nancy Pelosi (@SpeakerPelosi) September 24, 2019
No meio da tarde, após ter discursado na Assembleia Geral da ONU, Trump disse ter autorizado a divulgação, nesta quarta-feira (25), da transcrição completa de sua conversa por telefone com o presidente da Ucrânia, afirmando que o diálogo entre os dois não envolveu qualquer tipo de pressão por sua parte.
O movimento foi entendido como a única alternativa para evitar a abertura do processo de impeachment por Pelosi, uma vez que, nos últimos dias, a insatisfação do partido Democrata a respeito da possibilidade de abertura de investigação contra a família de Biden tomou grandes proporções.
No entanto, a promessa feita por Trump não surtiu efeito, com a presidente da Câmara dos Representantes dando início ao processo de impeachment do republicano no início da noite. O movimento, apesar de emblemático, não deve causar maiores transtornos ao chefe da Casa Branca, ao menos por enquanto.
Afinal, o Senado americano possui maioria republicana e, assim, o processo tende a ser barrado ao chegar na Casa. No entanto, Trump foi ao Twitter neste início de noite para se manifestar sobre a abertura do pedido de impeachment.
Such an important day at the United Nations, so much work and so much success, and the Democrats purposely had to ruin and demean it with more breaking news Witch Hunt garbage. So bad for our Country!
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) September 24, 2019
"Num dia tão importante para o nosso país nas Nações Unidas, com tanto trabalho e tanto sucesso, foi arruinado de propósito pelos democratas com mais caça às bruxas. Isso é muito ruim para o nosso país", escreveu Trump, no Twitter. "Eles nunca leram a transcrição da conversa. Uma total caça às bruxas".
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