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Eleita pelo Expedia como o destino número um do mundo em 2026, cidadezinha em Montana é uma das regiões de esqui mais interessantes dos Estados Unidos

Uma cidade com menos de 3 mil habitantes no estado de Montana, nos Estados Unidos, foi eleita pelo Expedia como o destino de viagem número um do mundo para 2026. Big Sky superou destinos como Okinawa (Japão), Sardenha (Itália) e Phu Quoc (Vietnã), por exemplo, no ranking anual Destinations of the Year, publicado pelo grupo em parceria com Hotels.com e Vrbo.
O levantamento usa dados reais de busca de 24 mil viajantes ao redor do mundo medindo crescimento de interesse e, no caso de Big Sky, as buscas por voos e hospedagens aumentaram 92% em relação ao ano anterior, 21 pontos percentuais acima do segundo colocado na lista.
Para 2026, o Expedia também lançou o Smart Travel Health Check, uma ferramenta inspirada nas diretrizes do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) que avalia como os destinos equilibram o aumento de visitantes com sustentabilidade, bem-estar da comunidade local e planejamento de longo prazo. Big Sky foi aprovada na avaliação, o que contribuiu para consolidar o primeiro lugar.
“Big Sky é conhecida há muito tempo por atividades ao ar livre de alto nível, com esqui e snowboard no inverno e trilhas, mountain bike e rafting no verão”, comentou a especialista em viagens da Expedia Melanie Fish à CNBC, sobre a surpresa da improvável cidade no topo da lista. “A cena gastronômica, o crescimento das opções para famílias, eventos comunitários e atividades culturais também contribuem para o seu charme”, completou.

Big Sky fica a cerca de 70 quilômetros ao sudoeste de Bozeman, no sudoeste de Montana, a uma altitude de 1.800 metros. A região é conhecida principalmente pelo Big Sky Resort, uma das maiores estações de esqui da América do Norte, com 5.700 acres de terreno esquiável. No verão, a neve dá lugar a trilhas, mountain bike, fly fishing e fácil acesso ao Parque Nacional de Yellowstone, localizado a cerca de uma hora de carro.

Vale dizer, aliás, que o destino passou por uma onda de investimentos nos últimos anos. O Big Sky Resort concluiu recentemente o plano de expansão Big Sky 2025, que incluiu a abertura do Explorer Gondola, nova gôndola que conecta diferentes zonas da montanha, e do Kircliff, uma plataforma de vidro a 3.401 metros de altitude no cume do Lone Peak. As renovações não vêm à toa, já que o resort foi eleito o melhor do Oeste americano pela revista SKI Magazine e ficou em segundo lugar no ranking da Condé Nast Traveler.
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Tem outro detalhe, inclusive, que mostra que não são só os olhos dos turistas que estão voltados para a região: a rede de resorts de luxo One&Only escolheu Big Sky para abrir a sua primeira unidade nos Estados Unidos, em novembro de 2025.
Em Big Sky, não há um centrinho tradicional ou uma rua principal com tudo concentrado, como nos principais destinos de neve. A cidade se espalha entre vales, montanhas e estradas, com as atrações distribuídas pela região. Entre Bozeman e a entrada oeste do Parque Nacional de Yellowstone, é a base para explorar a região.
A área costuma ser dividida em três partes: Lone Mountain, onde ficam os resorts e atividades na neve; o Meadow, com restaurantes, lojas e serviços; e o Big Sky Canyon, que acompanha o rio Gallatin e concentra trilhas e esportes ao ar livre. E quem dita o roteiro, é claro, são as estações do ano.

O inverno é o período mais procurado, com destaque para o Big Sky Resort. São cerca de 5.700 acres de área esquiável, queda vertical de 1.330 metros e média anual de 10 metros de neve – números que colocam o destino entre os maiores da América do Norte, aliás.
O ponto mais alto é o Lone Peak, a 3.401 metros. O acesso ocorre por um tram, o famoso bonde aéreo, que leva os esquiadores até o topo em poucos minutos. Ali fica, inclusive, a novíssima Kircliff, uma plataforma de vidro aberta a visitantes, com vista para três estados americanos: Montana, Idaho e Wyoming.

Aos menos aventureiros, há opções mais tranquilas. O esqui cross country, modalidade de terrenos planos ou levemente ondulados, acontece mesmo nas regiões menos elevadas. No Lone Mountain Ranch, por exemplo, são cerca de 80 quilômetros de percursos que atravessam florestas e campos abertos.
Fora das pistas, a neve abre espaço para outras experiências. O snowmobile, uma espécie de moto de neve, é uma das mais populares. A Canyon Adventures opera um roteiro pelo Buck Ridge, cujo grande atrativo é a vista panorâmica para o Spanish Peaks. O tour de quatro horas começa em US$ 300, cerca de R$ 1.490, na cotação atual.

Outra atividade bastante procurada é o dog sledding, passeio em trenó puxado por cães. Para isso, a agência mais procurada é a Yellowstone Dog Sled Adventures, entre Big Sky e a entrada oeste do Yellowstone, onde há duas opções de tours: de uma ou duas horas e meia, com valor a partir de US$ 105, cerca de R$ 520.
Também dá para escalar no gelo – se você tiver coragem. A Montana Alpine Guides opera rotas na Ousel Falls para diferentes níveis de experiência, a partir de US$ 595, ou R$ 2.941.
No Meadow, o ritmo é mais calmo. A pista de gelo ao ar livre Marty Pavelich Ice Rink funciona ao longo da temporada, enquanto cafés e restaurantes recebem quem volta da montanha.

Com o fim da neve, Big Sky muda completamente de perfil. Entre junho e setembro, os dias são mais longos e a paisagem se abre para trilhas, rios e áreas de floresta, com acesso direto ao Custer Gallatin National Forest.
O hiking é uma das atividades mais comuns. A trilha Beehive Basin, por exemplo, percorre cerca de 11,5 km até um lago com vista para o Lone Peak. Já a trilha de Ousel Falls, com aproximadamente 3 km, é mais curta e leva até uma cachoeira de 30 metros, próxima ao centro.
Os rios da região também ganham destaque. O fly fishing, pesca feita com mosca artificial que imita insetos, é praticado em rios como o Gallatin, o Madison e o Yellowstone. Aos mais aventureiros, o rafting é uma boa pedida. No Gallatin Canyon, a Montana Whitewater organiza descidas que variam de trechos tranquilos a corredeiras mais intensas, como o Mad Mile. Os preços por pessoa começam em US$ 101, cerca de R$ 500.
Para quem prefere atividades em terra, porém, o mountain bike ocupa as pistas dos resorts durante o verão, com trilhas acessadas por teleférico. Passeios de quadriciclo e side by side também estão entre as opções, e permitem chegar a regiões mais remotas. Já as cavalgadas percorrem trilhas em áreas naturais, com opções que variam de uma hora a um dia inteiro.
Outras atividades incluem tirolesa e escalada, por exemplo, além de esportes aquáticos no Lake Levinsky, onde é possível alugar caiaque, stand up paddle e pedalinho.
Não há voo direto do Brasil para Big Sky. O aeroporto de entrada é o Bozeman Yellowstone International Airport (BZN), em Bozeman, Montana. De São Paulo, a rota mais comum inclui uma conexão em Miami, Dallas, Denver ou Los Angeles, com tempo total de viagem que pode ficar abaixo de 14 horas dependendo da conexão.
De Bozeman, são aproximadamente 70 quilômetros até Big Sky pela U.S. Highway 191, percurso de cerca de uma hora de carro pelo vale do Gallatin Canyon.
A melhor época para visitar Big Sky varia de acordo com o tipo de viagem. Para quem busca neve e esportes de inverno, os meses entre dezembro e março concentram as melhores condições para esqui. Já entre junho e setembro, com o clima mais ameno, é o período ideal para trilhas e para explorar o Parque Nacional de Yellowstone. Nos meses de abril, maio, outubro e novembro, considerados baixa temporada, a cidade fica mais vazia e os preços tendem a ser mais baixos.
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