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O modelo de entregas pode ampliar as vendas, mas existem alguns ingredientes para essa receita dar certo, defende a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes
O delivery transformou o consumo no setor de alimentos. Com o fim de semana chegando, muita gente já deve estar pensando o que vai pedir no iFood, 99Food, Keeta ou mesmo naquele restaurante perto de casa que só precisa mandar uma mensagem no WhatsApp. Esse movimento abre uma oportunidade para os microempreendedores individuais (MEIs) e exige mudanças na operação. Portanto, como se destacar nesse cenário?
Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) mostra que 65% dos bares e restaurantes do país são pequenos negócios.
Mas para os MEIs aproveitarem os benefícios do delivery no negócio, é preciso ter planejamento.
“As entregas são uma oportunidade real de ampliar as vendas sem dar passos maiores do que o negócio pode sustentar”, defende Adriana Lara, líder de educação da Abrasel.
Segundo a associação, há algumas estratégias que o empreendedor pode seguir para ter sucesso nas entregas. Entre as dicas estão um cardápio enxuto, cálculo correto dos cursos, embalagens de boa qualidade e o uso da tecnologia.
Para a Abrasel, o ponto-chave é a pré-produção, com um bom planejamento antes de colocar a mão na massa.
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Portanto, é preciso definir o público-alvo e entender se os clientes são famílias ou pessoas que moram sozinhas e quais são os hábitos de delivery desses consumidores. “Conhecer seu público evita desperdícios e direciona as ações de forma assertiva”, diz a associação.
Com a clientela em mente, é possível avançar para outra etapa do planejamento: definição de cardápio — que deve ser enxuto e com boa margem de lucro —, cálculo de custos e definição de preços.
Nesses dois últimos fatores, é importante ter um controle rigoroso. É preciso calcular tudo que entra e sai: gás, ingredientes, embalagens e taxas de aplicativos, por exemplo. Os preços também devem ser definidos de forma criteriosa com base nos custos e espaço para lucros.
Outro fator que muitas vezes é postergado é a atenção com a legalidade. É fundamental ter o MEI, alvará e licenças sanitárias em dia para não correr o risco de multas.
De nada vale um planejamento sem colocá-lo em prática. A Abrasel defende que a estrutura do negócio é o “coração da operação”.
Pensando nisso, é indispensável ter uma cozinha funcional e organizada, investir em bons utensílios e ter equipamentos adequados para aumentar a produtividade e reduzir perdas. A qualidade — com bons produtos e dentro da validade — e a higiene também devem sempre guiar o negócio.
Além disso, as embalagens devem ser escolhidas com cuidado. O melhor a se fazer é selecionar embalagens resistentes, que mantenham o alimento quente e bonito ao chegar na casa do cliente.
“Alimento bem embalado é sinônimo de cuidado e aumenta a chance de recompra”, defende a associação.
Uma forma de se destacar no delivery é se aliar aos gigantes do mercado de entregas. Plataformas como iFood, 99Food, Keeta e outras semelhantes ampliam o alcance do negócio e são uma forma de visibilidade com novos clientes.
Para se destacar nesses aplicativos, é recomendável ter um cardápio digital com boas fotos, informações bem explicadas e que seja fácil de navegar.
Ainda sobre a necessidade de usar a tecnologia como parceira, oferecer diferentes opções de pagamento costuma ser um fator atrativo para consumidores: Pix, cartão de crédito e débito, carteiras digitais, além de vale refeição.
Com a forte concorrência no setor de alimentos, ganha quem oferece um bom produto, com serviço eficiente e que consiga aparecer para os consumidores.
Como dica de marketing, a Abrasel recomenda apostar nas redes sociais, parcerias, promoções e programas de fidelidade.
Nas redes sociais, criar conteúdos com fotos reais e mostrar os bastidores da produção podem ser formas de se conectar com os clientes e criar uma relação de confiança.
Outra possível iniciativa é combinar divulgações com influenciadores locais ou comércios do bairro.
Além disso, um diferencial é criar promoções como combos, descontos no segundo pedido, frete grátis e outras estratégias que a criatividade permitir. Dessa forma, é possível fidelizar clientes.
Após toda a organização, chega a hora da entrega. Não basta fazer um trabalho impecável de produção e, na etapa de delivery, a comida demorar horas para chegar e ser entregue fria (ou revirada).
“O cliente valoriza rapidez e pontualidade. Planeje rotas, otimize o tempo e evite atrasos sempre que possível”, recomenda a Abrasel.
O pós-venda também é um ponto essencial. Receber o feedback dos clientes e colocar em prática as sugestões de melhoria podem impulsionar o negócio para grandes resultados.
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